Ontem,para o mundo, não existia,
mas Tu, sempre em mim pensaste.
O Amor, infundido nos meus pais,
mostrou-me a promissão
da terra que me esperava...
entre o duro e leve... reais.
Ainda de lá não saí.
As pastagens me vão sustendo,
com as mais variadas cores.
Vão-me crescendo,
em vidas vapores,
à sombra dos Teus odores.
Pelo Baptismo, fizeste-me, Senhor,
profeta dos Teus amores,
entre ânsias : do mundo conquistar,
de envolvê-lo na Tua Fé, na Tua Verdade,
no seio de Tua Igreja,
não obstante gelados arrepios,
furacões de ventos frios,
esfriando quem quer que seja.
Mas a pequenina hera
passou a outra era.
O profeta que em mim criaste
não desespera...
E, então, estende para Ti,
sempre no mesmo presente lugar,
a raiz do olhar da terra,
com bocas despertas:
falando de justiça,
fraternidade,
defesa dos pobres,
dos oprimidos pelo luxo.
Aqui, deste lugar, sou profeta
das mãos vazias,desesperadas,
esquecidas,esfomeadas,
Ninguéns esperando LIBERDADE
dada a conhecer, pela VERDADE!
Neste mesmo recanto,
com olhos de pranto,
grito nos corações sem amor,
esperando que o Teu rosto
de ternura e perdão,
de Vero e Bom Pastor,
ilumine, até à exaustão,
do nascer ao sol posto
quantos, neste mundo, esbanjam
a riqueza injusta e em vão,
quais perlas deitadas a porcos.
Vivida sempre neste lugar,
baptizada em missão,
lanço mais esta rede ao mar...
"Amai Cristo em cada irmão"!
de Maria do Rosário Guerra
25 de abril de 2010
LOUVOR,AO BOM PASTOR-SALMO 74
SALMO 74
2Nós vos louvamos, Senhor, nós vos louvamos
glorificamos o Vosso nome e anunciamos as vossas maravilhas.
3-No tempo que fixei, julgarei com rectidão.
4-Vacile, embora a terra com todos os seus habitantes,
fui eu quem deu firmeza às suas colunas.
5-Digo aos arrogantes: Não sejais insolentes;
aos ímpios: não levanteis a vossa fronte.
6Não ergais contra o Altíssimo a vossa cabeça,
deixai de falar a Deus com tanta insolência.
7 Não é do Oriente nem do Ocidente,
nem do deserto nem das montanhas que vem a salvação.
8 Mas Deus é o Juiz;
a um Ele abate, a outro Ele exalta.
9 Há na mão do Senhor uma taça
de vinho espumante e aromático.
Dela, dá de beber e até as fezes hão-de esgotá~la;
hão-de sorvê-la todos os ímpios da terra.
1o Eu porém, exultarei para sempre,
salmodiarei ao Deus de Jacob.
11Abaterei todas as potências dos ímpios,
enquanto o poder dos justos será exaltado.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito santo!
2Nós vos louvamos, Senhor, nós vos louvamos
glorificamos o Vosso nome e anunciamos as vossas maravilhas.
3-No tempo que fixei, julgarei com rectidão.
4-Vacile, embora a terra com todos os seus habitantes,
fui eu quem deu firmeza às suas colunas.
5-Digo aos arrogantes: Não sejais insolentes;
aos ímpios: não levanteis a vossa fronte.
6Não ergais contra o Altíssimo a vossa cabeça,
deixai de falar a Deus com tanta insolência.
7 Não é do Oriente nem do Ocidente,
nem do deserto nem das montanhas que vem a salvação.
8 Mas Deus é o Juiz;
a um Ele abate, a outro Ele exalta.
9 Há na mão do Senhor uma taça
de vinho espumante e aromático.
Dela, dá de beber e até as fezes hão-de esgotá~la;
hão-de sorvê-la todos os ímpios da terra.
1o Eu porém, exultarei para sempre,
salmodiarei ao Deus de Jacob.
11Abaterei todas as potências dos ímpios,
enquanto o poder dos justos será exaltado.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito santo!
24 de abril de 2010
ORAÇÃO DA NOITE COM SÃO GREGÓRIO EM LOUVOR DO BOM PASTOR
Ó Cristo, Bom Pastor, que deste a vida pela Tua grei,! Tu foste à procura da ovelha tresmalhada pelos montes e colinas...e encontraste-a.
Depois de a teres encontrado , puseste-a aos ombros. Essa mesma, levar-Te-ia um dia o madeiro da cruz e levando-a conTigo, reconduziste-a novamente para a vida do Céu...
Sentimos necessidade de que Tu, o nosso Deus assumisses a nossa carne e morresses para nos restituires a vida. Morremos conTigo para sermos justificados; ressuscitámos conTigo porque conTigo tínhamos sido crucificados. E, já que ressuscitamos conTigo, também conTigo havemos de ser glorificados.
Ó Senhor, Tu dizes:" Assim como o Pai me conhece, Eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas minhas ovelhas"(Jo.10-15). É como se dissesses: "nisto manifesta-se que Eu conheço o Pai e sou conhecido por Ele porque dou a minha vida pelas minhas ovelhas"... A Caridade não Te leva à morte pelas ovelhas, manifesta o Teu amor ao Pai.
Dizes também:"As minhas ovelhas ouvem a minha voz. Eu conheco-as e elas seguem-Me e Eu dou-lhes a vida eterna"(Ibid 27-28)
Pouco antes tinhas dito" Se alguém entrar por Mim, salvar-se-á, entrará e sairá e achará pastagens"(Ibid 9). Entrará pela fé, mas sairá passando da fé à visão, da facilidade de crer à contemplação e achará as pastagens do eterno banquete.
As tuas ovelhas acharão pastagens porque quem Te segue com coração simples, é apascentado com pastagens eternamente abundantes...E quais são estas pastagens senão as alegrias íntimas de um paraíso sempre verdejante e ameno? A pastagem dos Teus eleitos é o rosto de Deus sempre presente. Contemplando-o indefectivelmente, a alma fica saciada com o manjar eterno de vida.
Senhor, faz com que eu procure estas pastagens para gozar com todos os cidadãos dos Céus...Que se encha de ardor o meu desejo destas coisas celestes; amar deste modo é já um pôr-se a caminho.
Sê, Senhor , para mim e para todas as ovelhas do apridco, a esperança certa de vida. Amen!
Depois de a teres encontrado , puseste-a aos ombros. Essa mesma, levar-Te-ia um dia o madeiro da cruz e levando-a conTigo, reconduziste-a novamente para a vida do Céu...
Sentimos necessidade de que Tu, o nosso Deus assumisses a nossa carne e morresses para nos restituires a vida. Morremos conTigo para sermos justificados; ressuscitámos conTigo porque conTigo tínhamos sido crucificados. E, já que ressuscitamos conTigo, também conTigo havemos de ser glorificados.
Ó Senhor, Tu dizes:" Assim como o Pai me conhece, Eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas minhas ovelhas"(Jo.10-15). É como se dissesses: "nisto manifesta-se que Eu conheço o Pai e sou conhecido por Ele porque dou a minha vida pelas minhas ovelhas"... A Caridade não Te leva à morte pelas ovelhas, manifesta o Teu amor ao Pai.
Dizes também:"As minhas ovelhas ouvem a minha voz. Eu conheco-as e elas seguem-Me e Eu dou-lhes a vida eterna"(Ibid 27-28)
Pouco antes tinhas dito" Se alguém entrar por Mim, salvar-se-á, entrará e sairá e achará pastagens"(Ibid 9). Entrará pela fé, mas sairá passando da fé à visão, da facilidade de crer à contemplação e achará as pastagens do eterno banquete.
As tuas ovelhas acharão pastagens porque quem Te segue com coração simples, é apascentado com pastagens eternamente abundantes...E quais são estas pastagens senão as alegrias íntimas de um paraíso sempre verdejante e ameno? A pastagem dos Teus eleitos é o rosto de Deus sempre presente. Contemplando-o indefectivelmente, a alma fica saciada com o manjar eterno de vida.
Senhor, faz com que eu procure estas pastagens para gozar com todos os cidadãos dos Céus...Que se encha de ardor o meu desejo destas coisas celestes; amar deste modo é já um pôr-se a caminho.
Sê, Senhor , para mim e para todas as ovelhas do apridco, a esperança certa de vida. Amen!
24 MANEIRAS DE AMAR
1-Aprende o nome das pessoas que trabalham contigo e chama-as por eles.
2-Descobre os gosto das pessoas e dá-lhes esse prazer.
3- Sempre que possível, fala só bem das outras pessoas.
4-Sorri para todos, mesmo para os que não merecem.
5-Dá a saudação aos que por ti passam, ainda que não te correspondam.
6-Visita os doentes, principalmente os que estão sós em suas casas.
7-Empresta livros a quem tos pedir, mesmo que se percam alguns.
8-Presta favores sem esperar que tos peçam.
9-Esquece as ofensas e sorri se fores capaz.
10-Ouve um "chato" sem fazeres cara de vinagre.
11-Conversa com os surdos sem ficares nervoso.
12-Responde ao maior número possível de cartas, se tens muita correspondência.
13-Escuta com amabilidade os telefonemas que te fazem.
14-Arranja tempo para conversar com as crianças e não o julgues perdido.
15-Alegra os velhinhos e não faças deles senis.
16- Recorda os aniversários dos amigos, mesmo que esqueças o dia certo.
17-Oferece pequenos presentes aos que se julgam sós e sem amigos.
18-Comparece nas reuniões às horas certas. É melhor esperares que fazeres esperar.
19-Conta às pessoas as coisas boas da tua vida.
20-Relata às outras pessoas o bem que delas disseram.
21-Não sejas espírito de contradição quando falam contigo.
22-Expõe as tuas ideias, mas respeita as dos outros, serenamente.
23-Não te exaltes quando os outros precisam de ti.
24-Corrige os outros com muita dose de CARIDADE.
2-Descobre os gosto das pessoas e dá-lhes esse prazer.
3- Sempre que possível, fala só bem das outras pessoas.
4-Sorri para todos, mesmo para os que não merecem.
5-Dá a saudação aos que por ti passam, ainda que não te correspondam.
6-Visita os doentes, principalmente os que estão sós em suas casas.
7-Empresta livros a quem tos pedir, mesmo que se percam alguns.
8-Presta favores sem esperar que tos peçam.
9-Esquece as ofensas e sorri se fores capaz.
10-Ouve um "chato" sem fazeres cara de vinagre.
11-Conversa com os surdos sem ficares nervoso.
12-Responde ao maior número possível de cartas, se tens muita correspondência.
13-Escuta com amabilidade os telefonemas que te fazem.
14-Arranja tempo para conversar com as crianças e não o julgues perdido.
15-Alegra os velhinhos e não faças deles senis.
16- Recorda os aniversários dos amigos, mesmo que esqueças o dia certo.
17-Oferece pequenos presentes aos que se julgam sós e sem amigos.
18-Comparece nas reuniões às horas certas. É melhor esperares que fazeres esperar.
19-Conta às pessoas as coisas boas da tua vida.
20-Relata às outras pessoas o bem que delas disseram.
21-Não sejas espírito de contradição quando falam contigo.
22-Expõe as tuas ideias, mas respeita as dos outros, serenamente.
23-Não te exaltes quando os outros precisam de ti.
24-Corrige os outros com muita dose de CARIDADE.
DOMINGO DO BOM PASTOR
04º Domingo Páscoa - Bom PastorDomingo do Bom Pastor (Jo 10)
O 4º Domingo da Páscoa, também chamado de Domingo do Bom Pastor
- Dia de orações pelas vocações sacerdotais e religiosas.
O termo pastor ressoa na boca de Jesus como um título cristológico que fala simultaneamentede seu mistério e de sua missão, tendo raízes no Antigo Testamento. Com efeito, Iahweh é o Pastor que conduz o seu Povo, através de seus servos quais autênticos pastores nem sempre, porém, fiéis à missão. Daí o tema no Antigo Testamento revelar um forte acento messiânico-escatológico, isto é, Deus haveria de suscitar um Pastor plenamente fiel ao serviço às ovelhas. Este pastor, segundo o coração de Deus, anunciado pelos profetas e esperado por Israel, é o Messias: Jesus.
Ele se apresenta no Quarto Evangelho consciente não só de ser aquele pastor, mas também de que os que vieram antes dele eram ladrões e mercenários que dispersaram as ovelhas. Então,não só as reúne e defende, mas lhes dá a vida porque morre e ressuscita para isso. Justifica-se, pois, a escolha do relato do Quarto Domingo da Páscoa, por esta nítida relação estabelecida entre o pastoreio de Jesus e o momentode sua morte e ressurreição. Aliás, esta entrega de si é que justifica o qualitativo bom acrescido ao pastor.
Paulo VI percebeu a importância desta mensagem e fez deste Domingo uma Jornada Mundial de Orações pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas. Dessa maneira, enseja que à luz do Bom-Pastor que dá a vida compreendamos, aceitemos evalorizemos as vocações especiais na Igreja. O melhor modo de valorizá-las é perceber suas necessidades. Quem precisa pede, ora, implora. Há, pois,uma pequena sutileza no pedido que fazemos a Deus. É claro que pedimos vocações. Mas, na realidade, suplicamos que Ele conceda o dom que motiva o coração humano para a entrega de si mesmo, aquela disposição do Bom-Pastor que dá a vida, sem o que a Redenção não se efetua. Este dom é pedido, hoje, pela Igreja ao seu Pastor Supremo, sem o qual não há nem vocacionados nem a expressão visível Daquele que redimiu e congregou o Rebanho.
A imagem do Bom-Pastor, plena de conteúdo salvífico, permite também que toda obra e ministério eclesiais sejam chamados de Pastoral porque os batizados, segundo os carismas que possuem, são vocacionados ao serviço, dando a vida pela causa Daquele que se entregou por nós. Portanto, a imagem desperta a generosidade e a disponibilidade dos cristãos para o serviço na Igreja e no Mundo, à semelhança do pastoreio de Jesus.
O 4º Domingo da Páscoa, também chamado de Domingo do Bom Pastor
- Dia de orações pelas vocações sacerdotais e religiosas.
O termo pastor ressoa na boca de Jesus como um título cristológico que fala simultaneamentede seu mistério e de sua missão, tendo raízes no Antigo Testamento. Com efeito, Iahweh é o Pastor que conduz o seu Povo, através de seus servos quais autênticos pastores nem sempre, porém, fiéis à missão. Daí o tema no Antigo Testamento revelar um forte acento messiânico-escatológico, isto é, Deus haveria de suscitar um Pastor plenamente fiel ao serviço às ovelhas. Este pastor, segundo o coração de Deus, anunciado pelos profetas e esperado por Israel, é o Messias: Jesus.
Ele se apresenta no Quarto Evangelho consciente não só de ser aquele pastor, mas também de que os que vieram antes dele eram ladrões e mercenários que dispersaram as ovelhas. Então,não só as reúne e defende, mas lhes dá a vida porque morre e ressuscita para isso. Justifica-se, pois, a escolha do relato do Quarto Domingo da Páscoa, por esta nítida relação estabelecida entre o pastoreio de Jesus e o momentode sua morte e ressurreição. Aliás, esta entrega de si é que justifica o qualitativo bom acrescido ao pastor.
Paulo VI percebeu a importância desta mensagem e fez deste Domingo uma Jornada Mundial de Orações pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas. Dessa maneira, enseja que à luz do Bom-Pastor que dá a vida compreendamos, aceitemos evalorizemos as vocações especiais na Igreja. O melhor modo de valorizá-las é perceber suas necessidades. Quem precisa pede, ora, implora. Há, pois,uma pequena sutileza no pedido que fazemos a Deus. É claro que pedimos vocações. Mas, na realidade, suplicamos que Ele conceda o dom que motiva o coração humano para a entrega de si mesmo, aquela disposição do Bom-Pastor que dá a vida, sem o que a Redenção não se efetua. Este dom é pedido, hoje, pela Igreja ao seu Pastor Supremo, sem o qual não há nem vocacionados nem a expressão visível Daquele que redimiu e congregou o Rebanho.
A imagem do Bom-Pastor, plena de conteúdo salvífico, permite também que toda obra e ministério eclesiais sejam chamados de Pastoral porque os batizados, segundo os carismas que possuem, são vocacionados ao serviço, dando a vida pela causa Daquele que se entregou por nós. Portanto, a imagem desperta a generosidade e a disponibilidade dos cristãos para o serviço na Igreja e no Mundo, à semelhança do pastoreio de Jesus.
PEDIDO DO FUNDO DO CORAÇÃO
AVÉ MARIA! CHEIA DE GRAÇA!
O SENHOR É CONVOSCO!
BENDITA SOIS VÓS ENTRE AS MULHERES!
BENDITO É O FRUTO DO VOSSO VENTRE-JESUS!
SANTA MARIA! MÃE DE DEUS!
ROGAI POR NÓS, PECADORES!
AGORA E NA HORA DA NOSSA MORTE. AMEN!
Ó MARIA, RAINHA DO CLERO, DAI-NOS MUITOS
SANTOS SACERDOTES E BISPOS!
Ó MARIA, RAÍNHA DAS VOCAÇÕES!
DAI-NOS MUITAS E BOAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS E MISSIONÁRIAS.
Ó MARIA, CONSOLADORA DOS AFLITOS, AMPARAI O SANTO PADRE, OS BISPOS E SACERDOTES SANTOS E OS MUITOS MISSIONÁRIOS FIÉIS AOS VOTOS NO DIA DA SUA ORDENAÇÃO.
JESUS E MARIA, DAI-NOS LEIGOS VERDADEIRAMENTE BEM INTENCIONADOS, A TRABALHAR NO SEIO DA VOSSA IGREJA.
A TODOS CONCEDEI A GRAÇA DA SANTA HUMILDADE E A TRANSPARÊNCIA DE VIDA EM PUREZA.
O SENHOR É CONVOSCO!
BENDITA SOIS VÓS ENTRE AS MULHERES!
