30 de novembro de 2009

TRÍADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Esta oração de três dias apenas, devemos rezá-la em momente de total Fé.
Se assim for, ela nos fortalece e ilumina o espírito.
Feita em honra da Imaculada Conceição é uma oração de louvor á Virgem, Maria Imaculada.

ORAÇÃO PARA O INÍCIO DE CADA DIA
Vós sois Maria, luz do alto céu, Estrela e consolo do pecador!
Lança sobre nós os teus piedosos olhos que viram o Teu Filho morrer na cruz.
Mãe amorosa, Raínha dos mártires, Mãe de Deus dada à humanidade, sede nossa Mãe.
Pelo sinal da santa cruz, defendei-nos ó Deus dos nossos inimigos.
Virgem Puríssima, sem pecado e desde o primeiro instante toda bela e sem mancha, gloriosa Maria, cheia de Graça e Mãe do meu Deus, Raínha dos anjos e dos homens, sois o asilo seguro dos pecadores penitentes, pelo que com razão a vós recorro, ó Mãe de Misericórdia.
Não podeis portanto deixar de enternecer- Vos, depois de Jesus, de toda a minha miséria devolvendo a esperança do encontro com o teu Jesus.
Não ficareis sem aceitar com bondade a total confiança que tenho em vós.
Alcançai-me que seja digno de ser chamado vosso filho e que possa dizer com inteira confiança:
"Creio no Vosso amor de Mãe e sei que me ides amparar".

PRIMEIRO DIA
Venho aos vossos santíssimos pés, ó Virgem Imaculada , feliz porque desde a eternidade foste eleita Mãe do Verbo eterno e preservada da culpa original.
Dou graças e bendigo a Santíssima Trindade, que Vos enriqueceu com tais previlégios em Vossa Conceição!
Eu Vos suplico humildemente que me alcanceis a graça de vencer os tristes efeitos que o pecado original causou em mim e que nunca deixe de amar o meu Deus.
REZAR DOZE AVÉ-MARIAS
E A LADAÍNHA DE NOSSA SENHORA.

SEGUNDO DIA`
Ó Maria, Lírio Imaculado de Pureza, alegro-me convosco porque desde o primeiro instante da Vossa Concepção, fostes cumulada de graças e Vos foi concedido o uso perfeito da razão.
Dou graças e adoro a Santíssima Trindade por ter-vos adornado com Dons tão sublimes. Fico confundido ao olhar-me e ver-me tão pobre de méritos.
Fazei que a minha alma participe dos tesouros das Vossas graças desde a Vossa Imaculada Conceição e assim obtenha a herança que Deus me tem guardada nos céus.
REZAR DOZE AVÉ-MARIAS
E A LADAÍNHA DE NOSSA SENHORA

TERCEIRO DIA
Ó espelho de Pureza, Imaculada Virgem Maria,Sinto-me feliz ao rever que desde a Vossa Imaculada Conceição, vos foram infundidas as virtudes mais sublimes e perfeitas, juntamente com os dons do Espírito Santo.
Louvo e adoro a Santíssima Trindade e peço-Vos, Mãe benigna e Piedosa que me alcanceis a prática das virtudes para que assim me torne agraciada pela recepção dos dons do Espírito Santo.
REZAR DOZE AVÉ- MARIAS
E A LADAÍNHA DE NOSSA SENHORA

SANTO ANDRÉ- APÓSTOLO



VIDA E ORAÇÃO DE SANTO ANDRÉ APÓSTOLO

(30 de Novembro)

Hoje celebramos a vida de um escolhido do Senhor para pertencer ao número dos Apóstolos.


Santo André nasceu em Betsaida no tempo de Jesus, e de início foi discípulo de João Batista até que aproximou-se do Cordeiro de Deus e com São João, começou a segui-lo, por isso André é reconhecido pela Liturgia como o "protocleto", ou seja, o primeiro chamado: "Primeiro a escutar o apelo, ao Mestre, Pedro conduzes; possamos ao céu chegar, guiados por tuas luzes!"


Santo André se expressa no Evangelho como "ponte do Salvador", porque é ele que se colocou entre Pedro e Jesus, o menino do milagre da multiplicação e Cristo e por fim entre os gentios e Jesus Cristo. Conta-nos a Tradição que depois do batismo no Espírito Santo em Pentecostes, Santo André teria ido pregar o Evangelho na região dos mares Cáspio e Negro.


Apóstolo da coragem e alegria Santo André foi fundador das igrejas na Acaia, onde testemunhou Jesus com o seu próprio sangue, já que foi martirizado numa cruz em forma de X, a qual recebeu do Santo este elogio: "Salve santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!"


Santo André Apóstolo, rogai por nós!

ORAÇÃO A SANTO ANDRÉ APÓSTOLO

Ó Deus, que o cristianismo exulte sempre no constante louvor do apóstolo santo André, para que, sustentada por sua doutrina e intercessão, seja fiel a seus ensinamentos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo.

Que Assim Seja

PALAVRA DO SENHOR- DIA DE SANTO ANDRÉ

Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
- S. ANDRÉ, APÓSTOLO

LEITURA I Rom 10, 9-18

«A fé vem da pregação e a pregação é o anúncio da palavra de Cristo»

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos

Irmãos:
Se confessares com a tua boca que Jesus é o Senhor
e se acreditares em teu coração
que Deus O ressuscitou dos mortos,
serás salvo.
Pois com o coração se acredita para obter a justiça
e com a boca se professa a fé para alcançar a salvação.
Na verdade, a Escritura diz:
«Todo aquele que acreditar no Senhor
não será confundido».
Não há diferença entre judeu e grego:
todos têm o mesmo Senhor,
rico para com todos os que O invocam.
Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor
será salvo.
Mas como hão-de invocar Aquele em quem não acreditam?
E como hão-de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar?
E como hão-de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue?
E como hão-de pregar, se não forem enviados?
Está escrito:
«Como são formosos os pés dos que anunciam o Evangelho!».
Mas nem todos obedecem ao Evangelho,
como Isaías diz:
«Senhor, quem acreditou na nossa pregação?».
A fé, portanto, vem da pregação
e a pregação é o anúncio da palavra de Cristo.
Mas pergunto: Não a teriam ouvido?
Ao contrário, como diz a Escritura:
«A sua voz ressoou por toda a terra
e as suas palavras até aos confins do mundo».

Palavra do Senhor


SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 A (19 A), 2-3.4-5 (R. 5a)

Refrão: A sua mensagem ressoou por toda a terra.

Os céus proclamam a glória de Deus
e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
O dia transmite ao outro esta mensagem
e a noite a dá a conhecer à outra noite.

Não são palavras nem linguagem
cujo sentido se não perceba.
O seu eco ressoou por toda a terra
e a sua notícia até aos confins do mundo.

SALMO RESPONSORIAL 1 Sam 2, 1.4-5.6-7.8abcd (R. 1a)
Refrão: O meu coração exulta no Senhor, meu Salvador.

Exulta o meu coração no Senhor,
no meu Deus se eleva a minha fronte.
Abre-se a minha boca contra os inimigos,
porque me alegro com a vossa salvação.

A arma dos fortes foi destruída
e os fracos foram revestidos de força.
Os que viviam na abundância andam em busca de pão
e os que tinham fome foram saciados.
A mulher estéril deu à luz muitos filhos
e a mãe fecunda deixou de conceber.

É o Senhor quem dá a morte e dá a vida,
faz-nos descer ao túmulo e de novo nos levanta.
É o Senhor quem despoja e enriquece,
é o Senhor quem humilha e exalta.

Levanta do chão os que vivem prostrados,
retira da miséria os indigentes
fá-los sentar entre os príncipes
e destina-lhes um lugar de honra.





EVANGELHO Mt 4, 18-22

«Eles deixaram logo as redes e seguiram Jesus»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Caminhando Jesus ao longo do mar da Galileia,
viu dois irmãos:
Simão, chamado Pedro, e seu irmão André,
que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores.
Disse-lhes Jesus:
«Vinde e segui-Me
e farei de vós pescadores de homens».
Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O.
Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos:
Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João,
que estavam no barco, na companhia de seu pai Zebedeu,
a consertar as redes.
Jesus chamou-os
e eles, deixando o barco e o pai, seguiram-n’O.


Palavra da salvação

29 de novembro de 2009

NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO


NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
Coroada de doze estrelas

Devoção recomendada por S. José Calazans
Indulgência: 300 dias cada vez, plenária se todo mes (Pio IX)

Ave-Maria Puríssima, concebida sem pecado!

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amem.

Louvemos e demos graças à Trindade Augusta de Deus que nos mostrou a Virgem vestida de sol, calçada de lua e coroada de doze estrelas (Pai Nosso)



Louvemos e demos graças ao Pai Eterno qne escolheu Maria para Filha (Glória ao Pai)

1) Louvado seja o Pai Eterno que predestinou Maria para Mãe do seu Filho (Ave Maria)
2) Louvado seja o Pai Eterno que preservou Maria de toda a culpa (Ave-Maria)
3) Louvado seja o Pai Eterno que adornou Maria com todas as virtudes (Ave Maria)
4) Louvado seja o Pai Eterno que deu a Maria por esposo o puríssimo São José (Ave Maria)

Louvemos e demos graças ao Filho de Deus, que escolheu Maria Para sua Mãe (Glória ao Pai)

5) Louvado seja o Filho de Deus que se encarnou e habitou em Maria Santíssima (Ave Maria)
6) Louvado seja o Filho de Deus que nasceu de Maria sempre Virgem (Ave Maria)
7) Louvado seja o Filho de Deus que deu a Maria todo poder (Ave Maria)
8) Louvado seja o Filho de Deus que nos deu Maria por Mãe (Ave Maria)

Louvemos e demos graças ao Espírito Santo que escolheu Maria por sua esposa (Glória ao Pai)

9) Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi Virgem e Mãe (Ave Maria)
10) Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi templo da SS. Trindade (Ave Maria)
11) Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi assunta ao Céu (Ave Maria)
12) Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi medianeira de todas as graças (Ave Maria)

V/ Bendita seja a Santa e Imaculada Conceição.
R/ Da Bem-aventurada Virgem Maria.

