
15 de março de 2010
11 de novembro de 2009
LENDA DE SÃO MARTINHO

S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.
9 de novembro de 2009
A PROPÓSITO DE CORAÇÕES- LENDA CHINESA

ESCREVER NA AREIA
Dois amigos viajavam no deserto.Em determinado ponto da viagem, sentaram-se e um deles começou a discutir acabando por dar uma bofetada ao companheiro.O outro, revoltado e ofendido, mas sem nada dizer, baixou-se e no chão escreveu na areia:" Hoje, o meu Amigo bateu-me no rosto"
Fizeram as pazes e continuaram o caminho. Chegados a um oásis, como estavam cheios de calor, resolveram tomar banho.O que tinha sido esbofeteado, começou a afogar-se. O companheiro nadou até junto dele e salvou-o.Ao sair da água, pegou num estilete e sobre uma rocha escreveu:"Hoje ,o meu melhor amigo, salvou-me a vida".
Intrigado o amigo perguntou-lhe:"Por que é que depois de te ter agredido, escreveste na areia e agora escreveste numa pedra?"
Sorrindo o amigo respondeu:"Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, porque vem o vento, apaga tudo e tudo passa e tudo se perdôa. Mas quando esse amigo faz algo de grandioso, devemos escrever sobre rocha as memórias do coração. Assim nenhum vento as apagará.
Continuaram o caminho. Sentaram-se numa pedra para descansar. Viram então uns homens à beira da estrada e perguntaram-lhes:" Que levais aí nesse grande embrulho?"
Eles, muito tristes responderam:" Levamos um cadáver que encontrámos, para sepultar."
Apreensivos, ambos perguntaram:" De que morreu ele?"
Os homens responderam:" Assassinado, não com navalhas, nem balas, mas com um crime que não deixa marcas"-" A fome!"
Os dois companheiros,muito tristes, baixaram-se e escreveram num só amor:" Pai nosso que estais no céu, santificado seja o Vosso nome e dai a todos o pão de cada dia."
E seguiram caminhoacompanhando o cadáver.
23 de outubro de 2009
SEJAMOS PERSEVERANTES NA CAMINHADA ENCETADA