BENDITO É O FRUTO DO VOSSO VENTRE-JESUS!
SANTA MARIA! MÃE DE DEUS!
ROGAI POR NÓS, PECADORES!
AGORA E NA HORA DA NOSSA MORTE. AMEN!
Ó MARIA, RAINHA DO CLERO, DAI-NOS MUITOS
SANTOS SACERDOTES E BISPOS!
Ó MARIA, RAÍNHA DAS VOCAÇÕES!
DAI-NOS MUITAS E BOAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS E MISSIONÁRIAS.
Ó MARIA, CONSOLADORA DOS AFLITOS, AMPARAI O SANTO PADRE, OS BISPOS E SACERDOTES SANTOS E OS MUITOS MISSIONÁRIOS FIÉIS AOS VOTOS NO DIA DA SUA ORDENAÇÃO.
JESUS E MARIA, DAI-NOS LEIGOS VERDADEIRAMENTE BEM INTENCIONADOS, A TRABALHAR NO SEIO DA VOSSA IGREJA.
A TODOS CONCEDEI A GRAÇA DA SANTA HUMILDADE E A TRANSPARÊNCIA DE VIDA EM PUREZA.
23 de abril de 2010
ORAÇÃO DA LIBERTAÇÃO
Senhor, após estas horas de retiro, oprimida,inquieta, em suspense, estou mais aliviada, menos angustiada, mais livre, mais tranquíla, mais liberta, menos zangada, menos frustrada, mais forte, mais pequenina porque mais confiante na palavra que salva e conduz a bom termo os pecadores, obrigada!
Só Tu tens palavras de vida eterna, conduzes os errantes, consolas os aflitos, revitalizas o Teu reino de paz, justiça, verdadede e Caridade pujante de Amor!
Na Tua presença , respiro fundo por agora. A Barca de Pedro se erguerá, se escutarem a Tua palavra, mais pujante que nunca, e os Teus servos seguirão alto mar à procura do peixe que mata a fome dos sedentos do Teu êxito.Oro por Eles.
Tudo o que é efémero passa e só traz fastio, vazio, vergonha, derrota e arrependimento.
Guarda-me e protege-me como tens feito. Defende a minha ingenuídade que tantas vezes me assusta.
Leva os homens a confiarem totalmente na Virgem Santíssima. Ele será o seu refúgio.Amen!
Só Tu tens palavras de vida eterna, conduzes os errantes, consolas os aflitos, revitalizas o Teu reino de paz, justiça, verdadede e Caridade pujante de Amor!
Na Tua presença , respiro fundo por agora. A Barca de Pedro se erguerá, se escutarem a Tua palavra, mais pujante que nunca, e os Teus servos seguirão alto mar à procura do peixe que mata a fome dos sedentos do Teu êxito.Oro por Eles.
Tudo o que é efémero passa e só traz fastio, vazio, vergonha, derrota e arrependimento.
Guarda-me e protege-me como tens feito. Defende a minha ingenuídade que tantas vezes me assusta.
Leva os homens a confiarem totalmente na Virgem Santíssima. Ele será o seu refúgio.Amen!
JEREMIAS17,5-14-MÁXIMAS DE SABEDORIA
5-Eis o que diz o Senhor:
Maldito o homem que confia noutro homem,
que da carne faz seu apoio
e cujo coração vive distante do Senhor!
6- Assemelha-se ao cardo da charneca
e nem percebe a chegada do bom tempo,
habitando o solo calcinado do deserto,
terra salobre em que ninguém reside.
7- Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor
e cuja esperança é o Senhor.
8- Assemelha-se à árvore plantada perto da água
que estende as raízes para o arroio;
se vier o calor, ela não temerá,
e a sua folhagem continuará verdejante;
não a inquieta a seca de um ano,
pois ela continua a produzir frutos.
9- Nada mais ardiloso e irremediavelmente mau do que o coração.
Quem poderá compreendê-lo?
10- Eu, porém que sou o Senhor,
sondo os corações e esquadrinho os rins,
a fim derecompensar a cada um
segundo o seu comportamento e os frutos das suas acções.
11- Qual perdiz a chocar ovos que não pôs,
é assim aquele que pela fraude enriqueceu;
no meio da vida tem de deixá-los;
demonstra no seu fim, ser um insensato.
12- Trono sublime de glória antiga,
ó nosso santuário,
13-Senhor, sois a esperança de Israel,
confundidos serão todos os que Vos abandonarem,
e ficarão cobertos de vergonha
os que de vós se afastarem,
por terem deixado o Senhor, fonte das águas vivas.
14- Curai-me, Senhor, e ficarei curado,
salvai-me e serei salvo, porque sois a minh GLÓRIA.
Maldito o homem que confia noutro homem,
que da carne faz seu apoio
e cujo coração vive distante do Senhor!
6- Assemelha-se ao cardo da charneca
e nem percebe a chegada do bom tempo,
habitando o solo calcinado do deserto,
terra salobre em que ninguém reside.
7- Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor
e cuja esperança é o Senhor.
8- Assemelha-se à árvore plantada perto da água
que estende as raízes para o arroio;
se vier o calor, ela não temerá,
e a sua folhagem continuará verdejante;
não a inquieta a seca de um ano,
pois ela continua a produzir frutos.
9- Nada mais ardiloso e irremediavelmente mau do que o coração.
Quem poderá compreendê-lo?
10- Eu, porém que sou o Senhor,
sondo os corações e esquadrinho os rins,
a fim derecompensar a cada um
segundo o seu comportamento e os frutos das suas acções.
11- Qual perdiz a chocar ovos que não pôs,
é assim aquele que pela fraude enriqueceu;
no meio da vida tem de deixá-los;
demonstra no seu fim, ser um insensato.
12- Trono sublime de glória antiga,
ó nosso santuário,
13-Senhor, sois a esperança de Israel,
confundidos serão todos os que Vos abandonarem,
e ficarão cobertos de vergonha
os que de vós se afastarem,
por terem deixado o Senhor, fonte das águas vivas.
14- Curai-me, Senhor, e ficarei curado,
salvai-me e serei salvo, porque sois a minh GLÓRIA.
SANTA MARIA GORETTI
Santa Maria Goretti
Maria nasceu em 16 de outubro de 1890, em Corinaldo, província de Ancona, Itália. Filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini, terceira de sete filhos de uma família pobre de bens terrenos mas rica em fé e virtudes, cultivadas por meio da oração em comum, terço todos os dias e aos domingos Missa e sagrada Comunhão. No dia seguinte a seu nascimento, foi batizada e consagrada à Virgem. Aos seis anos recebeu o sacramento da Confirmação.
Depois do nascimento de seu quarto filho, Luigi Goretti, pela dura crise econômica que enfrentava, decidiu emigrar com sua família às grandes planícies dos campos romanos, ainda insalubres naquela época.
Instalou-se em Ferriere di Conca, colocando-se a serviço do conde Mazzoleni, neste lugar Maria mostra claramente uma inteligência e uma maturidade precoce, onde não existia nenhum pingo de capricho, nem de desobediência, nem de mentira. É realmente o anjo da família.
Após um ano de trabalho esgotante, Luigi contraiu uma doença fulminante, a malária, que o levou à morte depois de padecer por dez dias. Como conseqüência da morte de Luigi, Assunta teve que trabalhar deixando a casa a cargo dos irmãos mais velhos. Maria freqüentemente chorava a morte de seu pai, e aproveita qualquer ocasião para ajoelhar-se diante de sua tumba, para elevar a Deus suas preces para que seu pai goze da glória divina.
Junto com a tarefa de cuidar de seus irmãos menores, Maria seguia rezando e assistindo a seu curso de catecismo. Posteriormente, sua mãe contará que o terço lhe era necessário e, de fato, o levava sempre enrolado em volta do pulso. Assim como a contemplação do crucifixo, que foi para Maria uma fonte onde se nutria de um intenso amor de Deus e de um profundo horror pelo pecado.
Amor intenso ao Senhor
Maria desde muito pequena ansiava receber a Sagrada Eucaristia. Segundo era costume na época, deveria esperar até os onze anos, mas um dia perguntou a sua mãe: -Mamãe, quando tomarei a Comunhão?. Quero Jesus. –Como vai tomá-la, se não sabes o catecismo? Além disso, não sabes ler, não temos dinheiro para comprar o vestido, os sapatos e o véu, e não temos nem um momento livre. –Pois assim nunca tomarei a Comunhão, mamãe! E eu não posso estar sem Jesus! -E, o que queres que eu faça? Não posso deixar que comungues como uma pequena ignorante.
Diante destas condições, Maria começou a se preparar com ajuda de uma pessoa do lugar, e todo o povo a ajudar dando-lhe a roupa da comunhão. Desta maneira, recebeu a Eucaristia em 29 de maio de 1902.
A comunhão constante acrescenta nela o amor pela pureza e a anima a tomar a resolução de conservar essa angélica virtude a todo custo. Um dia, após ter escutado um intercâmbio de frases desonestas entre um rapaz e uma de suas companheiras, diz com indignação à sua mãe -Mamãe, que mal havia essa menina! -Procura não tomar parte nunca nestas conversações – Não quero nem pensar, mamãe; antes que fazê-lo, preferiria...E a palavra morrer fica entre seus lábios. Um mês depois, ocorre o que ela sentenciou.
Pureza eterna
Ao entrar a serviço do conde Mazzoleni, Luigi Goretti havia se associado com Giovanni Serenelli e seu filho Alessandro. As duas famílias vivem em quartos separados, mas a cozinha é comum. Luigi se arrependeu em seguida daquela união com Giovanni Serenelli, pessoa muito diferente dos seus, bebedor e carente de discrição em suas palavras.
Depois da morte de Luigi, Assunta e seus filhos haviam caído sob o jugo despótico dos Serenelli, Maria, que compreendeu a situação, esforça-se para apoiar sua mãe:
-Ânimo, mamãe, não tenhas medo, que já estamos crescendo. Basta com que o Senhor nos conceda saúde. A Providência nos ajudará. Lutaremos e seguiremos lutando!
Desde a morte de seu marido, Assunta sempre esteve no campo e nem sequer tem tempo de ocupar-se da casa, nem da instrução religiosa dos mais pequenos.
Maria se encarrega de tudo, na medida do possível. Durante as refeições, não se senta à mesa até que todos estejam servidos, e para ela serve as sobras. Sua obsequiosidade se estende igualmente aos Serenelli. Por sua vez, Giovanni, cuja esposa havia falecido no hospital psiquiátrico de Ancona, não se preocupa em nada com seu filho Alessandro, jovem robusto de dezenove anos, grosseiro e vicioso, que gostava de cobrir seu quarto com imagens obscenas e ler livros indecentes. Em seu leito de morte, Luigi Goretti havia pressentido o perigo que a companhia dos Serenelli representava para seus filhos, e havia repetido sem cessar à sua esposa:
-Assunta, volte para Corinaldo! Infelizmente Assunta está endividada e comprometida por um contrato de arrendamento.
Depois de ter maior contato com a família Goretti, Alessandro começou a fazer proposições desonestas à inocente Maria, que em um princípio não compreende.
Mais tarde, ao adivinhar as intenções perversas do rapaz, a jovem está sobre aviso e rejeita a adulação e as ameaças. Suplica à sua mãe que não deixe sozinha na casa, mas não se atreve a explicar-lhe claramente as causas de seu pânico, pois Alessandro a havia ameaçado –Se contar algo a tua mãe, te mato. Seu único recurso é a oração. Na véspera de sua morte, Maria pede novamente chorando à sua mãe que não a deixe sozinha, mas, ao não receber mais explicações, esta o considera um capricho e não dá nenhuma importância àquela reiterada súplica.
No dia 5 de julho, a uns quarenta metros da casa, estão debulhando as favas na terra. Alessandro leva um carro puxado por bois. O faz girar uma e outra vez sobre as favas estendidas no chão. Às três da tarde, no momento em que Maria se encontra sozinha em casa, Alessandro diz:
-"Assunta, quer fazer o favor de levar um momento os bois para mim?" Sem suspeitar nada, a mulher o faz, Maria, sentada na soleira da cozinha, remenda uma camisa que Alessandro lhe entregou depois de comer, enquanto vigia sua irmãzinha Teresinha, que dorme a seu lado.
-"Maria!, grita Alessandro. -Quer queres? -Quero que me sigas. -Para quê? –segue-me!
-Se não me dizes o que queres, não te sigo".
Perante a resistência, o rapaz a agarra violentamente pelo braço e a arrasta até a cozinha, trancando a porta. A menina grita, o ruído não chega ao lado de fora. Ao não conseguir que a vítima se submeta, Alessandro a amordaça e esgrime um punhal. Maria põe-se a tremer, mas não sucumbe. Furioso, o jovem tenta com violência arrancar-lhe a roupa, mas Maria se desata da mordaça e grita:
-Não faças isso, que é pecado... Irás para o inferno.
Pouco cuidadoso com o juízo de Deus, o desgraçado levanta a arma:
-Se não deixar, te mato.
Frente àquela resistência, a atravessa com facadas. A menina se põe a gritar:
-Meu Deus! Mamãe!, e cai no chão.
Pensando que estava morta, o assassino atira a faca e abre a porta para fugir, mas ao escutá-la gemer de novo, volta sobre seus passos, pega a arma e a atravessa outra vez de parte a parte; depois, sobe e se tranca em seu quarto.
Maria recebeu catorze feridas graves e ficou inconsciente. Ao recobrar a consciência, chama o senhor Serenelli: Giovanni! Alessandro me matou... Venha. Quase ao mesmo tempo, despertada pelo ruído, Teresinha lança um grito estridente, que sua mãe escuta. Assustada, diz a seu filho Mariano: -Corre a buscar a Maria; diga-lhe que Teresinha a chama.
Naquele momento, Giovanni Serenelli sobe as escadas e, ao ver o horrível espetáculo que se apresenta diante seus olhos, exclama: -Assunta, e tu também, Mário, vem!. Mario Cimarelli, um trabalhador da granja, sobe as escadas à toda pressa. A mãe chega também: -Mamãe!, geme Maria. -É Alessandro, que queria me fazer mal! Chamam o médico e os guardas, que chegam a tempo para impedir que os vizinhos, muito exaltados, matassem Alessandro no ato.
Sofrimento redentor
Ao chegar ao hospital, os médicos se surpreenderam de que a menina ainda não havia sucumbido a seus ferimentos, pois alcançou o pericárdio, o coração, o pulmão esquerdo, o diafragma e o intestino. Ao diagnosticar que não tem cura, chamaram o capelão. Maria se confessa com toda clareza. Em seguida, durante duas horas, os médicos cuidaram dela sem adormecê-la.
Maria não se lamenta, e não deixa de rezar e de oferecer seus sofrimentos à santíssima Virgem, Mãe das Dores. Sua mãe conseguiu que lhe permitam permanecer à cabeceira da cama. Maria ainda tem forças para consolá-la : -Mamãe, querida mamãe, agora estou bem... Como estão meus irmãos e irmãs?
Em um momento, Maria diz à sua mãe: -Mamãe, dê-me uma gota de água. –Minha pobre Maria, o médico não quer, porque seria pior para ti. Estranhada, Maria continua dizendo:
-Como é possível que não possa beber nem uma gota de água? Em seguida, dirige o olhar sobre Jesus crucificado, que também havia dito Tenho sede!, e entendeu.
O sacerdote também está a seu lado, assistindo-a paternalmente. No momento de lhe dar a Sagrada Comunhão, perguntou-lhe: -Maria, perdoa de todo coração teu assassino? Ela respondeu: -Sim, perdôo pelo amor de Jesus, e quero que ele também venha comigo ao paraíso. Quero que esteja a meu lado... Que Deus o perdoe, porque eu já o perdoei.
Passando por momentos análogos pelos quais passou o Senhor Jesus na Cruz, Maria recebeu a Eucaristia e a Extrema unção, serena, tranqüila, humilde no heroísmo de sua vitória.
Depois de breves momentos, escutam-na dizer: "Papai". Finalmente, Maria entra na glória da Comunhão com Deus amor. É o dia 6 de julho de 1902, às três horas da tardes.
A conversão de Alessandro
No julgamento, Alessandro, aconselhado por seu advogado, confessou: -"Gostava dela. A provoquei duas vezes ao mal, mas não pude conseguir nada. Despeitado, preparei o punhal que devia utilizar". Por isso, foi condenado a 30 anos de trabalhos forçados. Aparentava não sentir nenhum arrependimento do crime tanto assim que às vezes o escutavam gritar:
-"Aníma-te, Serenelli, dentro de vinte e nove anos e seis meses serás um burguês!". Entretanto, alguns anos mais tarde, Dom Blandini, Bispo da diocese onde está a prisão, decide visitar o assassino para encaminhá-lo ao arrependimento. -"Está perdendo o tempo, monsenhor -afirma o carcereiro-, ele é um duro!"
Alessandro recebeu o bispo resmungando, mas perante a lembrança de Maria, de seu heróico perdão, da bondade e da misericórdia infinita de Deus, deixa-se alcançar pela graça. Depois do Prelado sair, chora na solidão da cela, perante a estupefação dos carcereiro.
Depois de ter um sonho onde Maria lhe apareceu, vestida de branco nos jardins do paraíso, Alessandro, muito questionado, escreveu a Dom Blandino: "Lamento pelo crime que cometi porque sou consciente de ter tirado a vida de uma pobre menina inocente que, até o último momento, quis salvar sua honra, sacrificando-se antes de ceder a minha criminal vontade. Peço perdão a Deus publicamente, e à pobre família, pelo enorme crime que cometi. Confio obter também eu o perdão, como tantos outros na terra". Seu sincero arrependimento e sua boa conduta na prisão lhe devolvem a liberdade quatro anos antes da expiração da pena. Depois, ocupará o posto de hortelão em um convento de capuchinhos, mostrando uma conduta exemplar, e será admitido na ordem terceira de São Francisco.