V/ Ó Maria concebida sem pecado.
R/ Rogai por nós que recorremos a Vós.

Oração da Missa (8 de dezembro):

Ó Deus, que pela Imaculada Conceição da Virgem preparastes para Vosso Filho digna morada, nós Vos suplicamos humildemente que, assim como, em atenção aos merecimentos desse mesmo Filho, Vos dignastes preservá-la de toda mácula, nos concedais igualmente, por sua intercessão, a graça de chegarmos a Vós limpos do pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.


Oração composta por São Pio X:

Virgem santa que agradastes ao Senhor a ponto de tornar-se sua Mãe, Virgem Imaculada em vosso corpo, em vossa alma, em vossa fé, em vosso amor, olhai com bondade os infelizes que imploram vossa poderosa protecção.
A serpente infernal contra a qual foi lançada a primeira maldição continua a combater e a tentar os pobres filhos de Eva.
Vós, nossa Mãe abençoada, nossa rainha, nossa advogada, vós que esmagastes a cabeça do inimigo desde o primeiro instante de vossa Conceição, recebei nossas orações e, nós vos suplicamos, unidos num único coração, apresentai-as diante do trono de Deus, para que nunca nos deixemos cair nas armadilhas que nos são preparadas, mas que cheguemos todos ao porto da Salvação e que, no meio de tantos perigos, a Igreja e a sociedade cristã cantem mais uma vez o hino da liberdade, da vitória e da paz. Amém

CARIDADE É A VIRTUDE MAIS QUERIDA DO SENHOR







O SANTO PADRE BENTO XVI NA LUTA CONTRA A FOME



Bento XVI pede empenho na luta contra a fome
Todas as pessoas devem dar graças a Deus pelos frutos da terra e empenhar-se concretamente para debelar o flagelo da fome, defendeu hoje Bento XVI, por ocasião da recitação do Angelus, no Vaticano.
O Papa referia-se à celebração, em Itália, do “Dia de Acção de Graças”, tendo este ano como lema: “A terra: um dom para toda a família humana”. Bento XVI começou por evocar o costume de as famílias cristãs habituarem as crianças a dar graças a Deus antes das refeições, recitando uma breve oração e fazendo o sinal da cruz, exortando a “manter ou redescobrir este hábito, porque educa a reconhecer no pão um dom da Providência.
“Deveríamos habituar-nos a dar graças ao Criador por todas as coisas: pelo ar e pela água, preciosos elementos, fundamentais para a vida no nosso planeta; mas também pelos alimentos que através a fecundidade da terra Deus nos oferece para o nosso sustentamento… Os produtos da terra são um dom destinado por Deus “a toda a família humana”.
Neste contexto, Bento XVI evocou “o drama da fome”. Ainda recentemente um Relatório da FAO (organismo das Nações Unidas responsável pela alimentação e agricultura) recordou “aquilo que a Igreja sabe muito bem, pela experiência das suas comunidades e dos missionários”: mais de 800 milhões de pessoas vivem em estado de subalimentação, ao mesmo tempo que tantas pessoas, especialmente crianças, morrem de fome. Como fazer face a esta situação? “É claro que há que eliminar as causas estruturais ligadas ao sistema de governo da economia mundial, que destina a maior parte dos recursos do planeta a uma minoria da população”.
O Papa recordou que esta injustiça foi estigmatizada em variadas ocasiões pelos seus predecessores os Papas Paulo VI e João Paulo II.
“Para incidir em larga escala, é necessário ‘converter’ o modelo de desenvolvimento global; exigem-no não só o escândalo da fome, mas também as emergências ambientais e energéticas. Em todo o caso, cada pessoa e cada família pode e deve fazer algo para aliviar a fome no mundo, adoptando um estilo de vida e de consumo compatível com a salvaguarda da criação e com os critérios de justiça para com quem cultiva a terra, em cada país”.
Bento XVI concluiu convidando à acção de graças a Deus pelos frutos do trabalho agrícola, mas também ao “empenho concreto para derrotar o flagelo da fome”. "Que a Virgem Maria nos ajude a ser reconhecidos pelos benefícios da Providência e a promover por toda a parte do globo justiça e solidariedade".

O SANTO PADRE NA LUTA CONTRA A FOME




Bento XVI pede empenho na luta contra a fome

Todas as pessoas devem dar graças a Deus pelos frutos da terra e empenhar-se concretamente para debelar o flagelo da fome, defendeu hoje Bento XVI, por ocasião da recitação do Angelus, no Vaticano.
O Papa referia-se à celebração, em Itália, do “Dia de Acção de Graças”, tendo este ano como lema: “A terra: um dom para toda a família humana”. Bento XVI começou por evocar o costume de as famílias cristãs habituarem as crianças a dar graças a Deus antes das refeições, recitando uma breve oração e fazendo o sinal da cruz, exortando a “manter ou redescobrir este hábito, porque educa a reconhecer no pão um dom da Providência.
“Deveríamos habituar-nos a dar graças ao Criador por todas as coisas: pelo ar e pela água, preciosos elementos, fundamentais para a vida no nosso planeta; mas também pelos alimentos que através a fecundidade da terra Deus nos oferece para o nosso sustentamento… Os produtos da terra são um dom destinado por Deus “a toda a família humana”.
Neste contexto, Bento XVI evocou “o drama da fome”. Ainda recentemente um Relatório da FAO (organismo das Nações Unidas responsável pela alimentação e agricultura) recordou “aquilo que a Igreja sabe muito bem, pela experiência das suas comunidades e dos missionários”: mais de 800 milhões de pessoas vivem em estado de subalimentação, ao mesmo tempo que tantas pessoas, especialmente crianças, morrem de fome. Como fazer face a esta situação? “É claro que há que eliminar as causas estruturais ligadas ao sistema de governo da economia mundial, que destina a maior parte dos recursos do planeta a uma minoria da população”.
O Papa recordou que esta injustiça foi estigmatizada em variadas ocasiões pelos seus predecessores os Papas Paulo VI e João Paulo II.
“Para incidir em larga escala, é necessário ‘converter’ o modelo de desenvolvimento global; exigem-no não só o escândalo da fome, mas também as emergências ambientais e energéticas. Em todo o caso, cada pessoa e cada família pode e deve fazer algo para aliviar a fome no mundo, adoptando um estilo de vida e de consumo compatível com a salvaguarda da criação e com os critérios de justiça para com quem cultiva a terra, em cada país”.
Bento XVI concluiu convidando à acção de graças a Deus pelos frutos do trabalho agrícola, mas também ao “empenho concreto para derrotar o flagelo da fome”. "Que a Virgem Maria nos ajude a ser reconhecidos pelos benefícios da Providência e a promover por toda a parte do globo justiça e solidariedade".

ORAÇÃO DE SÃO JOÃO CRISÓSTOMO


Se queres ver restaurado em ti
aquela morada que Deus edificou
no primeiro homem,
adorna a tua casa com a modéstia e a humildade,
torna-a resplandecente com a luz da justiça,
enfeita-a com o ouro das boas obras, e,
em lugar das paredes e dos mosaicos,
ornamenta-a com a Fé e
com a grandeza de ânimo;
e, por cima de tudo, como cúpula e
coroamento de todo o edifício,
coloca a oração.
Assim prepararás para o Senhor
uma digna morada,
assim terás um esplêndido palácio real
para O receberes,
e poderás tê-l'O contigo na tua alma,
transformada, pela graça,
em imagem e templo da Sua presença.

DOMINGO, DIA DO SENHOR




HOJE, DOMINGO, DIA DE ALEGRIA, PORQUE DIA DO SENHOR JESUS.
CELEBRAMOS DE MODO FORTE O DIA DELE. ELE, APÓS A CRIAÇÃO DO MUNDO, ACHOU POR BEM DESCANSAR.
ESTE É O DIA DELE POR EXCELÊNCIA:
AMEMOS A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E OFEREÇAMOS ESTE DIA SÒMENTE PARA SUA GLÓRIA.ELE É O DEUS CONNOSCO.
GRAÇAS A DEUS POR TODOS OS SÉCULOS SEM FIM.
PONHAMOS EM PRÁTICA AS OBRAS DE MISERICÓRDIA.

28 de novembro de 2009

PROGRAMA PARA O ADVENTO


Advento, tempo para viver

Buscando em cada dia que vier

Como que um presépio multicor,

Distribuido em dádivas de Amor,

É tarefa dum bom Cristão.


Faz as portas do teu coração

Ganhar os outros em aflição.


Habita o mundo no seu real.

Irás, assim, vencendo o mal.


Joeira o mau joio do trigo,

Luta por conquistar um amigo,

Mostrando-lhe que és seu parceiro

Nas difíceis horas da vida.


Ora, ora sempre e sem cessar.

Perdôa a quem de ti não gostar.


Queima o teu ego a ripostar

Repostas de mau pagador,

Sem querer sufragar um favor.


Tonifica o silêncio no teu labor

Unindo-te a Jesus, Deus Salvador

Vindouro ao mundo sem falar.


Xiricando, entre anjos, a estrela anuncia:

"Zela por Quem por ti nasceu um dia".


de Maria do Rosário Guerra

27 de novembro de 2009

O ADVENTO- INÍCIO DO ANO LITÚRGICO


O Advento

O Ano Escolar começa depois das férias do verão, e nem sempre é no mesmo dia.

O Ano Civil começa no dia 1 de Janeiro, e em todo o mundo faz-se a passagem de ano.

A Igreja também tem períodos de um ano, ao qual dá o nome de Ano Litúrgico.

O Ano Litúrgico começa 4 Domingos antes do dia de Natal.

Ao conjunto desses Domingos chamamos de Domingos do Advento.

Imagina uma pessoa de quem gostas muito.
Se estiveres 1 ano inteiro sem a ver, e depois sabes que ela vem no dia seguinte visitar-te, como é que ficas?
No dia seguinte, por volta da hora em que chega onde estás?
E quando chega o que acontece?
O Advento é esse espírito de alegria.

É o ir ao encontro daquele que vem.

Jesus vem no Natal, e sabemos isso 4 Domingos antes.

Jesus já nasceu, e disse que havia de voltar depois de morrer e ressuscitar.

No Advento recordamos o nascimento de Jesus e o dia em que Jesus vai voltar. Quando, ninguém sabe!, mas Ele quer encontrar a nossa fé.

Como é que te vais preparar para receber Jesus?

PAINÉIS DO 1º DOMINGO DO ADVENTO











PREPARANDO O 1º DOMINGO DO ADVENTO


26 de novembro de 2009

ANTES DE DEITAR, ALIMENTEMOS A ALMA-A ORAÇÃO



A ORAÇÃO

Joana, muito consternada, pediu ao sacerdote que fosse a sua casa visitar o seu pai que se encontrava muito doente.
Quando chegou ao quarto do enfermo, o sacerdote encontrou-o na cama com a cabeça erguida por meio de almofadas.
Vendo um cadeira ao lado da cama, concluiu que o senhor José já sabia da sua vinda e disse:
-Suponho que já estava à minha espera?!
- Não, não estou. Quem é o senhor?
- Sou Sacerdote e a sua filha pediu-me para vir rezar consigo.
Quando vi essa cadeira vazia, ao lado da sua cama- continuou-supus que a tivessem colocado para mim, para podermos conversar um pouco.
-Ó, sim,a cadeira- disse o doente um tanto alheio.Pode fechar a porta?
O sacerdote, surpreendido, fechou-a.
- Olhe o que vou contar-lhe nunca o disse a ninguém, nem á minha filha.E prosseguiu:
- Passei toda a minha vida sem saber como se deve rezar.
Quando ia à igreja, ouvia muitas vezes o que se referia à oração, como se deve rezar e os benefícios que a oração traz. Mas isto de oração sempre me entrou por um ouvido e saiu por outro pois nunca lhe dei o verdadeiro valor e não tenho ideia de como rezar a preceito.
Por isso, há já muito tempo que me desliguei disso por completo.
Vinha isto acontecendo há uns quatro anos, quando por acaso, conversando com um amigo, ele me disse:
"José, isto de oração não é complicado. É simplesmente ter uma conversa com Jesus, como se faz com uma pessoa amiga.
-Aconselho-te que te sentes numa cadeira e ponhas outra vazia na tua frente. Depois, com muita fé, procura ver Jesus sentado nela diante de ti. Fazer isto não tem nada de dúvidas porque Ele disse que estaria sempre connosco. Fala com Ele, escuta-O como estás a fazer comigo agora.
-Fiz assim uma vez, gostei e continuo a fazê-lo ao longo do dia.
Tenho sempre muito cuidado que a minha filha me não veja pois poderá julgar que não estou bem e me queira internar no manicómio.TAMBÉM NÂO DEIXO NINGUÉM SENTAR-SE NESTA CADEIRA.
Ao ouvi-lo o sacerdote sentiu uma grande emoção e, com os olhos molhados disse ao doente ser muito bom aquele modo de proceder e não abandonasse aquela prática.
A seguir rezou um pouco com ele e deu-lhe a benção muito impressionado.
Dois dias depois , a joana voltou a procurar de novo o sacerdote para lhe dizer que o seu pai havia falecido.
O sacerdote perguntou-lhe:- Faleceu em paz?
-Sim! Quando saí de casa por volta das três horas da tarde , chamou-me, disse que me queria muito e beijou-me.
Fui ás compras e, uma hora depois voltei e encontrei-o morto...
Mas passou-se algo de estranho antes de morrer. Aproximou-se da cadeira que estava ao lado da cama, encostou-se a ela e foi ali que morreu.
O sacerdote impressionado, limpoU as lágrimas e respondeu:- Oxalá todos pudéssemos morrer assim.

PALAVRA DO SENHOR PARA HOJE


Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 21, 20-28
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Lucas:
Naquele tempo, 20Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína. 21Os que então se acharem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade. 22Porque estes serão dias de castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito. 23Ai das mulheres que, naqueles dias, estiverem grávidas ou amamentando, pois haverá grande angústia na terra e grande ira contra o povo. 24Cairão ao fio de espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos pagãos, até se completarem os tempos das nações pagãs. 25Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas. 26Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. 27Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade. 28Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.

- Palavra da salvação.
- Glória a Vós, Senhor



Comentário ao Evangelho do dia feito por São João Crisóstomo (c. 325-407)
Presbítero em Antioquia e posteriormente bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja
Homilia sobre a cruz e o ladrão (a partir da trad. de L'Année en fêtes, Migne 2000, p.282)
«Então, hão-de ver o Filho do Homem vir numa nuvem»
Saberás o quanto a cruz é um sinal do Reino? É com esse sinal que Cristo virá, aquando da Sua segunda e gloriosa vinda! Para que possamos avaliar até que ponto a cruz é digna de veneração, Ele fez dela um título de glória [...].
Sabemos que a Sua primeira vinda se fez em segredo, e essa discrição estava justificada: veio, com efeito, procurar o que estava morto. Mas essa segunda vinda passar-se-á de maneira diferente [...]. Então aparecerá a todos e ninguém terá necessidade de perguntar se Cristo está neste lugar ou naquele (Mt 24, 26) [...]; não será preciso perguntarmo-nos se Deus está de facto presente. Mas o que será preciso procurar saber, é se Ele vem com a cruz [...].
«Assim será a vinda do Filho do Homem [...], o Sol escurecerá, a Lua não dará a sua luz» (Mt 24, 27.29). A glória da Sua luz será tão grande que diante dela obscurecer-se-ão os astros mais brilhantes. «As estrelas cairão do céu [...]. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem.» (Mt 24, 29-30). Vês bem o poder do sinal da cruz? «O Sol escurecerá e a Lua não dará a sua luz», e a cruz, pelo contrário, brilhará, bem visível, para que saibas que o seu esplendor é maior que o do sol e o da lua. Tal como, quando entra o rei numa cidade, os soldados carregam aos ombros os estandartes reais e os levam à sua frente para assim anunciar a sua chegada, também assim, quando o Senhor descer do céu, a corte dos anjos e dos arcanjos, carregando esse sinal aos ombros, nos anunciará a chegada de Cristo, nosso Rei

ORAÇÃO DA TARDE- POEMA


Oração da Tarde

Que os raios dourados e abençoados da tarde,
que partem lentamente e sem muito alarde...
Deixem nesta tarde fresca e calma a benção
do Pai eterno de luz, de fervor e amor no coração...

Obrigado Deus Pai de explendor, brilho e subtileza
pela visão perfeita que permite ver tanta beleza...
Sinto no ar a canção dos anjos em belos estribilhos,
Peço a benção para a mulher, para mim e para os filhos...

Que nesta tarde a Virgem Maria, Mãe de amor por nós interceda
Que o fervor de nossa fé seja como o fôgo sagrado e sua labareda...
Que leve aos céus os nossos bons e sinceros pedidos em oração
Que leve também as nossas preces feitas com fé e muita devoção...

Tarde linda, portal do paraíso, fresta do eterno céu
o branco das nuvens etéreas é como um belo e sagrado véu...
Ave Maria do céu, Jesus Pai e Filho amado de Deus de Bondade
Sejamos por vós abençoados nesta brilhante e bela tarde...

Manoel Vitorio

ORAÇÃO DESTA MANHÃ COM JOÃO PAULO II


ORAÇÃO DA MANHÃ COM JOÃO PAULO II

Jesus eis-me com os anos todos que me deste como dom gracioso depois do meu nascimento, a conversar conTigo esta manhã.

Tu não cessas de me dar as Tuas graças e o Teu amor infinito. Todos estes anos foram entremeados de grandes alegrias, de provas de sucessos e contratempos nos revezes de saúde, de lutos e mais acontecimentos, como é normal nesta vida.

Com a Tua graça e socorro vou ultrapassando os obstáculos e avançando para Ti. Hoje sinto-me como expressão do Teu amor. A minha alma exulta de reconhecimento.

Mas encontro ao meu redor, pessoas de idade que Tu experimentas com provas muito fortes. Estão paralisadas, deficientes, dependentes, sem sequer ter, muitas vezes, força para Te rezar. Outras perderam o usos das faculdades mentais e já não podem esperar-Te, através do seu mundo irreal. Olho para esse mundo e pergunto:"E se fosse eu?".