Graças à sua boa disposição, Alessandro foi chamado com testemunha no processo de beatificação de Maria. Foi algo muito delicado e penoso para ele, mas confessou: "Devo reparação, e devo fazer tudo o que esteja a meu alcance para sua glorificação. Toda a culpa é minha. Deixei-me levar pela brutal paixão. Ela é uma santa, uma verdadeira mártir. É uma das primeiras no paraíso, depois do que teve que sofrer por minha causa".
No Natal de 1937, Alessandro dirigiu-se a Corinaldo, lugar onde Assunta Goretti havia se retirado com seus filhos. E vai simplesmente para fazer reparação e pedir perdão à mãe de sua vítima. Nada mais chegar diante dela, pergunta-lhe chorando. -"Assunta, pode me perdoar? -Se Maria te perdoou -balbucia-, como eu não vou te perdoar?" No mesmo dia de Natal, os habitantes de Corinaldo ficam surpresos e emocionados ao ver aproximar-se à mesa da Eucaristia, um ao lado do outro, Alessandro e Assunta.
Maria nasceu em 16 de outubro de 1890, em Corinaldo, província de Ancona, Itália. Filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini, terceira de sete filhos de uma família pobre de bens terrenos mas rica em fé e virtudes, cultivadas por meio da oração em comum, terço todos os dias e aos domingos Missa e sagrada Comunhão. No dia seguinte a seu nascimento, foi batizada e consagrada à Virgem. Aos seis anos recebeu o sacramento da Confirmação.
Depois do nascimento de seu quarto filho, Luigi Goretti, pela dura crise econômica que enfrentava, decidiu emigrar com sua família às grandes planícies dos campos romanos, ainda insalubres naquela época.
Instalou-se em Ferriere di Conca, colocando-se a serviço do conde Mazzoleni, neste lugar Maria mostra claramente uma inteligência e uma maturidade precoce, onde não existia nenhum pingo de capricho, nem de desobediência, nem de mentira. É realmente o anjo da família.
Após um ano de trabalho esgotante, Luigi contraiu uma doença fulminante, a malária, que o levou à morte depois de padecer por dez dias. Como conseqüência da morte de Luigi, Assunta teve que trabalhar deixando a casa a cargo dos irmãos mais velhos. Maria freqüentemente chorava a morte de seu pai, e aproveita qualquer ocasião para ajoelhar-se diante de sua tumba, para elevar a Deus suas preces para que seu pai goze da glória divina.
Junto com a tarefa de cuidar de seus irmãos menores, Maria seguia rezando e assistindo a seu curso de catecismo. Posteriormente, sua mãe contará que o terço lhe era necessário e, de fato, o levava sempre enrolado em volta do pulso. Assim como a contemplação do crucifixo, que foi para Maria uma fonte onde se nutria de um intenso amor de Deus e de um profundo horror pelo pecado.
Amor intenso ao Senhor
Maria desde muito pequena ansiava receber a Sagrada Eucaristia. Segundo era costume na época, deveria esperar até os onze anos, mas um dia perguntou a sua mãe: -Mamãe, quando tomarei a Comunhão?. Quero Jesus. –Como vai tomá-la, se não sabes o catecismo? Além disso, não sabes ler, não temos dinheiro para comprar o vestido, os sapatos e o véu, e não temos nem um momento livre. –Pois assim nunca tomarei a Comunhão, mamãe! E eu não posso estar sem Jesus! -E, o que queres que eu faça? Não posso deixar que comungues como uma pequena ignorante.
Diante destas condições, Maria começou a se preparar com ajuda de uma pessoa do lugar, e todo o povo a ajudar dando-lhe a roupa da comunhão. Desta maneira, recebeu a Eucaristia em 29 de maio de 1902.
A comunhão constante acrescenta nela o amor pela pureza e a anima a tomar a resolução de conservar essa angélica virtude a todo custo. Um dia, após ter escutado um intercâmbio de frases desonestas entre um rapaz e uma de suas companheiras, diz com indignação à sua mãe -Mamãe, que mal havia essa menina! -Procura não tomar parte nunca nestas conversações – Não quero nem pensar, mamãe; antes que fazê-lo, preferiria...E a palavra morrer fica entre seus lábios. Um mês depois, ocorre o que ela sentenciou.
Pureza eterna
Ao entrar a serviço do conde Mazzoleni, Luigi Goretti havia se associado com Giovanni Serenelli e seu filho Alessandro. As duas famílias vivem em quartos separados, mas a cozinha é comum. Luigi se arrependeu em seguida daquela união com Giovanni Serenelli, pessoa muito diferente dos seus, bebedor e carente de discrição em suas palavras.
Depois da morte de Luigi, Assunta e seus filhos haviam caído sob o jugo despótico dos Serenelli, Maria, que compreendeu a situação, esforça-se para apoiar sua mãe:
-Ânimo, mamãe, não tenhas medo, que já estamos crescendo. Basta com que o Senhor nos conceda saúde. A Providência nos ajudará. Lutaremos e seguiremos lutando!
Desde a morte de seu marido, Assunta sempre esteve no campo e nem sequer tem tempo de ocupar-se da casa, nem da instrução religiosa dos mais pequenos.
Maria se encarrega de tudo, na medida do possível. Durante as refeições, não se senta à mesa até que todos estejam servidos, e para ela serve as sobras. Sua obsequiosidade se estende igualmente aos Serenelli. Por sua vez, Giovanni, cuja esposa havia falecido no hospital psiquiátrico de Ancona, não se preocupa em nada com seu filho Alessandro, jovem robusto de dezenove anos, grosseiro e vicioso, que gostava de cobrir seu quarto com imagens obscenas e ler livros indecentes. Em seu leito de morte, Luigi Goretti havia pressentido o perigo que a companhia dos Serenelli representava para seus filhos, e havia repetido sem cessar à sua esposa:
-Assunta, volte para Corinaldo! Infelizmente Assunta está endividada e comprometida por um contrato de arrendamento.
Depois de ter maior contato com a família Goretti, Alessandro começou a fazer proposições desonestas à inocente Maria, que em um princípio não compreende.
Mais tarde, ao adivinhar as intenções perversas do rapaz, a jovem está sobre aviso e rejeita a adulação e as ameaças. Suplica à sua mãe que não deixe sozinha na casa, mas não se atreve a explicar-lhe claramente as causas de seu pânico, pois Alessandro a havia ameaçado –Se contar algo a tua mãe, te mato. Seu único recurso é a oração. Na véspera de sua morte, Maria pede novamente chorando à sua mãe que não a deixe sozinha, mas, ao não receber mais explicações, esta o considera um capricho e não dá nenhuma importância àquela reiterada súplica.
No dia 5 de julho, a uns quarenta metros da casa, estão debulhando as favas na terra. Alessandro leva um carro puxado por bois. O faz girar uma e outra vez sobre as favas estendidas no chão. Às três da tarde, no momento em que Maria se encontra sozinha em casa, Alessandro diz:
-"Assunta, quer fazer o favor de levar um momento os bois para mim?" Sem suspeitar nada, a mulher o faz, Maria, sentada na soleira da cozinha, remenda uma camisa que Alessandro lhe entregou depois de comer, enquanto vigia sua irmãzinha Teresinha, que dorme a seu lado.
-"Maria!, grita Alessandro. -Quer queres? -Quero que me sigas. -Para quê? –segue-me!
-Se não me dizes o que queres, não te sigo".
Perante a resistência, o rapaz a agarra violentamente pelo braço e a arrasta até a cozinha, trancando a porta. A menina grita, o ruído não chega ao lado de fora. Ao não conseguir que a vítima se submeta, Alessandro a amordaça e esgrime um punhal. Maria põe-se a tremer, mas não sucumbe. Furioso, o jovem tenta com violência arrancar-lhe a roupa, mas Maria se desata da mordaça e grita:
-Não faças isso, que é pecado... Irás para o inferno.
Pouco cuidadoso com o juízo de Deus, o desgraçado levanta a arma:
-Se não deixar, te mato.
Frente àquela resistência, a atravessa com facadas. A menina se põe a gritar:
-Meu Deus! Mamãe!, e cai no chão.
Pensando que estava morta, o assassino atira a faca e abre a porta para fugir, mas ao escutá-la gemer de novo, volta sobre seus passos, pega a arma e a atravessa outra vez de parte a parte; depois, sobe e se tranca em seu quarto.
Maria recebeu catorze feridas graves e ficou inconsciente. Ao recobrar a consciência, chama o senhor Serenelli: Giovanni! Alessandro me matou... Venha. Quase ao mesmo tempo, despertada pelo ruído, Teresinha lança um grito estridente, que sua mãe escuta. Assustada, diz a seu filho Mariano: -Corre a buscar a Maria; diga-lhe que Teresinha a chama.
Naquele momento, Giovanni Serenelli sobe as escadas e, ao ver o horrível espetáculo que se apresenta diante seus olhos, exclama: -Assunta, e tu também, Mário, vem!. Mario Cimarelli, um trabalhador da granja, sobe as escadas à toda pressa. A mãe chega também: -Mamãe!, geme Maria. -É Alessandro, que queria me fazer mal! Chamam o médico e os guardas, que chegam a tempo para impedir que os vizinhos, muito exaltados, matassem Alessandro no ato.
Sofrimento redentor
Ao chegar ao hospital, os médicos se surpreenderam de que a menina ainda não havia sucumbido a seus ferimentos, pois alcançou o pericárdio, o coração, o pulmão esquerdo, o diafragma e o intestino. Ao diagnosticar que não tem cura, chamaram o capelão. Maria se confessa com toda clareza. Em seguida, durante duas horas, os médicos cuidaram dela sem adormecê-la.
Maria não se lamenta, e não deixa de rezar e de oferecer seus sofrimentos à santíssima Virgem, Mãe das Dores. Sua mãe conseguiu que lhe permitam permanecer à cabeceira da cama. Maria ainda tem forças para consolá-la : -Mamãe, querida mamãe, agora estou bem... Como estão meus irmãos e irmãs?
Em um momento, Maria diz à sua mãe: -Mamãe, dê-me uma gota de água. –Minha pobre Maria, o médico não quer, porque seria pior para ti. Estranhada, Maria continua dizendo:
-Como é possível que não possa beber nem uma gota de água? Em seguida, dirige o olhar sobre Jesus crucificado, que também havia dito Tenho sede!, e entendeu.
O sacerdote também está a seu lado, assistindo-a paternalmente. No momento de lhe dar a Sagrada Comunhão, perguntou-lhe: -Maria, perdoa de todo coração teu assassino? Ela respondeu: -Sim, perdôo pelo amor de Jesus, e quero que ele também venha comigo ao paraíso. Quero que esteja a meu lado... Que Deus o perdoe, porque eu já o perdoei.
Passando por momentos análogos pelos quais passou o Senhor Jesus na Cruz, Maria recebeu a Eucaristia e a Extrema unção, serena, tranqüila, humilde no heroísmo de sua vitória.
Depois de breves momentos, escutam-na dizer: "Papai". Finalmente, Maria entra na glória da Comunhão com Deus amor. É o dia 6 de julho de 1902, às três horas da tardes.
A conversão de Alessandro
No julgamento, Alessandro, aconselhado por seu advogado, confessou: -"Gostava dela. A provoquei duas vezes ao mal, mas não pude conseguir nada. Despeitado, preparei o punhal que devia utilizar". Por isso, foi condenado a 30 anos de trabalhos forçados. Aparentava não sentir nenhum arrependimento do crime tanto assim que às vezes o escutavam gritar:
-"Aníma-te, Serenelli, dentro de vinte e nove anos e seis meses serás um burguês!". Entretanto, alguns anos mais tarde, Dom Blandini, Bispo da diocese onde está a prisão, decide visitar o assassino para encaminhá-lo ao arrependimento. -"Está perdendo o tempo, monsenhor -afirma o carcereiro-, ele é um duro!"
Alessandro recebeu o bispo resmungando, mas perante a lembrança de Maria, de seu heróico perdão, da bondade e da misericórdia infinita de Deus, deixa-se alcançar pela graça. Depois do Prelado sair, chora na solidão da cela, perante a estupefação dos carcereiro.
Depois de ter um sonho onde Maria lhe apareceu, vestida de branco nos jardins do paraíso, Alessandro, muito questionado, escreveu a Dom Blandino: "Lamento pelo crime que cometi porque sou consciente de ter tirado a vida de uma pobre menina inocente que, até o último momento, quis salvar sua honra, sacrificando-se antes de ceder a minha criminal vontade. Peço perdão a Deus publicamente, e à pobre família, pelo enorme crime que cometi. Confio obter também eu o perdão, como tantos outros na terra". Seu sincero arrependimento e sua boa conduta na prisão lhe devolvem a liberdade quatro anos antes da expiração da pena. Depois, ocupará o posto de hortelão em um convento de capuchinhos, mostrando uma conduta exemplar, e será admitido na ordem terceira de São Francisco.
Graças à sua boa disposição, Alessandro foi chamado com testemunha no processo de beatificação de Maria. Foi algo muito delicado e penoso para ele, mas confessou: "Devo reparação, e devo fazer tudo o que esteja a meu alcance para sua glorificação. Toda a culpa é minha. Deixei-me levar pela brutal paixão. Ela é uma santa, uma verdadeira mártir. É uma das primeiras no paraíso, depois do que teve que sofrer por minha causa".
No Natal de 1937, Alessandro dirigiu-se a Corinaldo, lugar onde Assunta Goretti havia se retirado com seus filhos. E vai simplesmente para fazer reparação e pedir perdão à mãe de sua vítima. Nada mais chegar diante dela, pergunta-lhe chorando. -"Assunta, pode me perdoar? -Se Maria te perdoou -balbucia-, como eu não vou te perdoar?" No mesmo dia de Natal, os habitantes de Corinaldo ficam surpresos e emocionados ao ver aproximar-se à mesa da Eucaristia, um ao lado do outro, Alessandro e Assunta.
A VIRTUDE DA PUREZA
A virtude da pureza está intimamente vinculada à esperança cristã da ressurreição dos corpos. Foi por esta tese original que o Penitenciário - Mor da Santa Igreja Romana abordou o tema da castidade, em homilia pronunciada no Santuário de Fátima
Cardeal James Francis Stafford
Penitenciário-Mor da Santa Igreja Romana
O tema deste ano no Santuário de Fátima é "O Sexto Mandamento: guardar a castidade" Esse Mandamento chama o batizado à prática da pureza Ele abrange a sexualidade humana em sua totalidade e está intimamente relacionado com o Nono Mandamento, o qual diz respeito diretamente à purificação do coração Ambos insistem no fato de que a continência absoluta é um dever para todos aqueles que não estão unidos pelos laços do matrimônio legítimo Quero examinar uma realidade exclusivamente cristã: a virtude da pureza Ela é a mais misteriosa das virtudes Nunca os cristãos teriam pensado nela, se não tivessem olhado para além, para a ressurreição dos corpos.
A pureza e a castidade interessam tanto aos casados quanto aos solteiros
Em 1956 Flannery O'Connor, uma escritora católica do sul dos Estados Unidos, desenvolveu a seguinte tese: a pureza e a castidade interessam tanto a quem é casado como a quem não o é. Segundo afirma ela, a pureza envolve mais do que uma renúncia: "Não creio que a renúncia combine com a submissão, ou que a renúncia seja boa em si mesma. Nós sempre renunciamos a um bem menor em favor de um maior; o oposto é que constitui o pecado". (...) Muitos, ainda influenciados pelo mecanicismo do séc. XIX, acreditam que os ensinamentos da Igreja sobre as virtudes são terríveis, e repudiam especialmente qualquer ensinamento dela relativo às virtudes da castidade e da pureza. Essas pessoas ridicularizam a observância do Sexto Mandamento, como algo que causa desequilíbrio emocional, considerando essa observância até mesmo repulsiva e contra a natureza. (...)
A ressurreição dos corpos é um incentivo à prática da castidade
Numa carta de 1955 [Flannery O'Connor] revela a profundidade de sua fé e, de modo audaz e brilhante, fundamenta na ressurreição dos corpos a origem da virtude da pureza "Para mim o nascimento virgem, a Encarnação, a ressurreição, são as verdadeiras leis da carne e do físico. Morte, decadência, destruição, são a suspensão dessas leis. Fico sempre atônita diante da ênfase que a Igreja põe no corpo. Ela diz que não é a alma, mas o corpo que ressuscitará glorificado Sempre pensei que a pureza fosse a mais misteriosa das virtudes, mas me vem à mente que nunca teria sido possível convencer a consciência humana a respeito da pureza, se não tivéssemos em conta a ressurreição do corpo, que será carne e espírito unidos na paz, como o foram em Cristo. A ressurreição de Cristo parece ser o ponto mais elevado da lei da natureza" O'Connor quer dizer que é essencial recordar o mistério pascal de Cristo, e exatamente sobre ele deve o batizado construir o fundamento e a motivação para a prática da virtude da pureza e de todas as outras virtudes. São Paulo nos ensinou exatamente essa norma, quando escreveu: "No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus - e já o fazeis. Nós vos rogamos, pois, e vos exortamos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais. (...) Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza" (1 Ts 4, 1-3). (...)