Senhor. hoje mesmo enquanto possuo todas as minhas faculdades motoras e mentais, eu Te ofereço anticipadamente a minha aceitação da Tua vontade e, desde agora, quero afirmar que se uma ou outra destas provas me acontecerem, que elas possam servir para tua glória e salvação das almas.

Desde agora, Te peço, pelas pessoas que tiverem este humilde serviço de me virem ajudar.

Se um dia a minha doença me fizer perder as minhas faculdades mentais, a minha lucidez, desde já, Senhor,a minha submissão está diante de Ti, a que se seguirá uma silenciosa adoração, Se um dia o estado de inconsciência prolongada me vier a extenuar, eu quero que cada uma dessas horas que terei de viver, seja uma contínua acção de graças e que o meu último suspiro seja ainda um suspiro de amor.A minha alma guiada nesse instante pelas mãos de Maria se apresentará diante de Ti para cantar os teus louvores eternamente. Amen.

25 de novembro de 2009

MISTÉRIOS DOLOROSOS DO SANTO ROSÁRIO


REZEMOS OS MISTÉRIOS DOLOROSOS
1º MISTÉRO- A ORAÇÂO DE JESUS NO HORTO

2º MISTÉRIO- FLAGELAÇÃO DE JESUS PRESO À COLUNA


3º MISTÉRIO- JESUS É COROADO DE ESPINHOS



4º MISTÉRIO-JESUS A CAMINHO DO CALVÁRIO COM A CRUZ AOS OMBROS





5º MISTÉRIO- A AGONIA E MORTE DE JESUS NO CIMO DO CALVÁRIO





SANTO TERÇO-FONTE DE BENÇÃOS PARA O CORAÇÃO DE QUEM O REZA, ALEGRIA DE MARIA E CONSOLAÇÃO DO CORAÇÃO DE JESUS







EM CADA MISTÉRIO:

10 AVÉ- MARIAS

1 GLÓRIA AO PAI...

1- Ó MEU JESUS PERDOAI-NOS E LIVRAI-NOS DO FOGO DO INFERNO...


NO FINAL:

3 AVÉ- MARIAS PELAS INTENÇÕES MAIS PREMENTES

1 SALVÉ- RAÍNHA


SEMENTE DE NOVOS CRISTÃOS


SANGUE DE MÁRTIRES,

SEMENTE DE NOVOS CRISTÃOS

PALAVRA DO SENHOR PARA HOJE

Secretariado Nacional de Liturgia

«O seu poder é eterno »

Celebração da Missa


Data: 25-11-2009 Dia: Quarta
Semana: Tempo Comum XXXIV Tempo: T. Comum


ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 84, 9
O Senhor fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a todos os que a Ele se convertem de coração sincero.


ORAÇÃO COLECTA
Despertai, Senhor, a vontade dos vossos fiéis,
para que, correspondendo mais generosamente
à acção da graça divina,
recebamos maiores auxílios da vossa bondade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Liturgia da palavra: páginas seguintes


LEITURA I (anos ímpares) Dan 5, 1-6.13-14.16-17.23-28
«Apareceram dedos de mão humana e escreveram»

A estranha aparição, que Daniel vai interpretar para o rei, revela a justiça de Deus, que não deixa impune a acção sacrílega da profanação do templo, anuncia o fim do império caldeu e manifesta Deus como o Senhor da história dos homens.

Leitura da Profecia de Daniel
Naqueles dias, o rei Baltasar ofereceu um grande banquete a um milhar dos seus dignitários, na presença dos quais bebeu vinho. Sob a acção do vinho, Baltasar mandou buscar os vasos de ouro e de prata que seu pai, Nabucodonosor, tinha tirado do templo de Jerusalém, para beberem por eles o rei, os seus dignitários, as suas mulheres e as suas concubinas. Trouxeram então os vasos de ouro que tinham sido tirados do templo de Deus, em Jerusalém, e beberam por eles o rei, os seus dignitários, as suas mulheres e as suas concubinas. Beberam vinho e entoavam louvores aos seus deuses de ouro e de prata, de bronze e de ferro, de madeira e de pedra. De repente, apareceram dedos de mão humana, que escreveram em frente do candelabro, na cal da parede do palácio real. Ao ver essa mão que escrevia, o rei mudou de cor e os seus pensamentos perturbaram-no; cederam as articulações dos seus quadris e os joelhos batiam um contra o outro. Daniel foi introduzido à presença do rei e o rei dirigiu-lhe estas palavras: «És tu Daniel, um dos exilados de Judá, que o rei meu pai trouxe de Judá para aqui? Ouvi dizer que está em ti o espírito divino e que tens uma luz, uma inteligência e uma sabedoria superiores. Ouvi dizer também que podes interpretar e decifrar os enigmas. Se conseguires ler esta escrita e dar-me a sua interpretação, vestir-te-ás de púrpura, trarás ao pescoço o colar de ouro e serás o terceiro no governo do reino». Então Daniel tomou a palavra e disse ao rei: «Podes ficar com os teus dons e dar a outros os teus presentes. Contudo, vou ler ao rei essa escrita e dar a sua interpretação. Foi contra o Senhor do Céu que te ergueste, ao mandares buscar os vasos do seu templo, pelos quais bebeste vinho, com os teus dignitários, as tuas mulheres e as tuas concubinas. E entoaste louvores aos deuses de ouro e de prata, de bronze e de ferro, de madeira e de pedra, que não ouvem, não vêem nem entendem, mas não glorificaste o Deus que domina a tua respiração e dirige os teus caminhos. Por isso Ele enviou aquela mão que escreveu essas palavras. Eis a escrita que foi traçada: ‘Mené, Téquel, Parsin’: e esta é a sua interpretação: ‘Mené’, quer dizer, ‘Contado’: Deus contou o tempo do teu reinado e pôs-lhe termo; ‘Téquel’, quer dizer, ‘Pesado’: foste pesado na balança e achado sem peso; ‘Parsin’, quer dizer, ‘Dividido’: o teu reino foi dividido e dado aos medos e aos persas».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 62.63.64.65.66.67 (R. 59b)
Refrão: Louvai o Senhor, exaltai-O para sempre. Repete-se

Sol e lua, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Estrelas do céu, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Todos os ventos, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão
Fogo e calor, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Frio e geada, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão


ALELUIA Ap 2, 10c
Refrão: Aleluia. Repete-se
Sê fiel até à morte, diz o Senhor,
e dar-te-ei a coroa da vida. Refrão


EVANGELHO Lc 21, 12-19
« Todos vos odiarão por causa do meu nome;
mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá»

A destruição do templo e da cidade será acompanhada da perseguição. O que aconteceu aos habitantes de Jerusalém, como é descrito nesta leitura, repetiu-se, algum tempo depois, em todo o império romano. Nesta passagem anuncia-se um fim, fim que o foi para os perseguidores, não para os perseguidos, que, a esses, o Nome do Senhor por quem sofriam os salvou. Deste modo, o fim deste tempo litúrgico, que nos recorda o fim dos tempos, anuncia-nos a vitória pascal do Senhor, que, depois de crucificado, ressuscitou e vive para sempre.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Deitar-vos-ão as mãos e hão-de perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e às prisões, conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Assim tereis ocasião de dar testemunho. Tende presente em vossos corações que não deveis preparar a vossa defesa. Eu vos darei língua e sabedoria a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis entregues até pelos vossos pais, irmãos, parentes e amigos. Causarão a morte a alguns de vós e todos vos odiarão por causa do meu nome; mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».
Palavra da salvação

24 de novembro de 2009

SANTO ANDRÉ DUNG E COMPANHEIROS MÁRTIRES


Cancão Nova.com Liturgia Diária, Homilia Diária, Pedido de oração, Clube da evangelização
Santo André Dung-Lac e companheiros mártires
24 de Novembro

Neste dia comemoramos a santidade dos 117 mártires vietnamitas que testemunharam seu amor a Cristo, tanto na vida como na morte. O Papa João Paulo II, em 1988, canonizou na verdade alguns, dos muitos ousados na fé, que se encontram entre o período de 1830 até 1870.

O Vietnã conheceu a Boa-nova de Jesus Cristo no século XVI, e o acolheu em sua integridade: "Então, entregar-vos-ão à aflição, matar-vos-ão, sereis odiados por todos os pagãos por causa do meu nome...mas quem perseverar até o fim, este será salvo". (Mt 24,9-13)

Santo André Dung-Lac, era de família pobre, reconheceu a riqueza do Dom Sacerdotal e foi ordenado Padre em 1823; em meio às perseguições desejava ardentemente testemunhar Jesus Cristo com o martírio, pois dizia que "aqueles que morrem pela fé sobem ao céu".

Na Ásia, iniciou-se grande perseguição aos cristãos. De 1625 a 1886, os governantes tudo fizeram para despertar o ódio e a vingança contra a religião cristã e àqueles que anunciavam o Evangelho ou tornavam-se cristãos. Mas, quanto mais os perseguiam, mais aumentava o fervor dos cristãos. Esse período culminou com a morte de 117 santos: Sacerdotes, Bispos, pais de famílias, jovens, crianças, catequistas, seminaristas, militares. Todos estes mostrando a universalidade do chamado à Santidade com o próprio sangue

TEXTO DE SÃO JOSÉMARIA ESCRIVÁ


Josemaria
Textos de São Josemaria
As Bem-aventuranças

Vendo Ele as multidões, subiu ao monte e sentou-Se. Acercaram-se os seus discípulos e Ele, tomando a palavra, pôs-se a ensiná-los, dizendo: Bem aventurados os pobres de espírito… (Mt 5, 1 segs).

Como recorda o Catecismo da Igreja Católica, as Bem-aventuranças do Sermão da Montanha são o centro da pregação de Jesus, e nelas Deus chama-nos à sua própria bem-aventurança.

A pregação de São Josemaría Escrivá, que bebe directamente nas páginas do Evangelho, detém-se com frequência nas bem-aventuranças, propondo-as como ideal acessível a todos. São um ideal realizável – recorda – não uma utopia; constituem um programa apaixonante de vida que todos podemos levar a cabo na nossa existência, lutando cada dia com propósitos concretos de conversão e melhoramento.

Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
«Se desejas alcançar esse espírito, aconselho-te a que sejas sóbrio contigo e muito generoso com os outros. Evita os gastos supérfluos por luxo, por capricho, por vaidade, por comodidade…; não cries necessidades. Numa palavra, aprende com S. Paulo a viver na pobreza e a viver na abundância, a ter fartura e a passar fome, a ter de sobra e a padecer necessidade. Tudo posso naquele que me conforta (Fil 4, 12-13). E, como o Apóstolo, também sairemos vencedores da luta espiritual, se mantivermos o coração desapegado, livre de ataduras».
Amigos de Deus, n. 123

Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
«Gozas de uma alegria interior e de uma paz, que não trocas por nada. Deus está aqui: não há coisa melhor que contar-lhe a Ele as penas, para que deixem de ser penas».
Forja, n. 54

Bem aventurados os mansos, porque eles possuirão a terra.
«Fez-me pensar a frase dura, mas certa, daquele homem de Deus, ao reparar na altivez daquela criatura: “veste-se com a própria pele do diabo, a soberba”.

E veio à minha alma, por contraste, o desejo sincero de me revestir com a virtude que Jesus Cristo pregou, quia mitis sum et humilis corde – sou manso e humilde de coração – ; e que atraiu o olhar da Santíssima Trindade sobre a sua Mãe e nossa Mãe: a humildade, o sabermo-nos e sentirmo-nos nada».
Sulco, n. 726

Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
«Gravemo-lo bem na nossa alma, para que depois se note na nossa conduta: primeiro, justiça para com Deus. Essa é a pedra de toque da verdadeira fome e sede de justiça (Mt 5, 6), que a distingue da gritaria dos invejosos, dos ressentidos, dos egoístas, dos cobiçosos…Com efeito, negar ao nosso Criador e Redentor o reconhecimento dos abundantes e inefáveis bens que nos concede é uma atitude que encerra a mais tremenda e ingrata das injustiças. Vós, se vos esforçardes deveras por ser justos, considerareis frequentemente a vossa dependência de Deus – pois, que tens tu que não tenhas recebido? (1 Cor 4, 7) – para vos encherdes de agradecimento e de desejos de corresponder a um Pai que nos ama loucamente».
Amigos de Deus, n.167

Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
«Jesus Cristo resume e compendia toda a história da misericórdia divina: Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia (Mt 5, 7). E noutra ocasião: Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6, 36). Ficaram também muito gravadas em nós, entre muitas outras cenas do Evangelho, a clemência com a mulher adúltera, a parábola do filho pródigo, a ovelha perdida, a do devedor perdoado, a ressurreição do filho da viúva de Naim (Lc 7, 11-17) (…). Que segurança deve produzir-nos a comiseração do Senhor! »
Cristo que passa, n. 7

Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
«Por vocação divina, alguns terão de viver essa pureza no matrimónio; outros, pelo contrário, renunciando aos amores humanos, para corresponderem única e apaixonadamente ao amor de Deus. Nem uns nem outros devem ser escravos da sensualidade, mas senhores do seu corpo e do seu coração, para os poderem dar sacrificadamente aos demais. (…)

A santa pureza não é a única nem a principal virtude cristã: contudo, é indispensável para perseverar no esforço diário da nossa santificação e, sem ela, não é possível dedicar-se ao apostolado. A pureza é consequência do amor com que entregámos ao Senhor a alma e o corpo, as potências e os sentidos. Não é uma negação, é uma afirmação gozosa».
Cristo que passa, n. 5

Bem aventurados os pacíficos, porque eles serão chamados filhos de Deus.
«Tarefa do cristão: afogar o mal em abundância de bem. Não se trata de campanhas negativas, nem de ser anti-nada. Pelo contrário: viver de afirmação cheios de optimismo, com juventude, alegria e paz; ver com compreensão a todos: aos que seguem Cristo e aos que O abandonam ou não O conhecem.

- Mas compreensão não significa abstencionismo, nem indiferença, mas actividade».
Sulco, n. 864

Bem aventurados os perseguidos por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
«O desprezo e a perseguição são benditas provas da predilecção divina, mas não há prova e sinal de predilecção mais belos do que este: passar despercebido».
Caminho, n. 959

Bem aventurados sois, quando, por minha causa, vos injuriarem e perseguirem e disserem, falsamente, contra vós toda a espécie de mal. Alegrai-vos e exultai, porque será grande nos Céus a vossa recompensa.
«Ante as acusações que consideramos injustas, examinemos a nossa conduta, diante de Deus, cum gaudio et pace, com alegre serenidade, e rectifiquemos, ainda que se trate de coisas inocentes, se a caridade no-lo aconselha.
Lutemos por ser santos, cada dia mais: e, depois, “que digam o que quiserem”, sempre que a esses ditos se lhes possa aplicar aquela bem-aventurança: beati estis cum…dixerint omne malum adversus vos mentientes propter me, bem aventurados sereis quando vos caluniarem por minha causa».

PALAVRA DO SENHOR

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 84, 9
O Senhor fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a todos os que a Ele se convertem de coração sincero.


ORAÇÃO COLECTA
Despertai, Senhor, a vontade dos vossos fiéis,
para que, correspondendo mais generosamente
à acção da graça divina,
recebamos maiores auxílios da vossa bondade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Liturgia da palavra: páginas seguintes


LEITURA I (anos ímpares) Dan 2, 31-45
«Deus fará surgir um reino que jamais será destruído
e reduzirá a nada todos os reinos»

Ao fazer a interpretação do sonho do rei, Daniel anuncia a sucessão dos reinos terrenos e a sua destruição até ao aparecimento do reino do Messias, o qual jamais passará, porque é definitivo e eterno. De novo, a palavra de Deus, hoje por meio do profeta Daniel, nos revela o mistério da história, que é algo de muito mais profundo do que a simples enumeração dos acontecimentos ou até a sua interpretação puramente racional. A história encerra realmente um mistério: nela se vai revelando o desígnio de Deus sobre o mundo, que só a própria palavra de Deus nos pode fazer compreender.

Leitura da Profecia de Daniel
Naqueles dias, Daniel disse ao rei Nabucodonosor: «Tu, ó rei, tiveste esta visão: apareceu uma grande estátua, uma estátua gigantesca e de extraordinário esplendor: erguia-se diante de ti e o seu aspecto era terrível. A cabeça da estátua era de ouro fino, o peito e os braços eram de prata, o ventre e as coxas eram de bronze, as pernas eram de ferro e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro. Estavas a olhar para ela, quando uma pedra se deslocou sem intervenção de mão alguma e foi bater nos pés da estátua, que eram de ferro e de barro, e reduziu-os a pó. Então pulverizaram-se ao mesmo tempo o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, e ficaram como a moinha das eiras no verão: levou-os o vento e não ficou rasto deles. A pedra que tinha batido na estátua tornou-se uma grande montanha e encheu toda a terra. Foi esse o sonho; e daremos a sua interpretação diante do rei: Tu, ó rei, és o rei dos reis, a quem o Deus do Céu deu a realeza, o poder, a força e a glória. Ele entregou-te nas mãos os filhos dos homens, os animais dos campos e as aves do céu, onde quer que eles habitem, e fez-te senhor de todos eles. És tu a cabeça de ouro. Depois de ti surgirá outro reino, inferior ao teu; a seguir, um terceiro reino, um reino de bronze, que dominará toda a terra. E haverá um quarto reino, duro como o ferro. Assim como o ferro tudo esmaga e despedaça, esse reino esmagará e despedaçará todos os outros. Os pés e os dedos que viste, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, significam um reino dividido. Terá a solidez do ferro e por isso viste o ferro misturado com o barro mole. Mas se os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, é porque o reino será em parte forte e em parte frágil. Viste o ferro misturado com a argila: assim também as duas partes se hão-de ligar por geração humana; mas não se hão-de unir solidamente, como o ferro não pode misturar-se com o barro. No tempo desses reis, o Deus do Céu fará surgir um reino que jamais será destruído e cuja soberania nunca passará a outro povo. Esmagará e reduzirá a nada todos esses reinos, mas ele permanecerá para sempre. É o que significa a pedra que viste desprender-se da montanha sem intervenção de mão alguma e pulverizar o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O grande Deus fez saber ao rei o que vai acontecer em seguida. O sonho é verdadeiro e fidedigna a sua explicação».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 57.58.59.60.61 (R. 59b)
Refrão: Louvai o Senhor, exaltai-O para sempre. Repete-se

Obras do Senhor, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Céus, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Anjos do Senhor, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Águas que estais sobre os céus, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Poderes do Senhor, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão


ALELUIA Ap 2, 10c
Refrão: Aleluia. Repete-se
Sê fiel até à morte, diz o Senhor,
e dar-te-ei a coroa da vida. Refrão


EVANGELHO Lc 21, 5-11
«Não ficará pedra sobre pedra»

Jesus anuncia a ruína de Jerusalém, a partir da observação que alguns fazem, chamando-Lhe a atenção para a beleza do templo. De facto, o templo e a cidade foram destruídos, pisados pelos pagãos, e o culto de Deus substituído, pelo menos durante algum tempo, pelo culto de ídolos. É que, antes de os lugares terem sido profanados, já o coração dos homens o tinha sido.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, comentavam alguns que o templo estava ornado com belas pedras e piedosas ofertas. Jesus disse-lhes: «Dias virão em que, de tudo o que estais a ver, não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído». Eles perguntaram-Lhe: «Mestre, quando sucederá isto? Que sinal haverá de que está para acontecer?». Jesus respondeu: «Tende cuidado; não vos deixeis enganar, pois muitos virão em meu nome e dirão: ‘Sou eu’; e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não os sigais. Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis: é preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim». Disse-lhes ainda: «Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terramotos e, em diversos lugares, fomes e epidemias. Haverá fenómenos espantosos e grandes sinais no céu».
Palavra da salvação

NO COMEÇO DUM NOVO DIA


ESTE DIA É TODO PARA TI COM TUDO O QUE NELE FIZER. ELE É VOSSO E VÓS MO DESTE.

DOCE CORAÇÃO DE JESUS, VENHA A NÓS O VOSSO REINO.

ORAÇÃO DA NOITE


23 de novembro de 2009

ORAÇÃO DA NOITE




+Pelo sinal da santa cruz,
+livre-nos Deus nosso Senhor,
+dos nossos inimigos.
+Em nome do Pai, do Filho e do Espírito santo.Amen
ORAÇÃO
Meu Deus e Senhor, em quem creio e espero,
a quem adoro e amo
de todo o meu coração,
eu Vos dou graças por me terdes criado,remido, feito cristão e conservado este dia.
Dai-me luz para conhecer os meus pecados e graça para me arrepender deles.
EXAME DE CONSCIÊNCIA
1-Como cumpri os meus deveres para com Deus?
2- Como pratiquei a caridade para com o próximo?
3- Como foi a atenção com que participei na Santa missa?
4- Como foi a minha acção de graças após a Sagrada Comunhão?
5- Como cumpri os meus deveres de estado em casa e família?
Acto de contrição
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos quero amar com todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido. Com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente corrigir-me e não mais Vos tornar a ofendere ser mais fiel ao Vosso amor.
Peço e espero o perdão das minhas culpas, pela Vossa infinita misericórdia. Amen
Virgem Mãe guardai-me sempre no Vosso coração.
ORAÇÃO PELO SANTO PADRE
Ó, Deus, pastor e guia de todos os fiéis, olhai benigno para o vosso servo, o Santo Padre Bento XVI, a quem constituiste Pastor da vossa Igreja e concedei-Lhe, eu vos peço, as luzes e forças necessárias para bem orientar o rebanho que lhe confiaste.
Por intercessão do Coração Imaculado de Maria, lhe sejam por Jesus as graças necessária para levar a bom termo a sua difícil tarefa salvífica.
TUDO POR VÓS, SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA

SÃO CLEMENTE I - PAPA


São Clemente I, Papa e Mártir


Comemoração litúrgica: 23 de novembro

Pontificado - 92 a 101 d.C.


São Clemente, natural de Roma, era discípulo de São Pedro e São Paulo. Acompanhando a este nas viagens evangelizadoras, com ele dividiu as fadigas, sofrimentos e perseguições da vida apostólica. É a ele que o Apóstolo dos Gentios se refere, quando na Epístola aos Filipenses (4,3) diz: "Peço-vos que auxilieis aqueles também que, como Clemente e outros, comigo trabalharam, cujos nomes estão inscritos no Livro da Vida". Estas palavras lhe documentaram a dedicação e fé, o zelo pelas causas de Deus e das almas. Se a mansidão e caridade lhe mereceram o nome de clemente, foi sem dúvida pela atividade apostólica, que São Pedro lhe conferiu a dignidade episcopal.

Os primeiros sucessores de São Pedro, na Sé apostólica e no martírio, foram São Lino e Anacleto (São Cleto). Na quase certeza de perder a vida por Jesus Cristo e a Igreja, São Clemente assumiu o governo da Barca de São Pedro em 92. Eram tempos cheios de apreensões para a jovem Igreja. A Autoridade romana ameaçava com uma nova perseguição e no seio da Igreja mesma reinavam dissenções, que prometiam degenerar em cisma. Era principalmente a Igreja dede Corinto o teatro de graves perturbações. Os ânimos estavam irritadíssimos e tudo indicava a iminência de uma cisão, provocada - assim se acreditava geralmente - pelas paixões que predominavam numa eleição episcopal. São Clemente dirigiu aos Coríntios uma carta apostólica em que documenta ao mesmo tempo grande circunspecção, prudência, caridade e firmeza. Tão boa aceitação teve esta carta, que não só em Corinto, mas também em todas as Igrejas era lida durante muitos anos, juntamente com as epístolas dos Apóstolos.

Dividindo a cidade de Roma em sete distritos, determinou para cada distrito um advogado, com a incumbência de ativar conscienciosamente tudo que se relacionava aos cristãos, suas virtudes, os processos judiciários a que haviam de responder, o modo como se haviam perante a autoridade perseguidora, declarações públicas que faziam, o martírio e a morte. Estes protocolos, chamados atos dos mártires, eram lidos nas reuniões dos fiéis. Ao zelo apostólico do Santo Papa abriram-se as portas do próprio palácio imperial. Domitila, irmã do imperador Domiciano, cuja ferocidade contra os cristãos era conhecida, se converteu à Religião de Jesus Cristo. Ainda mais: exemplo foi de todas as virtudes e para os cristãos perseguidos, um anjo de caridade, naqueles tempos aflitivos.

O imperador Trajano, vendo na propagação da religião cristã um perigo social e religioso para o império e reconhecendo no Papa rival temível, citou-o perante o tribunal e com ameaças de morte exigiu-lhe a abjuração da fé e o culto dos deuses nacionais. São Clemente não hesitou nem um momento e na presença da suprema autoridade romana, fez uma profissão de fé belíssima, que não deixou o imperador em dúvida sobre a improficuidade do seu tentâmem. Aconteceu o que era de esperar: O Papa foi condenado à morte. O Breviário Romano, diz que o santo Papa foi, com muitos cristãos, desterrado para a península da Criméia, onde haviam de trabalhar nas pedreiras e minas. Se para Clemente era um consolo poder partilhar a escravidão com seus filhos em Cristo, estes mais facilmente se conformavam com a triste sorte, vendo junto de si o Pai querido, o representante de Deus na Terra.

O que mais atormentava os pobres cristãos, era a falta absoluta de água, no lugar onde trabalhavam. Muito penoso era o transporte deste precioso líquido, que só se achava na distância de seis milhas. Clemente pediu a Deus que se compadecesse do povo, como se compadecera dos israelitas no deserto. Terminada a oração, viu no alto duma montanha um cordeirinho que, com a pata direita levantada, parecia indicar um determinado lugar. O santo Papa dirigiu-se imediatamente ao lugar onde lhe aparecera o cordeirinho e com uma enxada pôs-se a cavar a terra. Qual não lhe foi a alegria, quando logo ao primeiro golpe, viu brotar água, água deliciosa e tão abundante que, desde aquele dia teve termo a aflição dos cristãos. Estes milagre não só contentou a estes; também os pagãos que, vendo em Clemente um enviado do Céu, a ele se dirigiram pedindo fossem aceitos como catecúmenos. Assim muitos idólatras se tornaram adoradores de Jesus Cristo e os templos pagãos, antes antros do mais abjeto culto diabólico, transformaram-se em igrejas cristãs. Este espetáculo grandioso perante Anjos e homens despertou naturalmente o ódio nos corações dos sacerdotes pagãos, que se apressaram em denunciar Clemente.

A resposta imperial não se deixou esperar. O governador Aufidiano, autorizado por Trajano a pôr um dique à propaganda cristã, custasse o que custasse, condenou à morte Clemente e intimou os cristãos a que abandonassem a religião de Cristo. Algemado, foi Clemente levado a um navio, que o transportou ao alto mar. Lá chegado, puseram-lhe uma âncora de ferro ao pescoço e precipitaram-no na água. Isto aconteceu a 23 de novembro do seu último ano apostólico. Os cristãos consternados pela perda do seu Pastor, pediram a Deus que não deixasse o corpo do mártir entregue ao jogo das ondas, mas que restituísse ao carinho e à veneração dos filhos espirituais.

Aufidiano e sua gente mal se tinham afastado, quando o mar espontaneamente, retrocedeu a uma distância de três milhas, até o lugar onde tinha sido mergulhado o corpo do santo Papa-Mártir. O mais que aconteceu, foi de todo extraordinário. Aos olhos pasmados dos cristãos apresentou-se um pequeno templo de mármore branco. Pressurosos correram para lá e, chegando ao templo, nele encontraram o corpo de São Clemente, colocado num ataúde, tendo ao lado a âncora pesada. Quando se dispuseram a retirar suas santas relíquias, Deus manifestou sua vontade, que não o fizessem; que o deixassem repousar no mesmo lugar e que o mar, anualmente, durante sete dias, franqueasse o acesso ao túmulo. Assim aconteceu. As relíquias de São Clemente ficaram no fundo do mar, guardadas por santos Anjos, até o século IX, quando, sob o governo do Papa Nicolau I, os santos missionários Cirilo e Metódio as trouxeram para Roma, onde foram depositadas na Igreja de São Clemente, onde se acham até agora.