Deus julgará o imoral e o adúltero
A Carta aos Hebreus fala das virtudes que devem regular as relações entre os cristãos. (...) No final, o autor salienta o tema catequético escolhido para o ano 2006 pelo Santuário de Fátima: o Sexto Mandamento, proteger a castidade. Trata da pureza do marido: "Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros" (Hb 13, 4) Com essas exortações morais, o autor da Epístola aos Hebreus deu claramente forma a uma vida totalmente nova, na qual o ser humano tem sido forjado sob a tutela da fé no Deus de Jesus Cristo. Ele introduz a parte moral de sua carta com a proclamação da unidade indivisível da fé e da vida: "Desse modo, cercados como estamos de uma tal nuvem de testemunhas, desvencilhemo-nos das cadeias do pecado. Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus. Em vez de gozo que se Lhe oferecera, Ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus" (Hb 12, 1-2) A inviolabilidade da castidade conjugal é um tema preeminente na Igreja dos Primeiros Tempos. Santo Inácio de Antioquia escreve a Policarpo: "Diga às minhas irmãs para amarem o Senhor e para serem contidas com seus maridos no corpo e no espírito. Do mesmo modo encarregue os meus irmãos, também em nome de Jesus Cristo, de amarem suas esposas como o Senhor ama a Igreja"
A recordação de Santa Maria Goretti
Recordo-me que fui profundamente tocado pela canonização, em 24 de junho de 1950, da jovem virgem e mártir, Maria Goretti. Naquela ocasião estavam presentes na Praça de São Pedro sua mãe e seu assassino, Alexandre Serenelli. Na época da canonização, pelo martírio em defesa de sua pureza, eu tinha 17 anos Ela tornou-se a santa da minha geração, graças ao seu testemunho de pureza e de coragem. O seu martírio teve início, na realidade, em 5 de julho de 1902. A família de seu agressor dividia a mesma casa com os Goretti. Foi arranjada sobre um antigo celeiro, entre as pobres granjas dos campos pontinos, ao sul de Roma Seu agressor, Alexandre, tinha 20 anos quanto atacou Maria, que tinha 12. Mais tarde ele testemunhou que Maria lhe suplicava que ele parasse, para a salvação da alma dele, e o exortava a não cometer um pecado tão grave. No dia seguinte, antes de morrer em conseqüência das facadas recebidas, ela o perdoou e pediu que Deus esquecesse tudo quanto ele tinha feito Como Flannery O'Connor, Santa Maria Goretti compreendeu que a pureza estava intimamente ligada com a dignidade do corpo humano. Ela conhecia o pensamento da Igreja a esse respeito, ou seja, que não é a alma, mas o corpo que ressuscitará glorioso. Com a Igreja, ela repetia todos os domingos: "Creio na ressurreição dos corpos". Ela deu testemunho deste mistério: a Encarnação e a Ressurreição de Jesus são as verdadeiras leis da natureza, da carne e do físico Santa Maria Goretti, rogai por nós! Maria de Nazaré, Mater Castissima, rogai por nós!
(Homilia no Santuário de Fátima, 12/7/2006. Texto integral em http://www.vatican.va/roman_curia)
O Cardeal Francis James Stafford é Penitenciário-Mor da Santa Igreja Romana. Esse cargo o faz responsável, diante do Papa, do Tribunal da Penitenciaria Apostólica, o qual tem jurisdição sobre o foro interno - as consciências - mesmo em matéria não-sacramental, e a ele competem a concessão e o uso das indulgências. O cargo de Penitenciário- Mor é um dos poucos cujas atribuições não cessam com a morte do Papa.
Cardeal James Francis Stafford
Penitenciário-Mor da Santa Igreja Romana
O tema deste ano no Santuário de Fátima é "O Sexto Mandamento: guardar a castidade" Esse Mandamento chama o batizado à prática da pureza Ele abrange a sexualidade humana em sua totalidade e está intimamente relacionado com o Nono Mandamento, o qual diz respeito diretamente à purificação do coração Ambos insistem no fato de que a continência absoluta é um dever para todos aqueles que não estão unidos pelos laços do matrimônio legítimo Quero examinar uma realidade exclusivamente cristã: a virtude da pureza Ela é a mais misteriosa das virtudes Nunca os cristãos teriam pensado nela, se não tivessem olhado para além, para a ressurreição dos corpos.
A pureza e a castidade interessam tanto aos casados quanto aos solteiros
Em 1956 Flannery O'Connor, uma escritora católica do sul dos Estados Unidos, desenvolveu a seguinte tese: a pureza e a castidade interessam tanto a quem é casado como a quem não o é. Segundo afirma ela, a pureza envolve mais do que uma renúncia: "Não creio que a renúncia combine com a submissão, ou que a renúncia seja boa em si mesma. Nós sempre renunciamos a um bem menor em favor de um maior; o oposto é que constitui o pecado". (...) Muitos, ainda influenciados pelo mecanicismo do séc. XIX, acreditam que os ensinamentos da Igreja sobre as virtudes são terríveis, e repudiam especialmente qualquer ensinamento dela relativo às virtudes da castidade e da pureza. Essas pessoas ridicularizam a observância do Sexto Mandamento, como algo que causa desequilíbrio emocional, considerando essa observância até mesmo repulsiva e contra a natureza. (...)
A ressurreição dos corpos é um incentivo à prática da castidade
Numa carta de 1955 [Flannery O'Connor] revela a profundidade de sua fé e, de modo audaz e brilhante, fundamenta na ressurreição dos corpos a origem da virtude da pureza "Para mim o nascimento virgem, a Encarnação, a ressurreição, são as verdadeiras leis da carne e do físico. Morte, decadência, destruição, são a suspensão dessas leis. Fico sempre atônita diante da ênfase que a Igreja põe no corpo. Ela diz que não é a alma, mas o corpo que ressuscitará glorificado Sempre pensei que a pureza fosse a mais misteriosa das virtudes, mas me vem à mente que nunca teria sido possível convencer a consciência humana a respeito da pureza, se não tivéssemos em conta a ressurreição do corpo, que será carne e espírito unidos na paz, como o foram em Cristo. A ressurreição de Cristo parece ser o ponto mais elevado da lei da natureza" O'Connor quer dizer que é essencial recordar o mistério pascal de Cristo, e exatamente sobre ele deve o batizado construir o fundamento e a motivação para a prática da virtude da pureza e de todas as outras virtudes. São Paulo nos ensinou exatamente essa norma, quando escreveu: "No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus - e já o fazeis. Nós vos rogamos, pois, e vos exortamos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais. (...) Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza" (1 Ts 4, 1-3). (...)
Deus julgará o imoral e o adúltero
A Carta aos Hebreus fala das virtudes que devem regular as relações entre os cristãos. (...) No final, o autor salienta o tema catequético escolhido para o ano 2006 pelo Santuário de Fátima: o Sexto Mandamento, proteger a castidade. Trata da pureza do marido: "Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros" (Hb 13, 4) Com essas exortações morais, o autor da Epístola aos Hebreus deu claramente forma a uma vida totalmente nova, na qual o ser humano tem sido forjado sob a tutela da fé no Deus de Jesus Cristo. Ele introduz a parte moral de sua carta com a proclamação da unidade indivisível da fé e da vida: "Desse modo, cercados como estamos de uma tal nuvem de testemunhas, desvencilhemo-nos das cadeias do pecado. Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus. Em vez de gozo que se Lhe oferecera, Ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus" (Hb 12, 1-2) A inviolabilidade da castidade conjugal é um tema preeminente na Igreja dos Primeiros Tempos. Santo Inácio de Antioquia escreve a Policarpo: "Diga às minhas irmãs para amarem o Senhor e para serem contidas com seus maridos no corpo e no espírito. Do mesmo modo encarregue os meus irmãos, também em nome de Jesus Cristo, de amarem suas esposas como o Senhor ama a Igreja"
A recordação de Santa Maria Goretti
Recordo-me que fui profundamente tocado pela canonização, em 24 de junho de 1950, da jovem virgem e mártir, Maria Goretti. Naquela ocasião estavam presentes na Praça de São Pedro sua mãe e seu assassino, Alexandre Serenelli. Na época da canonização, pelo martírio em defesa de sua pureza, eu tinha 17 anos Ela tornou-se a santa da minha geração, graças ao seu testemunho de pureza e de coragem. O seu martírio teve início, na realidade, em 5 de julho de 1902. A família de seu agressor dividia a mesma casa com os Goretti. Foi arranjada sobre um antigo celeiro, entre as pobres granjas dos campos pontinos, ao sul de Roma Seu agressor, Alexandre, tinha 20 anos quanto atacou Maria, que tinha 12. Mais tarde ele testemunhou que Maria lhe suplicava que ele parasse, para a salvação da alma dele, e o exortava a não cometer um pecado tão grave. No dia seguinte, antes de morrer em conseqüência das facadas recebidas, ela o perdoou e pediu que Deus esquecesse tudo quanto ele tinha feito Como Flannery O'Connor, Santa Maria Goretti compreendeu que a pureza estava intimamente ligada com a dignidade do corpo humano. Ela conhecia o pensamento da Igreja a esse respeito, ou seja, que não é a alma, mas o corpo que ressuscitará glorioso. Com a Igreja, ela repetia todos os domingos: "Creio na ressurreição dos corpos". Ela deu testemunho deste mistério: a Encarnação e a Ressurreição de Jesus são as verdadeiras leis da natureza, da carne e do físico Santa Maria Goretti, rogai por nós! Maria de Nazaré, Mater Castissima, rogai por nós!
(Homilia no Santuário de Fátima, 12/7/2006. Texto integral em http://www.vatican.va/roman_curia)
O Cardeal Francis James Stafford é Penitenciário-Mor da Santa Igreja Romana. Esse cargo o faz responsável, diante do Papa, do Tribunal da Penitenciaria Apostólica, o qual tem jurisdição sobre o foro interno - as consciências - mesmo em matéria não-sacramental, e a ele competem a concessão e o uso das indulgências. O cargo de Penitenciário- Mor é um dos poucos cujas atribuições não cessam com a morte do Papa.
ECLESIÁSTICO 11,21-30
21 Permanece firme na tua aliança com Deus:
que isto seja sempre o assunto das tuas conversas.
E envelhece praticando os mandamentos.
22-Não prestes atenção ao que fazem os pecadores:
põe a tua confiança em Deus e limita-te ao que fazes.
23-É com efeito,coisa l fácil aos olhos de Deus
enriquecer repentinamente o pobre.
24-A benção divina não se faz esperar para recompensar o justo.
Em pouco tempo ele fá-lo crescer e dar fruto.
25- Não digas"De que preciso eu?
Que tenho a esperar doravante?"
26-Não digas tampouco:" Eu basto-me a mim mesmo;
que mal posso temer para o futuro?"
27 No dia feliz não percas a recordação dos males,
nem a recordação no dia infeliz.
28- Pois no dia da morte é fácil para Deus
dar a cada um, conforme o seu comportamento.
29-A dor de um instante faz esquecer os maiores prazeres;
com a morte do homem, todos os actos serão desvendados.
30 Não louves nenhum homem antes da sua morte,
pois é nos filhos que se reconhece o homem.
que isto seja sempre o assunto das tuas conversas.
E envelhece praticando os mandamentos.
22-Não prestes atenção ao que fazem os pecadores:
põe a tua confiança em Deus e limita-te ao que fazes.
23-É com efeito,coisa l fácil aos olhos de Deus
enriquecer repentinamente o pobre.
24-A benção divina não se faz esperar para recompensar o justo.
Em pouco tempo ele fá-lo crescer e dar fruto.
25- Não digas"De que preciso eu?
Que tenho a esperar doravante?"
26-Não digas tampouco:" Eu basto-me a mim mesmo;
que mal posso temer para o futuro?"
27 No dia feliz não percas a recordação dos males,
nem a recordação no dia infeliz.
28- Pois no dia da morte é fácil para Deus
dar a cada um, conforme o seu comportamento.
29-A dor de um instante faz esquecer os maiores prazeres;
com a morte do homem, todos os actos serão desvendados.
30 Não louves nenhum homem antes da sua morte,
pois é nos filhos que se reconhece o homem.
ORAÇÃO PELOS MEMBROS DA SANTA IGREJA
, Auxílio dos Cristãos, rogai por nós.
Oração pelo Santo Padre
Oremos pelo nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI. Que o Senhor o proteja e lhe dê vida e o abençoe sobre a terra, para que não seja entregue ao poder dos seus inimigos.QUE O SENHOR LHE DÊ AS FORÇAS NECESSÁRIAS PARA SUPORTAR A DOR QUE O DOMINE. QUE CONTINUE A SER FORTE. QUE A ESPERANÇA SEJA A FORÇA CAPAZ DE CONTINUAR A REVELAR-NOS O ROSTO APAIXONADO DE CRISTO PELOS HOMENS
Sagrado Coração de Jesus, Sumo Sacerdote Divino e Eterno, que as águas vivificantes do Vosso Amor corram para os corações dos Vossos Bispos e Sacerdotes e os transformem em Vossas imagens vivas. Pela Vossa graça, fazei-os apóstolos verdadeiros do Vosso Sagrado Coração.
Salvai as almas através dos Vossos Bispos e Sacerdotes; acompanhai-os no percurso da vida. Dai-lhes a graça especial de atrair os pecadores ao Vosso Sagrado Coração, Refúgio de pecadores, para que possam encontrar o perdão e a salvação.
Sagrado Coração de Jesus, rezo para que se cumpra esta promessa que fizestes a Santa Margarida Maria: “Darei aos sacerdotes o dom de tocar os corações mais endurecidos”. Que o Vosso Reino chegue aos corações dos homens pela acção de Bispos e Sacerdotes verdadeiramente santos.
Ó Maria, Mãe do Sumo Sacerdote, protegei todos os Bispos e Sacerdotes dos perigos que ameaçam as suas santas vocações. Que o Vosso Imaculado Coração seja o seu refúgio e consolação durante as tentações, as provações e a solidão.
DAI, SENHOR, FORÇA A TODOS OS VOSSOS SACERDOTES, BISPOS E SANTO PADRE,PARA SE MANTEREM FIRMES NUM CORAÇÃO EM PAZ E CONTINUEM A GOVERNAR EM UNIDADE A BARCA DE PEDRO.
LIBERTAI-OS DE TODA A CALÚNIA, DE TODA A LAMA MALICIOSA.
AJUDAI-NOS A AMÁ-LOS E A ACREDITAR QUE TODOS ELES SÃO O DOCE CRISTO NA TERRA NA ALEGRIA.
Oração pelo Santo Padre
Oremos pelo nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI. Que o Senhor o proteja e lhe dê vida e o abençoe sobre a terra, para que não seja entregue ao poder dos seus inimigos.QUE O SENHOR LHE DÊ AS FORÇAS NECESSÁRIAS PARA SUPORTAR A DOR QUE O DOMINE. QUE CONTINUE A SER FORTE. QUE A ESPERANÇA SEJA A FORÇA CAPAZ DE CONTINUAR A REVELAR-NOS O ROSTO APAIXONADO DE CRISTO PELOS HOMENS
Sagrado Coração de Jesus, Sumo Sacerdote Divino e Eterno, que as águas vivificantes do Vosso Amor corram para os corações dos Vossos Bispos e Sacerdotes e os transformem em Vossas imagens vivas. Pela Vossa graça, fazei-os apóstolos verdadeiros do Vosso Sagrado Coração.
Salvai as almas através dos Vossos Bispos e Sacerdotes; acompanhai-os no percurso da vida. Dai-lhes a graça especial de atrair os pecadores ao Vosso Sagrado Coração, Refúgio de pecadores, para que possam encontrar o perdão e a salvação.
Sagrado Coração de Jesus, rezo para que se cumpra esta promessa que fizestes a Santa Margarida Maria: “Darei aos sacerdotes o dom de tocar os corações mais endurecidos”. Que o Vosso Reino chegue aos corações dos homens pela acção de Bispos e Sacerdotes verdadeiramente santos.
Ó Maria, Mãe do Sumo Sacerdote, protegei todos os Bispos e Sacerdotes dos perigos que ameaçam as suas santas vocações. Que o Vosso Imaculado Coração seja o seu refúgio e consolação durante as tentações, as provações e a solidão.
DAI, SENHOR, FORÇA A TODOS OS VOSSOS SACERDOTES, BISPOS E SANTO PADRE,PARA SE MANTEREM FIRMES NUM CORAÇÃO EM PAZ E CONTINUEM A GOVERNAR EM UNIDADE A BARCA DE PEDRO.
LIBERTAI-OS DE TODA A CALÚNIA, DE TODA A LAMA MALICIOSA.
AJUDAI-NOS A AMÁ-LOS E A ACREDITAR QUE TODOS ELES SÃO O DOCE CRISTO NA TERRA NA ALEGRIA.
MEDITANDO A PALAVRA DO SENHOR DE HOJE
Jo 6,52-59
Aí eles começaram a discutir entre si. E perguntavam:
- Como é que este homem pode dar a sua própria carne para a gente comer?
Então Jesus disse:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês não comerem a carne do Filho do Homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é a comida verdadeira, e o meu sangue é a bebida verdadeira. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue vive em mim, e eu vivo nele. O Pai, que tem a vida, foi quem me enviou, e por causa dele eu tenho a vida. Assim, também, quem se alimenta de mim terá vida por minha causa. Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão que os antepassados de vocês comeram e mesmo assim morreram. Quem come deste pão viverá para sempre.
Jesus disse isso quando estava ensinando na sinagoga de Cafarnaum.
Leitura Orante
Preparo-me para a Leitura orante, colocando-me na presença de Deus e invocando o Espírito Santo:
Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos, Ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre e compreenda o seu Evangelho.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
1. Leitura (Verdade)
Leio atentamente o texto de hoje: Jo 6,52-59.
Jesus afirma que quem come da sua carne e bebe do seu sangue vive nele e ele vive nesta pessoa.
E mais: quem come deste pão vive eternamente. Mas, quem não comer deste pão e não beber do seu sangue, não terá a vida eterna.
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? Jesus é muito claro para mim. Ele diz que eu preciso dele, preciso me alimentar dele para ter a vida. Ele quer viver em mim e quer que eu viva nele. Em Aparecida, os bispos disseram: "Igual às primeiras comunidades de cristãos, hoje nos reunimos assiduamente para "escutar o ensinamento dos apóstolos, viver unidos e tomar parte no partir do pão e nas orações" (At 2,42). A comunhão da Igreja se nutre com o Pão da Palavra
de Deus e com o Pão do Corpo de Cristo. A Eucaristia, participação de todos no mesmo Pão de Vida e no mesmo Cálice de Salvação, nos faz membros do mesmo Corpo (cf. 1 Cor 10,17).
Ela é a fonte e o ponto mais alto da vida cristã, sua expressão mais perfeita e o alimento da vida em comunhão. Na Eucaristia, nutrem-se as novas relações evangélicas que surgem do facto de sermos filhos e filhas do Pai e irmãos e irmãs em Cristo. A Igreja que a celebra é "casa e escola de comunhão", onde os discípulos compartilham a mesma fé, esperança e amor a serviço da missão evangelizadora."(DA 158).
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo, com o Padre Zezinho:
Daqui do meu lugar
Daqui do meu lugar, eu olho teu altar, e fico a imaginar aquele pão aquela refeição, partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos, criaste a religião do pão do céu do pão que vem do céu, somos a igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz, somos a igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz,
Daqui do meu lugar, eu olho o teu altar, e fico a imaginar aquela paz, aquela comunhão, viveste aquela paz, e a deste aos teus irmãos, criaste a religião do pão da paz, da paz que vem do céu. Somos a igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão, Somos a igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão.
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar será ,no dia de hoje, renovado pela fé na Eucaristia,
para Jesus Cristo que vive em mim e eu nele.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
Aí eles começaram a discutir entre si. E perguntavam:
- Como é que este homem pode dar a sua própria carne para a gente comer?
Então Jesus disse:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês não comerem a carne do Filho do Homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é a comida verdadeira, e o meu sangue é a bebida verdadeira. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue vive em mim, e eu vivo nele. O Pai, que tem a vida, foi quem me enviou, e por causa dele eu tenho a vida. Assim, também, quem se alimenta de mim terá vida por minha causa. Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão que os antepassados de vocês comeram e mesmo assim morreram. Quem come deste pão viverá para sempre.
Jesus disse isso quando estava ensinando na sinagoga de Cafarnaum.
Leitura Orante
Preparo-me para a Leitura orante, colocando-me na presença de Deus e invocando o Espírito Santo:
Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos, Ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre e compreenda o seu Evangelho.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
1. Leitura (Verdade)
Leio atentamente o texto de hoje: Jo 6,52-59.
Jesus afirma que quem come da sua carne e bebe do seu sangue vive nele e ele vive nesta pessoa.
E mais: quem come deste pão vive eternamente. Mas, quem não comer deste pão e não beber do seu sangue, não terá a vida eterna.
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? Jesus é muito claro para mim. Ele diz que eu preciso dele, preciso me alimentar dele para ter a vida. Ele quer viver em mim e quer que eu viva nele. Em Aparecida, os bispos disseram: "Igual às primeiras comunidades de cristãos, hoje nos reunimos assiduamente para "escutar o ensinamento dos apóstolos, viver unidos e tomar parte no partir do pão e nas orações" (At 2,42). A comunhão da Igreja se nutre com o Pão da Palavra
de Deus e com o Pão do Corpo de Cristo. A Eucaristia, participação de todos no mesmo Pão de Vida e no mesmo Cálice de Salvação, nos faz membros do mesmo Corpo (cf. 1 Cor 10,17).
Ela é a fonte e o ponto mais alto da vida cristã, sua expressão mais perfeita e o alimento da vida em comunhão. Na Eucaristia, nutrem-se as novas relações evangélicas que surgem do facto de sermos filhos e filhas do Pai e irmãos e irmãs em Cristo. A Igreja que a celebra é "casa e escola de comunhão", onde os discípulos compartilham a mesma fé, esperança e amor a serviço da missão evangelizadora."(DA 158).
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo, com o Padre Zezinho:
Daqui do meu lugar
Daqui do meu lugar, eu olho teu altar, e fico a imaginar aquele pão aquela refeição, partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos, criaste a religião do pão do céu do pão que vem do céu, somos a igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz, somos a igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz,
Daqui do meu lugar, eu olho o teu altar, e fico a imaginar aquela paz, aquela comunhão, viveste aquela paz, e a deste aos teus irmãos, criaste a religião do pão da paz, da paz que vem do céu. Somos a igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão, Somos a igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão.
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar será ,no dia de hoje, renovado pela fé na Eucaristia,
para Jesus Cristo que vive em mim e eu nele.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE
Evangelho (João 6,52-59)
Sexta-Feira, 23 de Abril de 2010
3ª Semana da Páscoa
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 52os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim o que me come viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”. 59Assim falou Jesus, ensinando na sinagoga em Cafarnaum.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor
Sexta-Feira, 23 de Abril de 2010
3ª Semana da Páscoa
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 52os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim o que me come viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”. 59Assim falou Jesus, ensinando na sinagoga em Cafarnaum.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor
ORAÇÃO DA MANHÃ-SALMO 62 (HEB 63)
(Heb.63) Salmo de Davi quando se achava no deserto de Judá.
Ó Deus, Vós sois o meu Deus,
Com ardor vos procuro.
Minha alma está sedenta de vós, e minha carne por vós se anela
Como a terra árida e sequiosa, sem água.
Quero vos contemplar no santuário,
Para ver vosso poder e vossa glória.
Porque vossa graça me é mais preciosa do que a vida,
Meus lábios entoarão vossos louvores.
Assim vos bendirei em toda a minha vida;
Com minhas mãos erguidas vosso nome adorarei.
Minha alma saciada como de fino manjar,
Com exultante alegria meus lábios vos louvarão.
Quando, no leito, me vem vossa lembrança,
Passo a noite toda pensando em vós.
Porque vós sois o meu apoio,
Exulto de alegria, a sombra de vossas asas.
Minha alma está unida a vós,
Sustenta-me a vossa destra.
Quanto aos que me procuram perder,
Cairão nas profundezas dos abismos,
Serão passados a fio de espada,
E se tornarão o pasto dos chacais.
O rei, porém se alegrará em Deus.
Será glorificado todo o que jurar pelo seu nome,
Enquanto aos mendazes lhes será tapada a boca.
Ó Deus, Vós sois o meu Deus,
Com ardor vos procuro.
Minha alma está sedenta de vós, e minha carne por vós se anela
Como a terra árida e sequiosa, sem água.
Quero vos contemplar no santuário,
Para ver vosso poder e vossa glória.
Porque vossa graça me é mais preciosa do que a vida,
Meus lábios entoarão vossos louvores.
Assim vos bendirei em toda a minha vida;
Com minhas mãos erguidas vosso nome adorarei.
Minha alma saciada como de fino manjar,
Com exultante alegria meus lábios vos louvarão.
Quando, no leito, me vem vossa lembrança,
Passo a noite toda pensando em vós.
Porque vós sois o meu apoio,
Exulto de alegria, a sombra de vossas asas.
Minha alma está unida a vós,
Sustenta-me a vossa destra.
Quanto aos que me procuram perder,
Cairão nas profundezas dos abismos,
Serão passados a fio de espada,
E se tornarão o pasto dos chacais.
O rei, porém se alegrará em Deus.
Será glorificado todo o que jurar pelo seu nome,
Enquanto aos mendazes lhes será tapada a boca.
A IGREJA É IMACULADA E INDEFECTÍVEL
A Igreja é imaculada e indefectível
A avalanche de notícias sobre os escândalos morais de uma parcela do clero tem vindo a desviar-se, atingindo injustamente a pessoa sagrada do Santo Padre Bento XVI. Quando a imparcialidade de análise, com que se deve julgar uma situação tão delicada como esta, é perturbada pelos excessos sensacionalistas de certa imprensa é o caso de recordar o antigo e sábio adágio latino: In medius est virtus. Sim, a virtude, o equilíbrio, o bom senso, está no meio de extremos igualmente errados.
O verdadeiro equilíbrio está na caridade cristã: condenar com toda a energia o erro, inclusive punindo com firmeza o criminoso, mas saber perdoar o pecador arrependido. E assim manter viva a fé na indefectibilidade da Igreja, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo. É essa a posição serena e equilibrada que os Arautos do Evangelho desejam oferecer na leitura do artigo intitulado "A Igreja é imaculada e indefectível." do Mons. João Scognamiglio Clá Dias
A avalanche de notícias sobre os escândalos morais de uma parcela do clero tem vindo a desviar-se, atingindo injustamente a pessoa sagrada do Santo Padre Bento XVI. Quando a imparcialidade de análise, com que se deve julgar uma situação tão delicada como esta, é perturbada pelos excessos sensacionalistas de certa imprensa é o caso de recordar o antigo e sábio adágio latino: In medius est virtus. Sim, a virtude, o equilíbrio, o bom senso, está no meio de extremos igualmente errados.
O verdadeiro equilíbrio está na caridade cristã: condenar com toda a energia o erro, inclusive punindo com firmeza o criminoso, mas saber perdoar o pecador arrependido. E assim manter viva a fé na indefectibilidade da Igreja, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo. É essa a posição serena e equilibrada que os Arautos do Evangelho desejam oferecer na leitura do artigo intitulado "A Igreja é imaculada e indefectível." do Mons. João Scognamiglio Clá Dias
MINHA ALMA OROU A ORAÇÃO DA NOITE
Só agora começou o dia de sexta feira e já começo a gritar dentro de mim:
"Não envelheças tão depressa!" Sabes, que ainda tens muito para andar?
A chuva aparece e vai-se; o frio está a ser teimoso mas o sol já tira o melhor partido;o mundo envelhecido, está a ficar pintado de fresco entre miríadas cores; não tarda ouvires o rouxinol a recomeçar a vida trinada de volta; já se ouve o cuco e a rola pela manhã; neste momento sem nuvens, o céu reanima-te com a imensidão do espaço revoado de astros; os rios, parece ouvi-los correr sem pensarem em anos; no mundo cruel e injusto nem sempre só há trevas. Também surgem os concertos de paz nas sinfonias de Beethoven com o hino da Alegria, a Nostalgia de Schubert, o Glory,glory, hallelujah! de Bishop, Nocturno-nº 5 de J. Field, que te erguem a alma do abismo em que tem inclinas.
HOJE, SEXTA-FEIRA: relaxa-te, entrega-te para recomeçares após um descanso revitalizador.
O Espírito Santo te mostrará o que tens a fazer.
A noite escura é dos santos mas mais dos pecadores.É ela o caminho purificante da santidade e também obra do Espírito Santo!
Pede perdão das faltas deste dia, ama o dom do silêncio e da solidão interior para que Ele varra cada vez melhor a tua casa e recomeça a caminhar sem pensar em tantos mas...
A obra que é dEle ainda não terminou e bem sabes quão está longe de terminares. Pede a Paz a conformidade com a Sua e caminha, está bem? Boa noite!
"Não envelheças tão depressa!" Sabes, que ainda tens muito para andar?
A chuva aparece e vai-se; o frio está a ser teimoso mas o sol já tira o melhor partido;o mundo envelhecido, está a ficar pintado de fresco entre miríadas cores; não tarda ouvires o rouxinol a recomeçar a vida trinada de volta; já se ouve o cuco e a rola pela manhã; neste momento sem nuvens, o céu reanima-te com a imensidão do espaço revoado de astros; os rios, parece ouvi-los correr sem pensarem em anos; no mundo cruel e injusto nem sempre só há trevas. Também surgem os concertos de paz nas sinfonias de Beethoven com o hino da Alegria, a Nostalgia de Schubert, o Glory,glory, hallelujah! de Bishop, Nocturno-nº 5 de J. Field, que te erguem a alma do abismo em que tem inclinas.
HOJE, SEXTA-FEIRA: relaxa-te, entrega-te para recomeçares após um descanso revitalizador.
O Espírito Santo te mostrará o que tens a fazer.
A noite escura é dos santos mas mais dos pecadores.É ela o caminho purificante da santidade e também obra do Espírito Santo!
Pede perdão das faltas deste dia, ama o dom do silêncio e da solidão interior para que Ele varra cada vez melhor a tua casa e recomeça a caminhar sem pensar em tantos mas...
A obra que é dEle ainda não terminou e bem sabes quão está longe de terminares. Pede a Paz a conformidade com a Sua e caminha, está bem? Boa noite!
22 de abril de 2010
POEMA VOCACIONAL DE SANTA TERESINHA
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCXXXXXXXXXXXXCC
CCCXXXXXXXXXXXXCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
Quereria percorrer a terra
E pregar o Teu nome, Jesus,
Ser Apóstolo em solo infiel
E plantar gloriosa a Tua cruz.
Só o Amor faz agir a Igreja,
Mas se o Amor se viesse a extinguir
Os Apóstolos não anunciariam
Nem os mártires a vida dariam.
Compreendi que o Amor encerra,
Em si mesmo, todas as vocações.
Compreendi que o Amor é tudo,
Que abarca os tempos e os lugares.
Encontrei finalmente o meu lugar
Fostes Vós, ó meu Deus, que mo destes:
No coração da Igreja, minha mãe,
Eu serei o Amor!
E assim serei tudo!
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCXXXXXXXXXXXXCC
CCCXXXXXXXXXXXXCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
CCCCCCCXXXCCCCCC
Quereria percorrer a terra
E pregar o Teu nome, Jesus,
Ser Apóstolo em solo infiel
E plantar gloriosa a Tua cruz.
Só o Amor faz agir a Igreja,
Mas se o Amor se viesse a extinguir
Os Apóstolos não anunciariam
Nem os mártires a vida dariam.
Compreendi que o Amor encerra,
Em si mesmo, todas as vocações.
Compreendi que o Amor é tudo,
Que abarca os tempos e os lugares.
Encontrei finalmente o meu lugar
Fostes Vós, ó meu Deus, que mo destes:
No coração da Igreja, minha mãe,
Eu serei o Amor!
E assim serei tudo!
AO ESPÍRITO SANTO- DE SÃO ARNALDO JANSSEN
"No entardecer dos meus dias terrenos,
venho a Ti, Espírito Santo,
a Quem minha alma bendiz,
agradecer-Te de coração e louvar-Te.
Jamais poderei, Deus do amor formoso,
suficiente louvor e gratidão tributar-Te.
O que tenho na Terra Tu mo deste.
Também Te agradeço de corpo e alma.
Por isso, Espírito do Amor eterno
Te sejam dados amor e gratidão.
Perdoa o meu fraco amor.
Perdoa o pouco que por Ti tenho feito.
Contudo, ao chegar ao fim desta vida,
concede-me, meu amabilíssimo Consolador,
que chegue ao encontro conTigo
e entre no Teu repouso"308
Diz o seu enfermeiro Alfredo Möller:" sendo seu enfermeiro, tive oportunidade de observar o Bem-Aventurado Arnaldo durante a sua última enfermidade. Não houve ocasião, enquanto estive com ele em que não estivesse rezando a Deus, Espírito Santo.
Em 2003 é canonizado por João Paulo II
venho a Ti, Espírito Santo,
a Quem minha alma bendiz,
agradecer-Te de coração e louvar-Te.
Jamais poderei, Deus do amor formoso,
suficiente louvor e gratidão tributar-Te.
O que tenho na Terra Tu mo deste.
Também Te agradeço de corpo e alma.
Por isso, Espírito do Amor eterno
Te sejam dados amor e gratidão.
Perdoa o meu fraco amor.
Perdoa o pouco que por Ti tenho feito.
Contudo, ao chegar ao fim desta vida,
concede-me, meu amabilíssimo Consolador,
que chegue ao encontro conTigo
e entre no Teu repouso"308
Diz o seu enfermeiro Alfredo Möller:" sendo seu enfermeiro, tive oportunidade de observar o Bem-Aventurado Arnaldo durante a sua última enfermidade. Não houve ocasião, enquanto estive com ele em que não estivesse rezando a Deus, Espírito Santo.
Em 2003 é canonizado por João Paulo II
SÃO ARNALDO JANSSEN
Arnaldo Janssen (1837-1909)
Arnaldo Janssen nasceu no dia 5 de Novembro de 1837 em Goch, uma pequena cidade da Baixa Renânia (Alemanha). Era o segundo de 10 filhos e os pais incutiram nele uma grande dedicação ao trabalho e uma profunda religiosidade.
Foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1861 pela Diocese de Münster e foi destinado a trabalhar numa escola secundária em Bocholt, onde se distinguiu como um professor exigente mas justo. Em virtude da sua profunda devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi nomeado Director Diocesano do Apostolado da Oração. Este apostolado encorajou Arnaldo a abrir-se aos cristãos de outras denominações.
Ele foi um homem consciente das necessidades espirituais de outros povos, para além dos limites da sua diocese e preocupou-se pela Missão Universal da Igreja. Decidiu dedicar a sua vida despertando a Igreja da Alemanha para as suas responsabilidades missionárias. Com tal propósito, ele resignou do seu lugar de professor e, logo em seguida, fundou o «Mensageiro do Sagrado Coração». Esta revista mensal dava notícias da missão e animava os católicos de língua alemã a trabalhar mais pelas missões.
Os tempos eram particularmente difíceis na Alemanha. Bismarck havia declarado a «Kulturkampf» com uma série de leis contra os Católicos, a expulsão de religiosos e sacerdotes e a prisão de muitos bispos. Nesta situação caótica, Arnaldo Janssen propôs a alguns dos sacerdotes expulsos do país a ida para as missões ou que pelo menos ajudassem na formação de missionários.
Devagar mas com segurança e com a palavra de encorajamento do Vigário Apostólico de Hong-Kong, Arnaldo descobriu que Deus o chamava para enfrentar essa difícil tarefa. Muitos diziam que ele não era o homem indicado para tal e que os tempos não eram propícios para a fundação. A resposta de Arnaldo foi: «O Senhor desafia a nossa fé e incentiva-nos a fazer algo novo, precisamente quando tantas coisas implodem na Igreja».
Com a ajuda de alguns bispos, Arnaldo inaugurou no dia 8 de Setembro de 1875 em Styel (Holanda) a casa missionária e esta data é considerada o dia da fundação da Congregação do Verbo Divino. No dia 2 de Março de 1879, partiram os dois primeiros missionários para a China. Um deles era José Freinadmetz.
Consciente da importância dos meios de comunicação social para atrair vocações e meios económicos, Arnaldo Janssen abriu, 4 meses após a inauguração da casa, uma tipografia. Milhares de leigos generosos ofereceram o seu tempo e esforço na distribuição das revistas de Steyl, contribuindo assim para a animação missionária nos países de língua alemã.