O QUE È O ADVENTO?



O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal

APOSTOLADO DE ORAÇÃO

REUNIÃO ANUAL DOS DIRECTORES DIOCESANOS

1. O Apostolado da Oração, modo eficaz de viver o sacerdócio comum dos fiéis

O tema escolhido pelo Secretariado Nacional para o Apostolado da Oração no ano pastoral 2009-2010 foi “O A. O., modo eficaz de viver o sacerdócio comum dos fiéis”. A apresentação do mesmo fez-se por meio de duas intervenções, do Dr. Elias Couto e do P. Dário Pedroso, S.J. Na introdução ao tema, o P. Dário Pedroso explicou que o mesmo procura inserir o Apostolado da Oração na vida da Igreja universal, marcada pelo “Ano Sacerdotal” proclamado pelo Papa Bento XVI. Sendo este um ano dedicado sobretudo ao sacerdócio ministerial, salientou o P. Dário Pedroso, constitui também uma oportunidade para reflexão sobre a participação de todos os fiéis, pelo baptismo, no sacerdócio de Cristo.

Na sua intervenção, Elias Couto tratou o sacerdócio comum dos fiéis na perspectiva do “oferecimento do dia”, acto fundamental da vida orante dos membros do Apostolado da Oração. Depois de algumas breves considerações sobre a origem do sacerdócio cristão e sobre a importância do “sacerdócio comum”, centrou a sua atenção na atitude do “oferecimento”: oferecer o dia a Deus, com Cristo, para viver o dia em atitude de oferecimento. Daqui retirou como consequência a necessidade de transformar o “oferecimento do dia” numa atitude espiritual que dura o dia todo e transforma lentamente a vida de quem o faz.

O P. Dário Pedroso, por seu lado, reflectiu sobre o “sacerdócio comum e dimensão eucarística”. Salientou o facto de o Apostolado da Oração ter uma dimensão profundamente eucarística, que insere os seus membros no dinamismo da oferta sacerdotal de Cristo, na Eucaristia, e os ensina a ser “hóstia viva” com Cristo. Neste dinamismo, há três dimensões fundamentais: a celebração, na qual o cristão oferece a sua vida com Cristo; a comunhão, por meio da qual Cristo permanece no cristão e este n’Ele; a adoração, pela qual, unido a Jesus Eucaristia, o cristão responde ao apelo do Mestre a “vigiar com Ele”. Estas dimensões confluem todas numa atitude vital: a caridade, de que a Eucaristia é verdadeira escola, na qual o cristão deve aprender o essencial do seu sacerdócio: o amor

PALAVRA DO SENHOR

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Evangelho do dia
Dia Litúrgico: Tempo Comum, Semana XXXIV, Segunda-Feira
Evangelho (Lc 21,1-4): Naquele tempo, ao levantar os olhos, Jesus viu pessoas ricas depositando ofertas no cofre. Viu também uma viúva necessitada que deu duas moedinhas. E ele comentou: «Em verdade, vos digo: esta viúva pobre deu mais do que todos os outros. Pois todos eles depositaram como oferta parte do que tinham de sobra, mas ela, da sua pobreza, ofereceu tudo que tinha para viver».


Comentário: Rev. D. Àngel Eugeni PÉREZ i Sánchez (Barcelona, Espanha)
Mas ela, da sua pobreza, ofereceu tudo que tinha para viver
Hoje, como quase sempre, as coisas pequenas passam ignoradas, pequenas esmolas, sacrifícios pequenos, pequenas orações (jaculatórias), mas o que parece pequeno e sem importância constitui muitas vezes a trama e também o remate das obras-primas: tanto das grandes obras de arte como da obra máxima da santidade pessoal.

Pelo fato de essas coisas pequenas passarem desconhecidas, a sua retidão de intenção está garantida: com elas não procuramos o reconhecimento dos outros, nem a glória humana. Só Deus as descobrirá no nosso coração, como só Jesus se apercebeu da generosidade da viúva. É mais do que garantido que a pobre mulher não anunciou o seu gesto com um toque de trompete e até é possível que se envergonhasse bastante e se sentisse ridícula perante o olhar dos ricos, que deitavam grandes donativos no cofre do templo e disso faziam alarde. Porém, a sua generosidade, que a levou a tirar forças da fraqueza no meio da sua indigência, mereceu o elogio do Senhor, que vê o coração das pessoas: «Em verdade, vos digo: esta viúva pobre deu mais do que todos os outros. Pois todos eles depositaram como oferta parte do que tinham de sobra, mas ela, da sua pobreza, ofereceu tudo que tinha para viver» (Lc 21,3-4).

A generosidade da viúva pobre é uma boa lição para nós, discípulos de Cristo. Podemos dar muitas coisas, como os ricos que «depositavam as suas ofertas no cofre» (Lc 21,1), mas nada disso terá valor se só dermos daquilo que nos sobra, sem amor e sem espírito de generosidade, sem nos oferecermos a nós próprios. Diz Sto. Agostinho: «Eles punham os olhos nas grandes oferendas dos ricos, louvando-os por isso. Porém, logo viram a viúva, quantos viram aquelas duas moedas?... Ela deu tudo o que possuía. Tinha muito, porque tinha Deus no seu coração. É muito mais ter Deus na alma do que ouro na arca». É bem certo: se somos generosos com Deus, muito mais o será Ele conosco

ORAÇÃO DA MANHÃ


Meu Deus, este novo dia, que seja todo ele para vossa glória e para Vossa honra.

Ofereço-Vos, ó meu Deus em união com o Vosso divino Coração e com o Coração Imaculado de Maria, todas as minhas orações,obras e sofrimentos deste dia, em reparação dos ultrages c sacrilégios com que estais constantemente a ser ofendido. Ofereço-me também pelas intenções do apostolado da oração para este mês e para este dia,bem como, pelas as intenções do Santo Padre.

Ao começar este dia, eu vos saúdo, ó Maria, cheia de graça. O Senhor é convosco entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus

Virgem Santíssima guardai todos os meus pensamentos e afectos deste dia. que eles sejam todos encaminhados para glória do Rei dos reis.. Alcançai-me a Graça de tudo ser feito com a maior pureza de intenção e para agradar a Deus a fim de que dEle receba a Sua divina benção.

Que o Vosso Coração me leve a adorar a Santíssima Trindade em cada acto da minha vida ,pois que só por Ela, sou capaz de ter forças para o abandono na exaltação do Seu Deus Único.

Anjo da Guarda, minha companhia, guardai a minha alma de noite e de dia.

São José e meu santos protectores, livrai-me de ofender o Autor da minha vida e existência.

Avé- Maria, cheia de graça, toda Formosa, ó Maria com Jesus, rogai por mim e por todos os pecadores e convertei-nos a todos para glória do nosso Deus e Senhor.Amen.

ORAÇÃO DA NOITE- SALMO 4


2-Quando vos invoco, respondei-me, ó Deus da minha justiça,
vós, que na hora da angústia me confortastes.
tende piedade de mim e ouvi a minha oração.
3-Ó poderosos, até quando tereis o coração endurecido
no amor das vaidades e na busca da mentira?
4- O Senhor escolheu como eleito uma pessoa admirável;
o Senhor ouviu-me quando O invoquei.
5- Tremei mas sem pecar
reflecti em vossos corações
quando estiverdes nos vossos leitos, em silêncio.*
6- Oferecei os vossos sacrifícios com sinceridade
e esperai o Senhor.
7-Dizem muitos:"Quem nos dará a Felicidade?"
Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz da vossa face.
8- Pusestes no meu coração mais alegria
do que quando abundam o trigo e o vinho.
9- Apenas me deito, logo adormeço em paz,
porque a segurança do meu repouso
vem de vós, Senhor.

Glória ao pai, ao Filho e Ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre. Amen.