Desta forma, a comunidade, muito em breve, era composta de sacerdotes e irmãos.
Entre os voluntários da casa missionária não estavam só homens. Praticamente desde o começo, um grupo de mulheres se pôs ao serviço da comunidade. Estas mulheres desejavam servir a missão como religiosas. O fiel e dedicado serviço que elas ofereciam livremente e o reconhecimento da importância do papel, que a mulher poderia desempenhar na missão, levaram Arnaldo a fundar, no dia 8 de Dezembro de 1889, a Congregação Missionária das Servas do Espírito Santo (SSpS). As primeiras Irmãs foram enviadas para a Argentina em 1895.
Em 1896 o P. Arnaldo decidiu escolher algumas Irmãs para formar o ramo contemplativo, que seria conhecido como «Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua», SSpSAP. O seu serviço missionário consistiria em manter a adoração permanente do Santíssimo Sacramento, rezando dia e noite pela Igreja e especialmente pelas outras duas Congregações dedicadas ao serviço missionário activo.
Arnaldo faleceu no dia 15 de janeiro de 1909. A sua vida foi uma permanente procura da realização da vontade de Deus, confiança na divina providencia e trabalho árduo. O crescimento contínuo das comunidades por ele fundadas é a prova evidente de que o seu trabalho foi abençoado. Presentemente, há mais de 6.000 missionários do Verbo Divino trabalhando em 63 países. As missionárias Servas do Espírito Santo são mais de 3.800, e 400 as Servas do Espírito Santo de Adoração Perpétua.
Homilia de João Paulo II
Arnaldo Janssen nasceu no dia 5 de Novembro de 1837 em Goch, uma pequena cidade da Baixa Renânia (Alemanha). Era o segundo de 10 filhos e os pais incutiram nele uma grande dedicação ao trabalho e uma profunda religiosidade.
Foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1861 pela Diocese de Münster e foi destinado a trabalhar numa escola secundária em Bocholt, onde se distinguiu como um professor exigente mas justo. Em virtude da sua profunda devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi nomeado Director Diocesano do Apostolado da Oração. Este apostolado encorajou Arnaldo a abrir-se aos cristãos de outras denominações.
Ele foi um homem consciente das necessidades espirituais de outros povos, para além dos limites da sua diocese e preocupou-se pela Missão Universal da Igreja. Decidiu dedicar a sua vida despertando a Igreja da Alemanha para as suas responsabilidades missionárias. Com tal propósito, ele resignou do seu lugar de professor e, logo em seguida, fundou o «Mensageiro do Sagrado Coração». Esta revista mensal dava notícias da missão e animava os católicos de língua alemã a trabalhar mais pelas missões.
Os tempos eram particularmente difíceis na Alemanha. Bismarck havia declarado a «Kulturkampf» com uma série de leis contra os Católicos, a expulsão de religiosos e sacerdotes e a prisão de muitos bispos. Nesta situação caótica, Arnaldo Janssen propôs a alguns dos sacerdotes expulsos do país a ida para as missões ou que pelo menos ajudassem na formação de missionários.
Devagar mas com segurança e com a palavra de encorajamento do Vigário Apostólico de Hong-Kong, Arnaldo descobriu que Deus o chamava para enfrentar essa difícil tarefa. Muitos diziam que ele não era o homem indicado para tal e que os tempos não eram propícios para a fundação. A resposta de Arnaldo foi: «O Senhor desafia a nossa fé e incentiva-nos a fazer algo novo, precisamente quando tantas coisas implodem na Igreja».
Com a ajuda de alguns bispos, Arnaldo inaugurou no dia 8 de Setembro de 1875 em Styel (Holanda) a casa missionária e esta data é considerada o dia da fundação da Congregação do Verbo Divino. No dia 2 de Março de 1879, partiram os dois primeiros missionários para a China. Um deles era José Freinadmetz.
Consciente da importância dos meios de comunicação social para atrair vocações e meios económicos, Arnaldo Janssen abriu, 4 meses após a inauguração da casa, uma tipografia. Milhares de leigos generosos ofereceram o seu tempo e esforço na distribuição das revistas de Steyl, contribuindo assim para a animação missionária nos países de língua alemã.
Desta forma, a comunidade, muito em breve, era composta de sacerdotes e irmãos.
Entre os voluntários da casa missionária não estavam só homens. Praticamente desde o começo, um grupo de mulheres se pôs ao serviço da comunidade. Estas mulheres desejavam servir a missão como religiosas. O fiel e dedicado serviço que elas ofereciam livremente e o reconhecimento da importância do papel, que a mulher poderia desempenhar na missão, levaram Arnaldo a fundar, no dia 8 de Dezembro de 1889, a Congregação Missionária das Servas do Espírito Santo (SSpS). As primeiras Irmãs foram enviadas para a Argentina em 1895.
Em 1896 o P. Arnaldo decidiu escolher algumas Irmãs para formar o ramo contemplativo, que seria conhecido como «Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua», SSpSAP. O seu serviço missionário consistiria em manter a adoração permanente do Santíssimo Sacramento, rezando dia e noite pela Igreja e especialmente pelas outras duas Congregações dedicadas ao serviço missionário activo.
Arnaldo faleceu no dia 15 de janeiro de 1909. A sua vida foi uma permanente procura da realização da vontade de Deus, confiança na divina providencia e trabalho árduo. O crescimento contínuo das comunidades por ele fundadas é a prova evidente de que o seu trabalho foi abençoado. Presentemente, há mais de 6.000 missionários do Verbo Divino trabalhando em 63 países. As missionárias Servas do Espírito Santo são mais de 3.800, e 400 as Servas do Espírito Santo de Adoração Perpétua.
Homilia de João Paulo II
O NOSSO PLANETA TERRA
Hoje
Quercus avisa que excesso de consumo está a destruir o planeta
"O nosso relacionamento com o planeta Terra piorou nos últimos anos. Apesar de estarmos mais eficientes, temos cada vez mais produtos a gastar mais. A pressão sobre a Terra está a tornar-se cada vez maior", avisa Susana Fonseca, presidente da Quercus. Por isso, esta associação ambiental admite que quarenta anos depois da primeira comemoração do dia da Terra, este planeta está na mesma ou pior.
O excesso de produção e de consumo parece ser a maior das "doenças" e a que provoca o resto dos males do mundo. A Quercus aponta, até, para a iminência de um cataclismo de magnitude planetária, em que as alterações climáticas são apenas um dos sintomas.
Dados da associação ambientalista indicam que, para mantermos este nível de consumo de recursos precisamos de um planeta e meio. No caso de Portugal, o número sobe para dois planetas e meio. É como ter um frigorífico cheio de comida em casa, mas o apetite voraz exigir dois e meio para sustentar a fome.
A culpa parece ser da nossa sociedade: "É-nos passada uma imagem de consumo e de luxo, em que o valor das pessoas vem daquilo que têm e não do que são. Isto é uma atitude insustentável para quem se preocupa com questões ecológicas", diz Susana Fonseca. Uma questão de elevada importância num planeta em que três em cada quatro pessoas vivem em países em débito ecológico.
Estas são as nações que não conseguem produzir dentro das suas fronteiras os produtos que consomem, nem desfazer-se dos resíduos que produzem. "Este desrespeito pelos limites do planeta Terra acontece quando apenas mil milhões de pessoas têm uma vida abastada, mil a dois mil milhões vivem em economias de transição e cerca de três a quatro mil milhões sobrevivem com apenas alguns euros por dia", diz a responsável da Quercus.
"Quarenta anos volvidos, não temos um balanço positivo da nossa relação com o planeta Terra. Face ao conhecimento que actualmente possuímos, estamos bastante aquém", conclui a presidente.
Mas, afinal, o que é que nestes 40 anos não conseguimos alterar para mudar este cenário? Em resposta, Susana Fonseca aponta três falhas: a primeira é o excesso de produção e de consumo. "A falha maior", aponta a ecologista: "Consumimos muito mais do que aquilo que necessitamos e os indicadores que se baseiam nisto não são sustentáveis." O problema terá começado nos anos 1980 quando passamos a ter um défice de pegada ecológica. A partir daí foi sempre a piorar.
O segundo problema destes 40 anos foi o não desenvolvimento de energias renováveis. "Há muito que as conhecemos, mas ninguém investe nelas", frisa Susana Fonseca, que lamenta que a crise de petróleo de 1973 não tenha ensinado nada acerca dos problemas deste combustível fóssil.
Em terceiro vem a falta de educação ambiental, uma questão que se estende a toda a gente, inclusive aqueles que têm as rédeas do mundo: "O que me espanta é que haja um consenso sobre as alterações climáticas, mas que ninguém tenha tido a coragem para que se assine um protocolo", critica. Para a Quercus, é preciso que as pessoas saibam viver com o planeta, "sem serem agressivos".
"É preciso formar pessoas, principalmente os líderes, antes que fiquemos sem recursos. O grande problema é que estivemos estes anos todos sem ligar nada ao planeta e agora temos de aprender rapidamente como tratar dele", acrescenta Susana Fonseca.
Passados 40 anos, o cenário não é famoso, por isso a ecologista espera que quando chegarmos aos 50 anos do dia da Terra, estes três problemas estejam resolvidos: "Isto sendo bastante optimista."
Quercus avisa que excesso de consumo está a destruir o planeta
"O nosso relacionamento com o planeta Terra piorou nos últimos anos. Apesar de estarmos mais eficientes, temos cada vez mais produtos a gastar mais. A pressão sobre a Terra está a tornar-se cada vez maior", avisa Susana Fonseca, presidente da Quercus. Por isso, esta associação ambiental admite que quarenta anos depois da primeira comemoração do dia da Terra, este planeta está na mesma ou pior.
O excesso de produção e de consumo parece ser a maior das "doenças" e a que provoca o resto dos males do mundo. A Quercus aponta, até, para a iminência de um cataclismo de magnitude planetária, em que as alterações climáticas são apenas um dos sintomas.
Dados da associação ambientalista indicam que, para mantermos este nível de consumo de recursos precisamos de um planeta e meio. No caso de Portugal, o número sobe para dois planetas e meio. É como ter um frigorífico cheio de comida em casa, mas o apetite voraz exigir dois e meio para sustentar a fome.
A culpa parece ser da nossa sociedade: "É-nos passada uma imagem de consumo e de luxo, em que o valor das pessoas vem daquilo que têm e não do que são. Isto é uma atitude insustentável para quem se preocupa com questões ecológicas", diz Susana Fonseca. Uma questão de elevada importância num planeta em que três em cada quatro pessoas vivem em países em débito ecológico.
Estas são as nações que não conseguem produzir dentro das suas fronteiras os produtos que consomem, nem desfazer-se dos resíduos que produzem. "Este desrespeito pelos limites do planeta Terra acontece quando apenas mil milhões de pessoas têm uma vida abastada, mil a dois mil milhões vivem em economias de transição e cerca de três a quatro mil milhões sobrevivem com apenas alguns euros por dia", diz a responsável da Quercus.
"Quarenta anos volvidos, não temos um balanço positivo da nossa relação com o planeta Terra. Face ao conhecimento que actualmente possuímos, estamos bastante aquém", conclui a presidente.
Mas, afinal, o que é que nestes 40 anos não conseguimos alterar para mudar este cenário? Em resposta, Susana Fonseca aponta três falhas: a primeira é o excesso de produção e de consumo. "A falha maior", aponta a ecologista: "Consumimos muito mais do que aquilo que necessitamos e os indicadores que se baseiam nisto não são sustentáveis." O problema terá começado nos anos 1980 quando passamos a ter um défice de pegada ecológica. A partir daí foi sempre a piorar.
O segundo problema destes 40 anos foi o não desenvolvimento de energias renováveis. "Há muito que as conhecemos, mas ninguém investe nelas", frisa Susana Fonseca, que lamenta que a crise de petróleo de 1973 não tenha ensinado nada acerca dos problemas deste combustível fóssil.
Em terceiro vem a falta de educação ambiental, uma questão que se estende a toda a gente, inclusive aqueles que têm as rédeas do mundo: "O que me espanta é que haja um consenso sobre as alterações climáticas, mas que ninguém tenha tido a coragem para que se assine um protocolo", critica. Para a Quercus, é preciso que as pessoas saibam viver com o planeta, "sem serem agressivos".
"É preciso formar pessoas, principalmente os líderes, antes que fiquemos sem recursos. O grande problema é que estivemos estes anos todos sem ligar nada ao planeta e agora temos de aprender rapidamente como tratar dele", acrescenta Susana Fonseca.
Passados 40 anos, o cenário não é famoso, por isso a ecologista espera que quando chegarmos aos 50 anos do dia da Terra, estes três problemas estejam resolvidos: "Isto sendo bastante optimista."
21 de abril de 2010
CONTEMPLAÇÃO DO SANTO ROSÁRIO
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O ROSÁRIO MEDITADO
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Concedei-nos,ó Jesus por intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganharmos as indulgências desta santa devoção.
Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Poncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado a direita do Deus Pai todo-poderoso, donde há e vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
HOMENAGEM À SANTÍSSIMA TRINDADE: Um Pai Nosso, três Ave Marias e um Glória ao Pai; a lª Ave Maria em honra a Deus Pai que nos criou; a 2ª a Deus Filho que nos remiu; e a 3ª ao Espírito Santo que nos santifica.
Em cada Mistério se reza um Pai-Nosso, dez Ave-Marias, um Glória ao Pai e a jaculatória.
Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo, Como era no principio agora e sempre amém.
Jaculatória
Oh! Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. - Abençoai o Santo Padre o Papa, o nosso bispo diocesano e todo clero abençoai e santificai as nossas famílias e dai-nos a paz
MISTÉRIOS GOZOZOS (segundas e sábados)
· No primeiro mistério contemplamos a Anunciação do anjo a Nossa Senhora e aprendemos dela a virtude da humildade. Leitura da Bíblia: Lucas 1, 26-38.
· No segundo mistério contemplamos a visita de Nossa Senhora a Santa Isabel e aprendemos a caridade para com o próximo. Leitura da Bíblia: Lucas 1, 39-56.
· No terceiro mistério contemplamos o nascimento de Jesus em Belém e aprendemos a resignação na pobreza e o desapego dos bens terrenos. Leitura da Bíblia: Lucas 2,1-16.
· No quarto mistério contemplamos a apresentação de Jesus no templo e a purificação de Nossa Senhora e aprendemos a obediência e a pureza do corpo e da alma. Leitura da Bíblia: Lucas 2,22-39.
· No quinto mistério contemplamos o reencontro de Jesus no templo e aprendemos a procurar Deus em todos os caminhos e em todas as coisas. Leitura da Bíblia: Lucas 2,41-52.
MISTÉRIOS DA LUZ (quintas-feiras)
1º Mistério – Batismo de Jesus no Jordão. Cristo desce à água do rio, como inocente que se faz pecado por nós. O céu abre-se e a voz do Pai proclama-O Filho dilecto, ao mesmo tempo que o Espírito vem sobre Ele para investi-LO na missão que O espera. (Mt 3, 13-17; Mc 1, 9-11; Lc 3, 21-22; Jo 1, 31-34)
2º Mistério – Bodas de Caná. Cristo, transformando água em vinho, abre a fé o coração dos discípulos graças a intervenção de Maria, a primeira entre os crentes. (Jo 2, 1-12)
3º Mistério – Anúncio do Reino de Deus convidando à conversão. Perdoando os pecados de quem a Ele se dirige com humilde confiança. E o início do mistério da misericórdia que Ele prosseguira exercendo até ao fim do mundo. Especialmente através do sacramento da Reconciliação, confiado a sua igreja. (Mc 2, 3-13; Lc 7, 47-48).
4º Mistério – Transfiguração no Monte Tabor. A gloria da Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai ordena aos discípulos extasiados para que O escutem. Cristo se revela entre a lei (Moisés) e a profecia (Elias), mostrando de Ele é a revelação perfeita de ambos. (Lc 9, 28-36; Mt 17, 1-19; Mc 9, 2-10).
5º Mistério – Instituição da Eucaristia. Cristo se faz alimento com seu Corpo e o seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho. Testemunhando o seu amor pela humanidade, por cuja salvação Se oferecerá em sacrifício. (Mt 26, 17-29; Mc 14, 12-25; Lc 22, 7-23; Jo 13, 1-30)
MISTÉRIOS DOLOROSOS (terças e sextas-feiras)
· No primeiro mistério contemplamos a agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras e pedimos a graça da conversão de nossa vida. Leitura da Bíblia: Mateus 26,36-46.
· No segundo mistério contemplamos a flagelação de Jesus e aprendemos a praticar a mortificação dos sentidos. Leitura da Bíblia: Mateus 15,12-19.
· No terceiro mistério contemplamos coroação de espinhos de Jesus e aprendemos a combater o nosso orgulho e egoísmo. Leitura da Bíblia: Mateus 27,27-30.
· No quarto mistério contemplamos a Jesus carregando a cruz para o calvário e aprendemos a paciência nos contratempos e injustiças da vida. Leitura da Bíblia: João 19,17-22.
· No quinto mistério contemplamos a crucificação e a morte de Jesus e aprendemos a ter amor a Deus e horror ao pecado. Leitura da Bíblia: João 19,25-30.
MISTÉRIOS GLORIOSOS (quartas e domingos)
· No primeiro mistério contemplamos a ressurreição de Jesus Cristo e aprendemos a praticar as virtudes da fé e da confiança em Deus. Leitura da Bíblia: João 20,11-19.
· No segundo mistério contemplamos a ascensão de Jesus ao céu e aprendemos a aumentar a esperança e o desejo do céu. Leitura da Bíblia: Atos dos Apóstolos 1,1-11.
· No terceiro mistério contemplamos a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos e pedimos os dons do Espírito Santo em nossa alma: inteligência, ciência, conselho, fortaleza, sabedoria, piedade e temor a Deus. Leitura da Bíblia: Atos dos Apóstolos 2,1-13.
· No quarto mistério contemplamos a Assunção de Maria ao céu e lhe pedimos perseverança na graça e uma boa morte. Leitura da Bíblia: Gênesis 3,6-15.
· No quinto mistério contemplamos a coroação de Nossa Senhora como rainha do céu e da terra e pedimos a graça da terna devoção à nossa Mãe Celeste Maria Santíssima. Leitura da Bíblia: Apocalipse 12,1.
AGRADECIMENTO
Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos agora e para sempre tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais vos obrigar vos saudamos com uma SALVA RAINHA:
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salvé! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eis, pois, advogada nossa esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro nos mostrai a Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó Clemente, ó Piedosa, ó Doce, sempre virgem Maria.
ROGAI POR NÓS, SANTA MÃE DE DEUS
PARA QUE SEJAMOS DIGNOS DAS PROMESSAS DE CRISTO, AMÉM.
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O ROSÁRIO MEDITADO
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Concedei-nos,ó Jesus por intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganharmos as indulgências desta santa devoção.
Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Poncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado a direita do Deus Pai todo-poderoso, donde há e vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
HOMENAGEM À SANTÍSSIMA TRINDADE: Um Pai Nosso, três Ave Marias e um Glória ao Pai; a lª Ave Maria em honra a Deus Pai que nos criou; a 2ª a Deus Filho que nos remiu; e a 3ª ao Espírito Santo que nos santifica.
Em cada Mistério se reza um Pai-Nosso, dez Ave-Marias, um Glória ao Pai e a jaculatória.
Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo, Como era no principio agora e sempre amém.
Jaculatória
Oh! Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. - Abençoai o Santo Padre o Papa, o nosso bispo diocesano e todo clero abençoai e santificai as nossas famílias e dai-nos a paz
MISTÉRIOS GOZOZOS (segundas e sábados)
· No primeiro mistério contemplamos a Anunciação do anjo a Nossa Senhora e aprendemos dela a virtude da humildade. Leitura da Bíblia: Lucas 1, 26-38.
· No segundo mistério contemplamos a visita de Nossa Senhora a Santa Isabel e aprendemos a caridade para com o próximo. Leitura da Bíblia: Lucas 1, 39-56.
· No terceiro mistério contemplamos o nascimento de Jesus em Belém e aprendemos a resignação na pobreza e o desapego dos bens terrenos. Leitura da Bíblia: Lucas 2,1-16.
· No quarto mistério contemplamos a apresentação de Jesus no templo e a purificação de Nossa Senhora e aprendemos a obediência e a pureza do corpo e da alma. Leitura da Bíblia: Lucas 2,22-39.
· No quinto mistério contemplamos o reencontro de Jesus no templo e aprendemos a procurar Deus em todos os caminhos e em todas as coisas. Leitura da Bíblia: Lucas 2,41-52.
MISTÉRIOS DA LUZ (quintas-feiras)
1º Mistério – Batismo de Jesus no Jordão. Cristo desce à água do rio, como inocente que se faz pecado por nós. O céu abre-se e a voz do Pai proclama-O Filho dilecto, ao mesmo tempo que o Espírito vem sobre Ele para investi-LO na missão que O espera. (Mt 3, 13-17; Mc 1, 9-11; Lc 3, 21-22; Jo 1, 31-34)
2º Mistério – Bodas de Caná. Cristo, transformando água em vinho, abre a fé o coração dos discípulos graças a intervenção de Maria, a primeira entre os crentes. (Jo 2, 1-12)
3º Mistério – Anúncio do Reino de Deus convidando à conversão. Perdoando os pecados de quem a Ele se dirige com humilde confiança. E o início do mistério da misericórdia que Ele prosseguira exercendo até ao fim do mundo. Especialmente através do sacramento da Reconciliação, confiado a sua igreja. (Mc 2, 3-13; Lc 7, 47-48).
4º Mistério – Transfiguração no Monte Tabor. A gloria da Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai ordena aos discípulos extasiados para que O escutem. Cristo se revela entre a lei (Moisés) e a profecia (Elias), mostrando de Ele é a revelação perfeita de ambos. (Lc 9, 28-36; Mt 17, 1-19; Mc 9, 2-10).
5º Mistério – Instituição da Eucaristia. Cristo se faz alimento com seu Corpo e o seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho. Testemunhando o seu amor pela humanidade, por cuja salvação Se oferecerá em sacrifício. (Mt 26, 17-29; Mc 14, 12-25; Lc 22, 7-23; Jo 13, 1-30)
MISTÉRIOS DOLOROSOS (terças e sextas-feiras)
· No primeiro mistério contemplamos a agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras e pedimos a graça da conversão de nossa vida. Leitura da Bíblia: Mateus 26,36-46.
· No segundo mistério contemplamos a flagelação de Jesus e aprendemos a praticar a mortificação dos sentidos. Leitura da Bíblia: Mateus 15,12-19.
· No terceiro mistério contemplamos coroação de espinhos de Jesus e aprendemos a combater o nosso orgulho e egoísmo. Leitura da Bíblia: Mateus 27,27-30.
· No quarto mistério contemplamos a Jesus carregando a cruz para o calvário e aprendemos a paciência nos contratempos e injustiças da vida. Leitura da Bíblia: João 19,17-22.
· No quinto mistério contemplamos a crucificação e a morte de Jesus e aprendemos a ter amor a Deus e horror ao pecado. Leitura da Bíblia: João 19,25-30.
MISTÉRIOS GLORIOSOS (quartas e domingos)
· No primeiro mistério contemplamos a ressurreição de Jesus Cristo e aprendemos a praticar as virtudes da fé e da confiança em Deus. Leitura da Bíblia: João 20,11-19.
· No segundo mistério contemplamos a ascensão de Jesus ao céu e aprendemos a aumentar a esperança e o desejo do céu. Leitura da Bíblia: Atos dos Apóstolos 1,1-11.
· No terceiro mistério contemplamos a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos e pedimos os dons do Espírito Santo em nossa alma: inteligência, ciência, conselho, fortaleza, sabedoria, piedade e temor a Deus. Leitura da Bíblia: Atos dos Apóstolos 2,1-13.
· No quarto mistério contemplamos a Assunção de Maria ao céu e lhe pedimos perseverança na graça e uma boa morte. Leitura da Bíblia: Gênesis 3,6-15.
· No quinto mistério contemplamos a coroação de Nossa Senhora como rainha do céu e da terra e pedimos a graça da terna devoção à nossa Mãe Celeste Maria Santíssima. Leitura da Bíblia: Apocalipse 12,1.
AGRADECIMENTO
Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos agora e para sempre tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais vos obrigar vos saudamos com uma SALVA RAINHA:
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salvé! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eis, pois, advogada nossa esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro nos mostrai a Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó Clemente, ó Piedosa, ó Doce, sempre virgem Maria.
ROGAI POR NÓS, SANTA MÃE DE DEUS
PARA QUE SEJAMOS DIGNOS DAS PROMESSAS DE CRISTO, AMÉM.
SEMPRE SIM E JAMAIS NÃO !
Setenta! Setenta anos de Padre!
Que longa vida Tu m'oferesceste!
Juntamente com a Tua Madre...
dádivas dos dois; óh! Dom celeste!
Tantos anos! Jamais eu pensei...
distribuir riquezas sem fim!
como se eu fosse mecenas-rei...
quando não passo só de capim...
Perdão para aquilo que não fiz,
ou foi mal feito...sem coração...
e ficou marcado com giz.
Apaga o mal com a Tua mão
e transforma em oiro este meu diz...
Para ser sempre SIM e jamais NÃO.
De: Padre Deodato Maria
Que longa vida Tu m'oferesceste!
Juntamente com a Tua Madre...
dádivas dos dois; óh! Dom celeste!
Tantos anos! Jamais eu pensei...
distribuir riquezas sem fim!
como se eu fosse mecenas-rei...
quando não passo só de capim...
Perdão para aquilo que não fiz,
ou foi mal feito...sem coração...
e ficou marcado com giz.
Apaga o mal com a Tua mão
e transforma em oiro este meu diz...
Para ser sempre SIM e jamais NÃO.
De: Padre Deodato Maria
LEITURA DA TARDE COM SANTO ANSELMO
Santo Anselmo e o Argumento Ontológico
Hoje a Igreja celebra Santo Anselmo como tal aqui fica um pequeno excerto do Proslógion, contendo o famoso Argumento Ontológico.
"Pois bem, Senhor: tu que dás a intelecção da fé, concede-me na medida em que sabes convir-me, que eu inteleccione que tu existes, como nós o acreditamos, e que és isso mesmo que nós acreditamos.
Nós realmente acreditamos que tu és alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar. Porventura não existe uma realidade dessa natureza, pois que "o insipiente disse no seu coração - Deus não existe?" (Salmo 13,1).
Mas evidentemente, esse mesmo insipiente ao ouvir isto mesmo que eu digo - alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar, intelecciona o que ouve, e o que intelecciona está na sua inteligência, embora ele não inteleccione que isso existe.
Com efeito, uma coisa é estar certa realidade no intelecto,
outra coisa inteleccionar que essa realidade existe.
Assim, quando um pintor pensa antecipadamente no que vai fazer,
tem-no de facto no intelecto, mas ainda não intelecciona que existe o que ainda não fez.
Mas depois que o pintou, não só tem no intelecto, mas também intelecciona que existe o que já fez.
Tem por conseguinte de reconhecer o mesmo insipiente que - alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar - existe ao menos no intelecto, pois que ao ouvir isto, intelecciona-o, e tudo o que intelecciona existe no intelecto. E indubitavelmente, - aquilo, maior do que o qual nada se pode pensar - não pode existir apenas no intelecto.
Com efeito, se ao menos existe só no intelecto, pode pensar-se que existe também na realidade, o que é ser maior.
Por conseguinte, se - aquilo, maior do que o qual nada se pode pensar - existe apenas no intelecto, - aquilo mesmo, maior do que o qual nada se pode pensar - é ,aquilo mesmo, maior do que o qual [ alguma coisa ] se pode pensar. Ora isso é evidentemente impossível. Existe pois indubitavelmente, tanto na inteligência como na realidade, - alguma coisa, maior do que a qual NÃO se pode pensar [ nada ]."
Hoje a Igreja celebra Santo Anselmo como tal aqui fica um pequeno excerto do Proslógion, contendo o famoso Argumento Ontológico.
"Pois bem, Senhor: tu que dás a intelecção da fé, concede-me na medida em que sabes convir-me, que eu inteleccione que tu existes, como nós o acreditamos, e que és isso mesmo que nós acreditamos.
Nós realmente acreditamos que tu és alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar. Porventura não existe uma realidade dessa natureza, pois que "o insipiente disse no seu coração - Deus não existe?" (Salmo 13,1).
Mas evidentemente, esse mesmo insipiente ao ouvir isto mesmo que eu digo - alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar, intelecciona o que ouve, e o que intelecciona está na sua inteligência, embora ele não inteleccione que isso existe.
Com efeito, uma coisa é estar certa realidade no intelecto,
outra coisa inteleccionar que essa realidade existe.
Assim, quando um pintor pensa antecipadamente no que vai fazer,
tem-no de facto no intelecto, mas ainda não intelecciona que existe o que ainda não fez.
Mas depois que o pintou, não só tem no intelecto, mas também intelecciona que existe o que já fez.
Tem por conseguinte de reconhecer o mesmo insipiente que - alguma coisa, maior do que a qual nada se pode pensar - existe ao menos no intelecto, pois que ao ouvir isto, intelecciona-o, e tudo o que intelecciona existe no intelecto. E indubitavelmente, - aquilo, maior do que o qual nada se pode pensar - não pode existir apenas no intelecto.
Com efeito, se ao menos existe só no intelecto, pode pensar-se que existe também na realidade, o que é ser maior.
Por conseguinte, se - aquilo, maior do que o qual nada se pode pensar - existe apenas no intelecto, - aquilo mesmo, maior do que o qual nada se pode pensar - é ,aquilo mesmo, maior do que o qual [ alguma coisa ] se pode pensar. Ora isso é evidentemente impossível. Existe pois indubitavelmente, tanto na inteligência como na realidade, - alguma coisa, maior do que a qual NÃO se pode pensar [ nada ]."
ORAÇÃO DO "ANGELUS"
JESUS CRISTO VEIO AO MUNDO POR UMA SIMPLES PALAVRA DE BOA E TOTAL DISPONIBILIDADE DE MARIA- "FIAT".
O ESPÍRITO SANTO CONFIRMOU A SUA ENTREGA E DEUS REALIZOU O PROJECTO DA SALVAÇÃO DA HUMANIDADE. ALELUIA! ALELUIA!
O ESPÍRITO SANTO CONFIRMOU A SUA ENTREGA E DEUS REALIZOU O PROJECTO DA SALVAÇÃO DA HUMANIDADE. ALELUIA! ALELUIA!
SANTO ANSELMO DE CANTUÁRIA
Anselmo de Cantuária (1033/1034, Aosta - 21 de Abril 1109, Canterbury), nascido Anselmo de Aosta (por ser natural de Aosta, hoje na Itália), e também conhecido como Santo Anselmo, foi um influente teólogo e filósofo medieval italiano de origem normanda.
Foi Arcebispo de Cantuária entre 1093 e 1109 (sucedendo a Lanfranco, também um italiano), por nomeação de Henrique I de Inglaterra, de quem foi amigo e confessor, mas depois divergiu com ele na Questão das Investiduras. É considerado o fundador do escolasticismo e é famoso como o criador do argumento ontológico a favor da existência de Deus.
Viria mais tarde a ser canonizado pela Igreja Católica, e declarado Doutor da Igreja em 1720, pelo Papa Clemente XI. Santo Anselmo nasceu em Aosta, filho de um nobre, e de uma mãe rica, Ermenberga. Seguiu a carreira religiosa, estudou os clássicos e escreveu sempre em latim. Foi eleito prior em 1063, porque era considerado inteligente e piedoso. Sua biografia nos é contada pelo seu discípulo, Eadmero.
Anselmo buscava um argumento para provar a existência de Deus, e sua bondade suprema. Fala que a crença e a fé correspondem à verdade, e que existe verdadeiramente um ser do qual não é possível pensar nada maior. Ele não existe apenas na inteligência, mas também na realidade. Anselmo desenvolveu uma linha de pensamento sobre essas bases, chamados de argumento ontológico, que foi retomada por Descartes e criticada por Kant, e ela estava numa obra chamada Proslógio. Ele parte do fato de que o homem encontra no mundo muitas coisas, algumas boas, que procedem de um bem absoluto, que é necessariamente existente. Todas as coisas tem uma causa, menos o ser incriado, que é a causa de si mesmo e fundamenta todos os outros seres. Esse ser é Deus. Seus argumentos não foram totalmente aceitos.
Anselmo chegou a arcebispo da Cantuária em 1093. Escreveu outras obras importantes, Do Gramático e Da Verdade, ambos em latim. Recebeu doações de terras para a Igreja, mas brigou com Guilherme, o ruivo, rei da Inglaterra pois não queria fazer comércio com os bens da Igreja. Isso foi considerado um desrespeito ao poder real, e Guilherme impediu Anselmo de viajar para Roma, desafiando o poder da Igreja.
Num dos seus primeiros livros, Monológio, em que apresenta sua visão de Deus, Anselmo fala que a essência suprema existe em todas as coisas e tudo depende dela. Reconhece nela onipotência, onipresença, máxima sabedoria e bondade suprema. Ela criou tudo a partir do nada. Anselmo procurava desenvolver um raciocínio evolutivo sobre o que considerava ser a verdade, que estava contida na Bíblia. Para Anselmo, o pensamento tem algo de divino, e Deus tem uma razão. Sua palavra é sua essência, e Ele é pura essência (essa noção não é nova) infinita, sem começo nem fim, pois nada existiu antes da essência divina e nada existirá depois. Para ela o presente, o passado e o futuro são juntos ao tempo, são uma coisa só. E Ela é imutável, uma substância, embora seja diferente da substância das outras criaturas. Existe de uma maneira simples e não pode ser comparado com a consciência das criaturas, pois é perfeito e maravilhoso e tem todas as qualidades já citadas. O verbo e o espírito supremo são uma coisa só, pois este usa o verbo consubstancial para expressar-se. Mas a maneira intrínseca que o espírito supremo se expressa e conhece as coisas é incogniscível para nós. O verbo procede de Deus por nascimento, e o pai passa a sua essência para o filho. O espírito ama a si mesmo, e transmite esse amor.
Para Anselmo, a alma humana é imortal, e as criaturas seriam felizes e infelizes eternamente. Mas nenhuma alma é privada do bem do Ser supremo, e deve buscá-lo, através da fé. E Deus é uno. Para contemplá-lo devemos nos afastar dos problemas e preocupações cotidianos e buscá-lo. Ele é onipotente embora não possa fazer coisas como morrer ou mentir. É piedoso, em parte por ser impassível, o que não o impede de exercer sua justiça, pois ele pensa e é vivo. Anselmo fala muito da crença divina do Pai, do filho e do espírito humano. Grandes coisas esperam por aquele que aceitar Deus e buscá-lo. Santo Anselmo influenciou muito o pensamento teológico posterior.
Foi Arcebispo de Cantuária entre 1093 e 1109 (sucedendo a Lanfranco, também um italiano), por nomeação de Henrique I de Inglaterra, de quem foi amigo e confessor, mas depois divergiu com ele na Questão das Investiduras. É considerado o fundador do escolasticismo e é famoso como o criador do argumento ontológico a favor da existência de Deus.
Viria mais tarde a ser canonizado pela Igreja Católica, e declarado Doutor da Igreja em 1720, pelo Papa Clemente XI. Santo Anselmo nasceu em Aosta, filho de um nobre, e de uma mãe rica, Ermenberga. Seguiu a carreira religiosa, estudou os clássicos e escreveu sempre em latim. Foi eleito prior em 1063, porque era considerado inteligente e piedoso. Sua biografia nos é contada pelo seu discípulo, Eadmero.