22 de novembro de 2009

DIA DE SANTA CECÍLIA-22 DE NOVEMBRO


SANTA CECÍLIA- PADROEIRA DA MÚSICA

SANTA CECÍLIA

Virgin and martyr, patroness of church music, died at Rome.
This saint, so often glorified in the fine arts and in poetry, is one of the most venerated martyrs of Christian antiquity. The oldest historical account of St. Cecilia is found in the "Martyrologium Hieronymianum"; from this it is evident that her feast was celebrated in the Roman Church in the fourth century. Her name occurs under different dates in the above-mentioned martyrology; its mention under 11 August, the feast of the martyr Tiburtius, is evidently a later and erroneous addition, due to the fact that this Tiburtius, who was buried on the Via Labicana, was wrongly identified with Tiburtius, the brother-in-law of St. Cecilia, mentioned in the Acts of her martyrdom. Perhaps also there was another Roman martyr of the name of Cecilia buried on the Via Labicana. Under the date of 16 September Cecilia is mentioned alone, with the topographical note: "Appiâ viâ in eâdem urbe Româ natale et passio sanctæ Ceciliæ virginis (the text is to be thus corrected). This is evidently the day of the burial of the holy martyr in the Catacomb of Callistus. The feast of the saint mentioned under 22 November, on which day it is still celebrated, was kept in the church in the Trastevere quarter at Rome, dedicated to her. Its origin, therefore, is to be traced most probably to this church. The early medieval guides (Itineraria) to the burial-places of Roman martyrs point out her grave on the Via Appia, next to the crypt of the Roman bishops of the third century (De Rossi, Roma sotterranea, I, 180-181). De Rossi located the burial-place of Cecilia in the Catacomb of Callistus in a crypt immediately adjoining the crypt or chapel of the popes; an empty niche in one of the walls contained, probably, at one time the sarcophagus with the bones of the saint. Among the frescoes of a later time with which the wall of the sepulchre are adorned, the figure of a richly-dressed woman appears twice and Pope Urban, who was brought personal into close relation with the saint by the Acts of her martyrdom, is depicted once. The ancient titular church of Rome, mentioned above was built as early as the fourth century and is still preserved in the Trastevere. This church was certainly dedicated in the fifth century to the saint buried on the Via Appia; it is mentioned in the signatures of the Roman Council of 499 as "titulus sanctae Caeciliae" (Mansi, Coll, Conc. VIII, 236). Like some other ancient Christian churches of Rome, which are the gifts of the saints whose names they bear, it may be inferred that the Roman Church owes this temple to the generosity of the holy martyr herself; in support of this view it is to be noted that the property, under which the oldest part of the true Catacomb of Callistus is constructed, belonged most likely, according to De Rossi's researches, to the family of St. Cecilia (Gens Caecilia), and by donation passed into the possession of the Roman Church. Although her name is not mentioned in the earliest (fourth century) list of feasts (Depositio martyrum), the fact that in the "Sacramentarium Leoniam", a collection of masses completed about the end of the fifth century, are found no less than five different masses in honour of St. Cecilia testifies to the great veneration in which the saint was at that time held in the Roman Church ["Sacram. Leon.", ed. Muratori, in "Opera" (Arezzo, 1771), XIII, I, 737, sqq.].
About the middle of the fifth century originated Acts of the martyrdom of St. Cecilia which have been transmitted in numerous manuscripts; these acts were also translated into Greek. They were utilized in the prefaces of the above-mentioned masses of the "Sacramentarium Leonianum". They inform us, that Cecilia, a virgin of a senatorial family and a Christian from her infancy, was given in marriage by her parents to a noble pagan youth Valerianus. When, after the celebration of the marriage, the couple had retired to the wedding-chamber, Cecilia told Valerianus that she was betrothed to an angel who jealously guarded her body; therefore Valerianus must take care not to violate her virginity. Valerianus wished to see the angel, whereupon Cecilia sent him to the third milestone on the Via Appia where he should meet Bishop (Pope) Urbanus. Valerianus obeyed, was baptized by the pope, and returned a Christian to Cecilia. An angel then appeared to the two and crowned them with roses and lilies. When Tiburtius, the brother of Valerianus, came to them, he too was won over to Christianity. As zealous children of the Faith both brothers distributed rich alms and buried the bodies of the confessors who had died for Christ. The prefect, Turcius Almachius, condemned them to death; an officer of the prefect, Maximus, appointed to execute this sentence, was himself converted and suffered martyrdom with the two brothers. Their remains were buried in one tomb by Cecilia. And now Cecilia herself was sought by the officers of the prefect. Before she was taken prisoner, she arranged that her house should be preserved as a place of worship for the Roman Church. After a glorious profession of faith, she was condemned to be suffocated in the bath of her own house. But as she remained unhurt in the overheated room, the prefect had her decapitated in that place. The executioner let his sword fall three times without separating the head from the trunk, and fled, leaving the virgin bathed in her own blood. She lived three days, made dispositions in favour of the poor, and provided that after her death her house should be dedicated as a church. Urbanus buried her among the bishops and the confessors, i.e. in the Catacomb of Callistus.
In this shape the whole story has no historical value; it is a pious romance, like so many others compiled in the fifth and sixth century. The existence of the aforesaid martyrs, however, is a historical fact. The relation between St. Cecilia and Valerianus, Tiburtius, and Maximus, mentioned in the Acts, has perhaps some historical foundation. These three saints were buried in the Catacomb of Praetextatus on the Via Appia, where their tombs are mentioned in the ancient pilgrim Itineraria. In the "Martyrologium Hieronymianum" their feast is set down under 14 April with the note: "Romae via Appia in cimiterio Prætextati"; and the octave under 21 April, with the comment: "Rome in cimiterio Calesti via Appia". In the opinion of Duchesne the octave was celebrated in the Catacomb of Callistus, because St. Cecilia was buried there. If, therefore, this second notice in the martyrology is older than the aforesaid Acts, and the latter did not give rise to this second feast, it follows that before the Acts were written this group of saints in Rome was brought into relation with St. Cecilia. The time when Cecilia suffered martyrdom is not known. From the mention of Urbanus nothing can be concluded as to the time of composition of the Acts; the author without any authority, simply introduced the confessor of this name (buried in the Catacomb of Praetextatus) on account of the nearness of his tomb to those of the other martyrs and identified him with the pope of the same name. The author of the "Liber Pontificalis" used the Acts for his notice of Urbanus. The Acts offer no other indication of the time of the martyrdom. Venantius Fortunatus (Miscellanea, 1, 20; 8,6) and Ado (Martyrology, 22 November) place the death of the saint in the reign of Marcus Aurelius and Commodus (about 177), and De Rossi tried to prove this view as historically the surest one. In other Western sources of the early Middle Ages and in the Greek "Synaxaria" this martyrdom is placed in the persecution of Diocletian. P.A. Kirsch tried to locate it in the time of Alexander Severus (229-230); Aubé, in the persecution of Decius (249-250); Kellner, in that of Julian the Apostate (362). None of these opinion is sufficiently established, as neither the Acts nor the other sources offer the requisite chronological evidence. The only sure time indication is the position of the tomb in the Catacomb of Callistus, in the immediate proximity of the very ancient crypt of the popes, in which Urbanus probably, and surely Pontianus and Anterus were buried. The earliest part of this catacomb dates at all events from the end of the second century; from that time, therefore, to the middle of the third century is the period left open for the martyrdom of St. Cecilia.
Her church in the Trastevere quarter of Rome was rebuilt by Paschal I (817-824), on which occasion the pope wished to transfer thither her relics; at first, however, he could not find them and believed that they had been stolen by the Lombards. In a vision he saw St. Cecilia, who exhorted him to continue his search, as he had already been very near to her, i.e. near her grave. He therefore renewed his quest; and soon the body of the martyr, draped in costly stuffs of gold brocade and with the cloths soaked in her blood at her feet, was actually found in the Catacomb of Prætextatus. They may have been transported thither from the Catacomb of Callistus to save them from earlier depredations of the Lombards in the vicinity of Rome. The relics of St. Cecilia with those of Valerianus, Tiburtius, and Maximus, also those of Popes Urbanus and Lucius, were taken up by Pope Paschal, and reburied under the high altar of St. Cecilia in Trastevere. The monks of a convent founded in the neighbourhood by the same pope were charged with the duty of singing the daily Office in this basilica. From this time the veneration of the holy martyr continued to spread, and numerous churches were dedicated to her. During the restoration of the church in the year 1599 Cardinal Sfondrato had the high altar examined and found under it the sarcophagi, with the relics of the saints, that Pope Paschal had transported thither. Recent excavations beneath the church, executed at the instigation and expense of Cardinal Rampolla, disclosed remains of Roman buildings, which have remained accessible. A richly adorned underground chapel was built beneath the middle aisle, and in it a latticed window, opening over the altar, allows a view of the receptacles in which the bones of the saints repose. In a side chapel of the church there have long been shown the remains of the bath in which, according to the Acts, Cecilia was put to death.
The oldest representations of St. Cecilia show her in the attitude usual for martyrs in the Christian art of the earlier centuries, either with the crown of martyrdom in her hand (e.g. at S. Apollinare Nuovo in Ravenna, in a sixth-century mosaic) or in the attitude of prayer, as an Orans (e.g. the two sixth and seventh-century pictures in her crypt). In the apse of her church in Trastevere is still preserved the mosaic made under Pope Paschal, wherein she is represented in rich garments as patroness of the pope. Medieval pictures of the saint are very frequent; since the fourteenth and fifteenth centuries she is given the organ as an attribute, or is represented as playing on the organ, evidently to express what was often attributed to her in panegyrics and poems based on the Acts, viz., that while the musicians played at her nuptials she sang in her heart to God only ("cantantibus organis illa in corde suo soi domino decantabat"); possibly the cantantibus organis was erroneously interpreted of Cecilia herself as the organist. In this way the saint was brought into closer relation with music. When the Academy of Music was founded at Rome (1584) she was made patroness of the institute, whereupon her veneration as patroness of church music in general became still more universal; today Cecilian societies (musical associations) exist everywhere. The organ is now her ordinary attribute; with it Cecilia was represented by Raphael in a famous picture preserved at Bologna. In another magnificent masterpiece, the marble statute beneath the high altar of the above-mentioned church of St. Cecilia at Rome, Carlo Maderna represented her lying prostrate, just as she had received the death-blow from the executioner's hand. Her feast is celebrated in the Latin and the Greek Church on 22 November. In the "Martyrologium Hieronymainum" are commemorated other martyrs of this name, but of none of them is there any exact historical information. One suffered martyrdom in Carthage with Dativus in 304