Anselmo buscava um argumento para provar a existência de Deus, e sua bondade suprema. Fala que a crença e a fé correspondem à verdade, e que existe verdadeiramente um ser do qual não é possível pensar nada maior. Ele não existe apenas na inteligência, mas também na realidade. Anselmo desenvolveu uma linha de pensamento sobre essas bases, chamados de argumento ontológico, que foi retomada por Descartes e criticada por Kant, e ela estava numa obra chamada Proslógio. Ele parte do fato de que o homem encontra no mundo muitas coisas, algumas boas, que procedem de um bem absoluto, que é necessariamente existente. Todas as coisas tem uma causa, menos o ser incriado, que é a causa de si mesmo e fundamenta todos os outros seres. Esse ser é Deus. Seus argumentos não foram totalmente aceitos.
Anselmo chegou a arcebispo da Cantuária em 1093. Escreveu outras obras importantes, Do Gramático e Da Verdade, ambos em latim. Recebeu doações de terras para a Igreja, mas brigou com Guilherme, o ruivo, rei da Inglaterra pois não queria fazer comércio com os bens da Igreja. Isso foi considerado um desrespeito ao poder real, e Guilherme impediu Anselmo de viajar para Roma, desafiando o poder da Igreja.
Num dos seus primeiros livros, Monológio, em que apresenta sua visão de Deus, Anselmo fala que a essência suprema existe em todas as coisas e tudo depende dela. Reconhece nela onipotência, onipresença, máxima sabedoria e bondade suprema. Ela criou tudo a partir do nada. Anselmo procurava desenvolver um raciocínio evolutivo sobre o que considerava ser a verdade, que estava contida na Bíblia. Para Anselmo, o pensamento tem algo de divino, e Deus tem uma razão. Sua palavra é sua essência, e Ele é pura essência (essa noção não é nova) infinita, sem começo nem fim, pois nada existiu antes da essência divina e nada existirá depois. Para ela o presente, o passado e o futuro são juntos ao tempo, são uma coisa só. E Ela é imutável, uma substância, embora seja diferente da substância das outras criaturas. Existe de uma maneira simples e não pode ser comparado com a consciência das criaturas, pois é perfeito e maravilhoso e tem todas as qualidades já citadas. O verbo e o espírito supremo são uma coisa só, pois este usa o verbo consubstancial para expressar-se. Mas a maneira intrínseca que o espírito supremo se expressa e conhece as coisas é incogniscível para nós. O verbo procede de Deus por nascimento, e o pai passa a sua essência para o filho. O espírito ama a si mesmo, e transmite esse amor.
Para Anselmo, a alma humana é imortal, e as criaturas seriam felizes e infelizes eternamente. Mas nenhuma alma é privada do bem do Ser supremo, e deve buscá-lo, através da fé. E Deus é uno. Para contemplá-lo devemos nos afastar dos problemas e preocupações cotidianos e buscá-lo. Ele é onipotente embora não possa fazer coisas como morrer ou mentir. É piedoso, em parte por ser impassível, o que não o impede de exercer sua justiça, pois ele pensa e é vivo. Anselmo fala muito da crença divina do Pai, do filho e do espírito humano. Grandes coisas esperam por aquele que aceitar Deus e buscá-lo. Santo Anselmo influenciou muito o pensamento teológico posterior.
PALAVRA DO SENHOR!
LEITURA I Actos 8, 1b-8
«Andaram de terra em terra a anunciar a palavra do Evangelho»
Um conjunto de pequenas notícias enche esta leitura; mas em todas elas perpassa o sopro do Espírito do Ressuscitado. Até a dispersão de que sofreu a comunidade de Jerusalém foi ocasião para que o Evangelho chegasse ás outras províncias mais distantes. E o próprio ardor de Saulo, aquela testemunha ocular da morte de Estêvão, irá transformar-se em zelo pela Boa Nova de Jesus ressuscitado. Está-se verdadeiramente no Tempo Pascal da Igreja, sob o signo do Espírito.
Leitura dos Actos dos Apóstolos
Naquele dia, levantou-se uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém e todos, à excepção dos Apóstolos, se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria. Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grandes lamentações por ele. Saulo, por sua vez, devastava a Igreja: ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e metia-os na prisão. Entretanto, os irmãos dispersos andaram de terra em terra, a anun¬ciar a palavra do Evangelho. Foi assim que Filipe, tendo descido a uma cidade da Samaria, começou a anunciar Cristo àquela gente. As multidões aderiam unânimemente às palavras de Filipe, porque ouviam falar dos milagres que fazia e também os viam. De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria naquele cidade.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66) l-3a.4-5.6-7a (R. l)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se
Aclamai o Senhor, terra inteira,
cantai a glória do seu nome,
celebrai os seus louvores, dizei a Deus:
«Maravilhosas são as vossas obras». Refrão
«A terra inteira Vos adore e celebre,
entoe hinos ao vosso nome».
Vinde contemplar as obras de Deus,
admirável na sua acção pelos homens. Refrão
Mudou o mar em terra firme,
atravessaram o rio a pé enxuto.
Alegremo-nos n’Ele:
domina eternamente com o seu poder. Refrão
ALELUIA cf. Jo 6, 40
Refrão: Aleluia. Repete-se
Quem acredita no Filho de Deus tem a vida eterna:
Eu o ressuscitarei no último dia, diz o Senhor. Refrão
EVANGELHO Jo 6, 35-40
«A vontade d’Aquele que Me enviou é esta:
que Eu não perca nenhum dos que Ele Me deu»
Jesus afirma-Se agora, claramente, o “Pão da Vida”. Já assim fora anteriormente prefigurado no pão multiplicado e no maná evocado na fala com os Judeus; mas agora é Ele mesmo que Se apresenta claramente como o Pão, o alimento que mata a fome. E este Pão assimila-se pela fé. Por isso, Jesus, como outrora a Sabedoria (cf. Pr 9) ergue a voz e clama, convidando para o banquete. Quem d’Ele se alimentar terá a vida eterna na glória da ressurreição, que o Tempo Pascal prefigura.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão da vida: Quem vem a Mim nunca mais terá fome e quem acredita em Mim nunca mais terá sede. No entanto, como vos disse, ‘embora tivésseis visto, não acreditais’. Todos aqueles que o Pai Me dá virão a Mim e àqueles que vêm a Mim não os rejeitarei, porque desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou. E a vontade d’Aquele que Me enviou é esta: que Eu não perca nenhum dos que Ele Me deu, mas os ressuscite no último dia. De facto, é esta a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e acredita n’Ele tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia».
Palavra da salvação
«Andaram de terra em terra a anunciar a palavra do Evangelho»
Um conjunto de pequenas notícias enche esta leitura; mas em todas elas perpassa o sopro do Espírito do Ressuscitado. Até a dispersão de que sofreu a comunidade de Jerusalém foi ocasião para que o Evangelho chegasse ás outras províncias mais distantes. E o próprio ardor de Saulo, aquela testemunha ocular da morte de Estêvão, irá transformar-se em zelo pela Boa Nova de Jesus ressuscitado. Está-se verdadeiramente no Tempo Pascal da Igreja, sob o signo do Espírito.
Leitura dos Actos dos Apóstolos
Naquele dia, levantou-se uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém e todos, à excepção dos Apóstolos, se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria. Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grandes lamentações por ele. Saulo, por sua vez, devastava a Igreja: ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e metia-os na prisão. Entretanto, os irmãos dispersos andaram de terra em terra, a anun¬ciar a palavra do Evangelho. Foi assim que Filipe, tendo descido a uma cidade da Samaria, começou a anunciar Cristo àquela gente. As multidões aderiam unânimemente às palavras de Filipe, porque ouviam falar dos milagres que fazia e também os viam. De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria naquele cidade.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66) l-3a.4-5.6-7a (R. l)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se
Aclamai o Senhor, terra inteira,
cantai a glória do seu nome,
celebrai os seus louvores, dizei a Deus:
«Maravilhosas são as vossas obras». Refrão
«A terra inteira Vos adore e celebre,
entoe hinos ao vosso nome».
Vinde contemplar as obras de Deus,
admirável na sua acção pelos homens. Refrão
Mudou o mar em terra firme,
atravessaram o rio a pé enxuto.
Alegremo-nos n’Ele:
domina eternamente com o seu poder. Refrão
ALELUIA cf. Jo 6, 40
Refrão: Aleluia. Repete-se
Quem acredita no Filho de Deus tem a vida eterna:
Eu o ressuscitarei no último dia, diz o Senhor. Refrão
EVANGELHO Jo 6, 35-40
«A vontade d’Aquele que Me enviou é esta:
que Eu não perca nenhum dos que Ele Me deu»
Jesus afirma-Se agora, claramente, o “Pão da Vida”. Já assim fora anteriormente prefigurado no pão multiplicado e no maná evocado na fala com os Judeus; mas agora é Ele mesmo que Se apresenta claramente como o Pão, o alimento que mata a fome. E este Pão assimila-se pela fé. Por isso, Jesus, como outrora a Sabedoria (cf. Pr 9) ergue a voz e clama, convidando para o banquete. Quem d’Ele se alimentar terá a vida eterna na glória da ressurreição, que o Tempo Pascal prefigura.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão da vida: Quem vem a Mim nunca mais terá fome e quem acredita em Mim nunca mais terá sede. No entanto, como vos disse, ‘embora tivésseis visto, não acreditais’. Todos aqueles que o Pai Me dá virão a Mim e àqueles que vêm a Mim não os rejeitarei, porque desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou. E a vontade d’Aquele que Me enviou é esta: que Eu não perca nenhum dos que Ele Me deu, mas os ressuscite no último dia. De facto, é esta a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e acredita n’Ele tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia».
Palavra da salvação
ORAÇÃO DA MANHÃ
"jÁ NÃO SOU EU QUE VIVO. É CRISTO QUE VIVE EM MIM"
Com Cristo em nós, todos os momentos são dEle, numa continuídade de Vida. Como humanos que somos, não conseguimos a Sua perfeição, mas como Pai de misericórdia, Ele sabe que só Lhe queremos dar o melhor. A noss inutilidade Ele a aproveitará em benefício pessoal e em favor dos outros. O barro, consoante a qualidade, assim faz louça fina, louça grosseira e até brinquedos que alegram os olhos das crianças. Quando criança, que alegria sentia sempre que minha mãe me comprava um biblot de louça vermelha com umas florinhas pintadas!
O barro que sou, eu vô-lo ofereço por todas as intenções que mais precisas de restaurar. Saiba eu viver em Ti e o calvário da Tua continuação não se fará esperar quase nas horas sucessivas do teu ardente desejo de almas expiadoras.Que o Teu silêncio me acompanhe.Amen!
Com Cristo em nós, todos os momentos são dEle, numa continuídade de Vida. Como humanos que somos, não conseguimos a Sua perfeição, mas como Pai de misericórdia, Ele sabe que só Lhe queremos dar o melhor. A noss inutilidade Ele a aproveitará em benefício pessoal e em favor dos outros. O barro, consoante a qualidade, assim faz louça fina, louça grosseira e até brinquedos que alegram os olhos das crianças. Quando criança, que alegria sentia sempre que minha mãe me comprava um biblot de louça vermelha com umas florinhas pintadas!
O barro que sou, eu vô-lo ofereço por todas as intenções que mais precisas de restaurar. Saiba eu viver em Ti e o calvário da Tua continuação não se fará esperar quase nas horas sucessivas do teu ardente desejo de almas expiadoras.Que o Teu silêncio me acompanhe.Amen!
O RELÓGIO NÃO MOSTRA SÓ AS HORAS. TAMBÉM REZA
Cantou agora mesmo as doze badaladas o cuco do relógio.
Parece rotina, mas não é. São as doze estrelas coroando a vida de quem a leva na presença de Deus. Cada "CUCO"é uma saudação que com ele dirijo a Deus pelo dia que me deu!
1- mais um dia me foi dado e que lho ofereci pela manhã.
2. mais um dia para Sua glória.
3-mais um dia vivido na Sua presença.
4-mais um dia de imperfeição no meu trabalho
5- mais um dia, fugindo à rotina e indo ter com Ele na Santa Eucaristia
6- mais um dia em que a palavra do Evangelho de hoje me levou ao martírio de Santo Estevão por amor de Jesus Cristo,
7- mais um dia de Santa Marta na cozinha-sem vontade de cozinhar nem lavar louça.
9-mais um dia de pouca convivência com os outros.
10- mais um dia de louvor, porque apesar de tudo, a Misericórdia divina me amparou.
11. mais um dia sem fome e com a contribuição para os que a têm.
12-mais um dia calmo porque creio ter dado, aos que falaram comigo,testemunho do Servo dos servos.
Parece rotina, mas não é. São as doze estrelas coroando a vida de quem a leva na presença de Deus. Cada "CUCO"é uma saudação que com ele dirijo a Deus pelo dia que me deu!
1- mais um dia me foi dado e que lho ofereci pela manhã.
2. mais um dia para Sua glória.
3-mais um dia vivido na Sua presença.
4-mais um dia de imperfeição no meu trabalho
5- mais um dia, fugindo à rotina e indo ter com Ele na Santa Eucaristia
6- mais um dia em que a palavra do Evangelho de hoje me levou ao martírio de Santo Estevão por amor de Jesus Cristo,
7- mais um dia de Santa Marta na cozinha-sem vontade de cozinhar nem lavar louça.
9-mais um dia de pouca convivência com os outros.
10- mais um dia de louvor, porque apesar de tudo, a Misericórdia divina me amparou.
11. mais um dia sem fome e com a contribuição para os que a têm.
12-mais um dia calmo porque creio ter dado, aos que falaram comigo,testemunho do Servo dos servos.
20 de abril de 2010
O BOM PASTOR DÁ MESMO A VIDA PELAS SUAS OVELHAS
Diz a lenda, se é que é lenda, uma velhinha vivia com a sua neta numa aldeia. O hospital era distante. A Joana, assim se chamava a neta, adoeceu de tal maneira, que a avó foi ao hospital a pedir que fossem vê-la .
Uma vez lá, a única solução era ir buscá-la para ser vista pelos médicos.
A velhinha ficou muito aflita porque sentia que a Joana não tinha saúde para lá chegar... mas lá partiu disposta e conformada com a solução.
No regresso a casa, passou por uma igreja que não costumava frequentar. Estavam lá umas SENHORAS a rezar a quem contou o que se estava a passar.Estas apreciaram e prometeram rezar pela doente.
A avó, não contente com a oração dos outros fez uma oração pessoal em voz alta:
-" Ó Deus, sei que podes tudo e tudo levas até ao fim para bem dos que amas. Tenho em casa a minha neta muito doente e eu sei que ,se a for buscar, não aguenta o caminho e morre. Vais lá Tu!
Segues este caminho, assim e assim, passas por um caminho silvas e chegas a um curral onde tenho uma criação. Logo estás em minha casa.
À porta de casa encontras um tapete muito gasto. Lavanta-lo e sob ele está a chave da casa... Abres a porta,vais direito ao quarto da minha Joana e cura-la. Está bem?
Depois de a teres curado, voltas a fechar a porta e deixas a chave debaixo do tapete.
Vai Tu, na frente, porque estas pernas já não dão para pressas.Mas faz tudo o que Te digo.Até já!"
As senhoras, vendo que não se calava, mandaram-na embora, entre risos.
A querida avó lá foi, mais triste que a noite.
Quando chegou a casa, qual o espanto. A neta estava curada. Veio ao seu encontro e contou que um homem alto, de barbas pretas, abriu a porta com a chave. Muito meigo, beijou-a, pegou-lhe na mão e sentou-se a conversar com ela a falar de bondade e coisas belas da Sua vida.
No final ele recomendou que te dissesse que tinha colocado a chave debaixo do tapete como lhe tinhas pedido.
Avó e Joana abraçaram-se e pela primeira vez louvaram a bondade do BOM PASTOR!
MORAL: ORAR, É FALAR COM DEUS; DIZER O QUE NOS VAI NA ALMA E CONFIAR TOTALMENTE NA SUA MISERICÓRDIA
Uma vez lá, a única solução era ir buscá-la para ser vista pelos médicos.
A velhinha ficou muito aflita porque sentia que a Joana não tinha saúde para lá chegar... mas lá partiu disposta e conformada com a solução.
No regresso a casa, passou por uma igreja que não costumava frequentar. Estavam lá umas SENHORAS a rezar a quem contou o que se estava a passar.Estas apreciaram e prometeram rezar pela doente.
A avó, não contente com a oração dos outros fez uma oração pessoal em voz alta:
-" Ó Deus, sei que podes tudo e tudo levas até ao fim para bem dos que amas. Tenho em casa a minha neta muito doente e eu sei que ,se a for buscar, não aguenta o caminho e morre. Vais lá Tu!
Segues este caminho, assim e assim, passas por um caminho silvas e chegas a um curral onde tenho uma criação. Logo estás em minha casa.
À porta de casa encontras um tapete muito gasto. Lavanta-lo e sob ele está a chave da casa... Abres a porta,vais direito ao quarto da minha Joana e cura-la. Está bem?
Depois de a teres curado, voltas a fechar a porta e deixas a chave debaixo do tapete.
Vai Tu, na frente, porque estas pernas já não dão para pressas.Mas faz tudo o que Te digo.Até já!"
As senhoras, vendo que não se calava, mandaram-na embora, entre risos.
A querida avó lá foi, mais triste que a noite.
Quando chegou a casa, qual o espanto. A neta estava curada. Veio ao seu encontro e contou que um homem alto, de barbas pretas, abriu a porta com a chave. Muito meigo, beijou-a, pegou-lhe na mão e sentou-se a conversar com ela a falar de bondade e coisas belas da Sua vida.
No final ele recomendou que te dissesse que tinha colocado a chave debaixo do tapete como lhe tinhas pedido.
Avó e Joana abraçaram-se e pela primeira vez louvaram a bondade do BOM PASTOR!
MORAL: ORAR, É FALAR COM DEUS; DIZER O QUE NOS VAI NA ALMA E CONFIAR TOTALMENTE NA SUA MISERICÓRDIA
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